SANDRO GOMES DE OLIVEIRA. Diretor do Centro de Educação Teológica e Evangelística Shekinah.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

sábado, 23 de novembro de 2019

O Pequenino Israel Traz Cura Para Um Grande Mundo




       Qualquer pessoa que estiver visitando a região do Mar Morto em Israel fica pasma com a intensidade de calor. Centenas de anos de negligência por parte das potências gentias fizeram com a maior parte do território se pareça como uma paisagem lunar. Certamente, as colinas da Judéia se encaixam nessa descrição.
       Porém, o extraordinário projeto de recuperação empreendido pelos imigrantes judeus no século passado transformou a terra, um cumprimento de profecia bíblica para o observador criterioso.
       Por exemplo, um bosque de palmeiras serpenteia em torno do Mar Morto em ambos os lados da auto-estrada. Essa vista impressionante se deve à inovação israelense na agricultura, especificamente, a irrigação por meio de gotejamento tem feito o deserto florescer.
       Histórias sobre tais inovçãoes são a marca de um trabalho incomumfeito pelo pessoal de Untold News (Notícias Que Não foram contadas) (www.untold-news.org). O grupo, que tem sua sede em Nova Iorque, colociona histórias positivas sobre o Estado Judeu, percorrendo uma gama de avanços desde a medicina à agricultura e à tecnologia.
       Em suma, Israel não é o Estado pária que grande parte da mídia mundial e os caluniadores afirmam que é. Na verdade, Israel faz o mundo ser um lugar melhor.
       Marcela Rosen, fundadora da Untold News, descreve o que ela percebeu com relação ao Israel “real”:
       Enquanto a atenção do mundo, durante décadas, tem enfocado uma única dimensão da vida israelense, algo inteiramente diferente vem acontecendo longedas câmeras: Israel silenciosamente se tornou o pequeno país que mudou o mundo – e a vida – para melhor (...) sem que as pessoas saibam.
       Rosen viu com seus próprios olhos o alarmante contraste entre o verdadeiro Israel e aqulele apresentado pelos críticos. “Tive algo como uma epifania em umas das minhas primeiras viagens a Israel”, disse ela.
       Estava lá a negócios; e, durante minhas viagens pelo país, eu havia entrado em contato com uma série de pessoas que estavam embarcando em aventuras empresariais de um tipo ou de outro – nenhum relacionado com o outro, nemao menos em áreas próximas de negócios.
       Aconteceu  que, para uma dessas reuniões, seria necessário que eu fizesse uma viagem por rodovia com um colega israelense. À medida que dirigíamos ao longoda auto-estrada, olhei para fora de uma das janelas para um vastoe estéril deserto: a Jordânia. Depois, olhei para fora da janela na posição oposta para fazendas produtivas e verdejantes que se estendiam até o horizonte: Israel.
     Untold News cataloga histórias sobre a inovação israelense. E a importânciada listade superações e avançosque elevam a qualidade de vida para todos deveria espantar até mesmo os críticos de Israel.
       Yossi Fisher, CEO da Solaris Synergy, implementou uma ideia que torna a energia solar mais prática. Os cientistas da Solarys, uma empresa que fabrica painéis solares, perceberam que o problema principal associado aos painéis (tão eficientes em proporcionar eletricidadea milhões) é que eles requerem o uso de um terreno mundo grande. Fisher apresentou sua inovação: painéis solares flutuantes, usando espaço sobre a água.
     Como Rosen escreveu em seu livro, Tiny Dynamo, Fishere sua equipe trabalharam até que resolveram o problema:
       O Sr Fisher e seus companheiros de equipe perceberam que há muitos hectares de terra que não estão sendo utilizados em todo o mundo, onde sistemas solares poderiam ser implementados: o planeta apresenta milhões de pequenos, médios e grandes fluxos ou açudes de água, que são perfeitamente adequados para abrigar matrizes solares. Instalações desde tratamento de água até serviçosde utilidade pública, desde fazendasde peixes até reservatórios, mantém os fluxos de água que podem exercera dupla função como sítios solares.
       E esta é apenas uma das histórias apresentadas por Untold News. O talento israelense é aplicado também em usos importantes e práticos no campo da medicina.
         Uma criança palestina de oito meses, que nasceu com um buraco no coração, foi tratada usando sofisticada técnica israelense. A vida da criança foi salva quando o procedimento foi realizado, e uma organização de caridade forneceu os fundos. Além disso, os médicos israelenses também proporcionaram tratamento para salvar a vida até de terroristas, explica Rosen.
       A moralidade inerente a essa pequenina nação dinâmica é estupenda – especialmente uma vez que Israel é forçado a lidar com o terrorismo de forma persistente. Todavia, isto não impede os israelenses de entrarem em ação quando desastre naturais ocorrem em qualquer lugar do mundo.
        Tais histórias enchem as páginas do Tiny Dynamo (Pequenino Dínamo) e do site de Untold News. Na verdade, ativistas pró-Israel em todo o mundo, especialmente os cristãos sionistas, estão usando as informações fornecidas por Untold News para melhor advogarem a causa de Israel.
       “Fui tão tocada pelas histórias sobre como esse pequeno país, frequentemente sitiado, faz do muindo um lugar melhor”, Mirian Smyth, uma cristã que vive em Londres, na Inglaterra. “Tenho usado esse livro [Tiny Dínamo] emmeus esforços para combater as horríveis descrições que a mídia faz de Israel. Acho o livro valiosíssimo”.
       Rosen está tão entusiasmada com a resposta ao trabalho de Untold News que sente que este é apenas o começo. “Temos no momento 320.000 “curtidas no facebook, e a resposta em geral tem ultrapassado em muito o que eu esperava que consegueríamos alcançar”.
       Na verdade, com algumas boas notícias finalmente chegando ao público, talvez as gerações mais jovens, comprometidas com a reconciliação e com a construção de um mundo mais positivo, começarão a ver Israel sob uma nova luz. (Jim Fletcher – Israel My Glory)
Jim Fletcher é ativista por Israel há muitos anos. Ele é diretor do ministério Prophecy Matters. (Artigo publicado na revista Notícias de Israel em novembro de 2014, da “Obra Missionária Chamada da Meia-Noite” – Brasil).




sábado, 2 de novembro de 2019

UM TRIBUTO A BÍBLIA - POR VENILTON DE JESUS

A Bíblia é sempre Deus falando.
Ela é a Palavra de Deus

- A Bíblia aberta é Deus falando para o homem.
- É Deus falando com o homem.
- É Deus falando sobre o homem.
- É Deus falando através do homem.
- Aberta é a boca de Deus, crida ela é salvação.
- Praticada é santificação, estudada é sabedoria.
- Aplicada é transformação, meditada é revelação.
- Orada é compromisso e fé, testada é confirmação.
- Desafiada é destruição, obedecida é prosperidade.

     A Bíblia é o Livro dos livros por excelência, todos os outros livros, são livros dos homens,
mas a Bíblia é o livro de Deus. No meio dos livros ela é o coração dos livros, e em cima dos
livros ela é a coroa dos livros;
     A Bíblia não pode ser destruída, ela é indestrutível, porque o seu original está nos Céus.
     "Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu". O que temos aqui na terra são cópias autenticadas (Salmos 119.89).
     A Bíblia é água que sacia, o leite que alimenta, a luz que ilumina, o fogo que aquece, o espelho que
revela, o martelo que esmiúça, a vara que corrige, o escudo que protege, a espada que penetra, mas,
sobretudo, a Bíblia é a verdade que liberta.
     "Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti" (Sl 119.11).

     D.L. MOODY DISSE:
     "Se este Livro não me separar do pecado, o pecado me separará deste Livro".

A BÍBLIA COMO LIVRO.
     Seu autor está no céu, ela é a mente de Deus.
     Seu real intérprete é o Espírito Santo.
     Ela é totalmente inspirada por Deus.
     "Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a
profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo" (2 Pedro 1.20-21).

 Fonte: Jesus, Venilton Gonçalves de. Bibliologia - Conhecendo o livro de Deus. 1a edição/2016, p.14-16.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

DADOS INTRODUTÓRIOS DA VIDA DO APÓSTOLO PAULO



      1. Nasceu em Tarso da Cilícia (At 21.39)
      2. Jovem no tempo de Estevão (At 7.58)
      3. Da tribo de Benjamim (Fp 3.5)
      4. Foi discípulo de Gamaliel (At 22.3)
      5. Era cidadão Romano (At 16.37,38; 22.27,28)
      6. Sua irmã e sobrinho (At 23.16)
      7. Seus parentes:Andrônico e Júlia (Rm 16.7)
      8. Era fariseu (At 23.6)
      9. foi perseguidor da Igreja (At 8.3; 22.19,20; 1Co 15.9; G1 1.13)
      10. Sua aparência física (2Co 10.10)
      11. Alguns creem que ele era Senador (ele tinha o direito de voto) (At 26.10)
      12. Converteu-se e foi constituído apóstolo aos gentios (At 9.4,15)
      13. Foi designado pregador, apóstolo e mestre (2 Tm 1.11)

Fonte: A Biografia Missionária do Apóstolo Paulo.
            (Apostila - Por Sandro Gomes de Oliveira, 1991, p.1).


quinta-feira, 26 de setembro de 2019


 FINAL DA CARREIRA MINISTERIAL DO APÓSTOLO PAULO: (At 20.24; II Tm 4.7)
      Finalmente Paulo chegou a Roma, a cidade que durante muitos anos foi o seu alvo de trabalho e esperança. Apesar de se tratar de um preso à espera de julgamento, contudo a Paulo foi permitido viver em casa alugada, acorrentado a um soldado. O esforço principal de Paulo, ao chegar a Roma, foi evangelizar os judeus, tendo para esse fim convocado seus compatriotas para uma reunião que durou o dia inteiro. verificando que apenas uns poucos dos judeus estavam dispostos a aceitar o Evangelho, voltou-se então para os gentios. Por espaço de dois anos, a casa em que Paulo morava em Roma funcionou como igreja, onde muitos anos, a casa em que Paulo morava em Roma funcionou como igreja, onde muitos encontraram a Cristo, especialmente os soldados da guarda pretoriana, isto é, do Pretório Romano. Contudo seu maior trabalho realizado em Roma foi a composição de quatro epístolas, que se contam entre os melhores tesouros da igreja. As epístolas foram as seguintes: Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom. Há motivos para crer que após dois anos de prisão, Paulo foi absorvido e posto em liberdade. (Veja Fp 1.24-26; 2.24; Fm v. 24; II Tm 4.17),
      Podemos, sem dúvida, considerar os três ou quatro anos de liberdade de Paulo, como a continuação de sua quarta viagem missionária. Notamos alusões ou esperanças de Paulo, de visitar Colossos ou Mileto. Se estava tão próximo de Efésio, como o estavam os dois mencionados lugares, parece certo que visitou esta última cidade. Visitou, também, a Ilha de Creta, onde deixou Tito responsável; pelas Igrejas, e esteve em Nicópolis no Mar Adriático, ao norte da Grécia. A tradição declara que neste local Paulo foi preso e enviado outra vez para Roma, onde foi martirizado no ano 68 d.C. A este último período podem pertencer estas três epístolas: Primeira a Timóteo, Tito e segunda a Timóteo, sendo que a última prisão em Roma.
Fonte: A biografia missionária de Paulo (apostila) - Por Sandro Gomes(1991).


domingo, 15 de setembro de 2019

JESUS, O MAIOR PEDAGOGO DE TODOS OS TEMPOS - Por Marcos Tuler




Uma das principais características do método de ensino de Jesus é a sua flexibilidade. Ele sempre adaptava sua metodologia às situações específicas. O que determinava o seu método era o conteúdo de seu ensino, as características e os conhecimentos de seus discípulos, e a sua própria personalidade.

O Mestre raramente fazia discursos ou pregações que hoje chamamos de “comunicação unilateral”. Ele ensinava a partir de uma situação específica; uma conversa, uma pergunta, uma necessidade ou ainda, a partir da resistência de seus ouvintes . A grande maioria das parábolas de Jesus foi contada como resposta a uma pergunta. Mesmo durante a instrução verbal, Jesus direcionava seu ensino às experiências de seus discípulos.

Ensino centrado nos alunos

Jesus considerava as dúvidas, necessidades, expectativas e até os conhecimentos de seus discípulos. A formulação e a apresentação do conteúdo de seu ensino correspondiam totalmente ao modo de pensar de seus ouvintes orientais.

A linguagem de Jesus era prática e ilustrada e não abstrata e sistemática. Sua prédica e ensino eram compreensíveis, acessíveis às pessoas simples e medianas de seu tempo.

Ensino através de métodos e recursos variados

Jesus não ensina através da simples memorização. Mas, usava variados métodos, tais como: repetições, parábolas, simbologias, hipérboles, trocadilhos, comparações, metáforas, provérbios, enigmas, paradoxos, ironias etc.

Para auxiliar na compreensão de sua mensagem, o Mestre complementava sua instrução verbal  com meios de expressão, como por exemplo, material visual e dramatização. Jesus pegava qualquer coisa ou objeto e os usava como exemplo: sementes, pássaros, campos, uma figueira, uma moeda, um peixe etc. As ilustrações mais notáveis de seu ensinamento foram os seus milagres. Eles não foram somente sinais de sua autoridade, mas também um poderoso meios de ensino. Para contrastar com a metodologia dos rabinos, Jesus não usava o método da memorização, porém tornava o seu ensino inesquecível por meio de palavras penetrantes e exemplos extraordinários.

Ensino baseado na reflexão

O ensino de Jesus despertava a curiosidade, o interesse e, acima de tudo, a reflexão de seus ouvintes. Muitas vezes, ele respondia às perguntas com um novo questionamento ou com uma parábola, o que levava sua audiência à formulação de suas próprias conclusões. As parábolas são exemplos disso. A intenção de Jesus não era confundir seus ouvintes, mas desafiá-los a descobrirem o significado das palavras que ele proferia. Jesus foi o maior pedagogo de todos os tempos: desafiava seus alunos a aprender a partir do próprio esforço.
A pedagogia moderna diz que o professor deve propor situações de ensino baseadas nas descobertas espontâneas dos alunos. A aprendizagem se realiza através da conduta ativa do aluno, que aprende mediante o que ele faz e não o que faz o professor.

A maior parte dos ensinos de Jesus contrariava a hipocrisia dos fariseus, sacerdotes, levitas e judeus religiosos. Ele não falava de tudo abertamente, mas os que se interessavam pelas coisas do Reino de Deus, podiam entender com perfeição o que dizia através das parábolas.

Ensino baseado em relacionamentos

Se o principal objetivo do professor é “transferir saberes” não há necessidades de se estabelecer relacionamentos. Mas, se sua meta principal é transformar o aluno a fim de que seja semelhante a Cristo, uma convivência positiva e afetuosa será essencial. Jesus “nomeou doze para que estivessem com ele”(Mc 3.14).

Ensino baseado no interesse do aluno

Suas histórias conquistavam o coração de seus ouvintes porque vinham diretamente de encontro às suas próprias frustrações e desapontamentos. Falou de um servo impiedoso (Mt 18.23), de salários iguais por trabalhos desiguais (Mt 21:1ss), do assassinato dos lavradores (Mt 21.33ss), dos convidados indignos do casamento (Mt 22:1ss).

Fonte: Tuler, Marcos,  Abordagens e práticas da pedagogia cristã, Rio de Janeiro: CPAD, 2006.






segunda-feira, 2 de setembro de 2019

APOSTASIA - POR JAMES A. SHOWERS


     Frequentemente ouço pessoas dizerem: "Creio que o Arrebatamento está próximo", ou: "Acho que estamos vivendo nos últimos dias, exatamente antes dos tempos do fim". Muitas pessoas têm uma profunda sensação de que este mundo não pode continuar em seu caminho atual durante muito mais tempo, e os eventos mundiais parecem apontar para a vinda iminente de nosso Senhor.
     Uma das marcas dos últimos dias é o aumento da apostasia no meio da Igreja. Portanto, é importante ser capaz de reconhecer a apostasia e de lidar com ela.
     O termo apostasia vem da palavra grega que significa "ficar longe de, separar-se de". Quando aplicada à Igreja, ela se refere às pessoas que deixaram a verdade da Palavra de Deus, particularmente o Evangelho.
     Relativamente à grande apostasia dos últimos, o Novo Testamento ensina que: (1) a apostasia  virá para a Igreja; (2) ocorrerá dentro da Era da Igreja; e (3) marcará os tempos do fim da Era da Igreja.
     Suas características incluem a negação de Deus (2Tm 3.4-5), de Cristo (2 Pe 2.1; 1 Jo 2.18; 1 Jo 4.3), do retorno de Cristo (2 Pe 3.3-4), da fé (1 Tm 4.1-2), da sã doutrina (2 Tm 3.1-7), dos princípios morais (vv. 1-8,13; Jd 18), e da autoridade (2 Tm 3.2).
     Durante os "tempos difíceis" que afetarão a Igreja nos últimos dias (2 Tm 3.1), muitos terão uma aparência de "piedade", mas negarão seu poder (v.5). Terão um desejo insaciável de aprender sobre Deus, mas nunca serão capazes de vir a conhecer Sua verdade, revelada através de Suas Palavra (v.7).
     Além disso, a Igreja não suportará a sã doutrina. Em vez dela, as pessoas seguirão seus próprios desejos e se cercarão de mestres que lhes farão coceira nos ouvidos por meios de fábulas em vez da verdade (2 Tm 4.3-4).
     A apostasia não é um ataque vindo do mundo exterior; é um ataque vindo de dentro da igreja. Como podemos reconhecê-la? Vejamos quatro sinais:

     1. Experiência Humana
     A apostasia usa a experiência humana para determinar a verdade (2 Tm 4.3-4), enfatizando exageradamente experiência da autodescoberta e enfocando programas sociais com o objetivo de reformar a humanidade. Entretanto, nossa vida deveria ser centralizada em torno de Deus e de Sua glória, não em nós mesmos.

     2. Sensualidade e Ganância
     A apostasia explora e difama a verdade de Deus e afirma que Deus deseja apenas que sejamos felizes e aproveitemos a vida (2 Pe 2). Todavia, o objetivo principal de Deus não é a nossa felicidade; é a nossa santidade. Ele não nos chama para uma vida de prazeres sensuais e mordomias.

     3. Zombar da Palavra de Deus
     A apostasia nega o ensinamento claro das Escrituras e ignora a obra passada de Deus na história (2 Pe 2). Considerando quantos negam os seis dias literais da criação, não nos surpreende que tantos neguem as palavras  literais de Deus de que Ele voltará para julgar a terra e reestabelecer Seu Reino sobre ela, com o Messias assentado em Seu trono em Jerusalém.
     Atualmente, muitos dentro da Igreja escarnecem do Arrebatamento, da Tribulação e do Reino Milenar. Contudo, o fato de que Deus cumpriu as profecias no passado deveria ser base suficiente para se crer que Ele irá cumpri-las no futuro. Escatologia (o estudo dos eventos futuros) não é uma ciência criada com base no vento; ela reconhece a continuidade do plano de redenção elaborado por Deus, o qual Ele mesmo revelou em Sua Palavra.
   
     4. Estilo de Vida Sem Deus
     A apostasia afirma um estilo de vida incrédulo, sem Deus (Epístola de Judas), mudando a graça de Deus em licenciosidade para pecar e negando a Jesus Cristo como Senhor e Mestre. Apóstatas remodelam Cristo em uma imagem que os satisfaz, em vez de aceitarem a Pessoa apresentada na Bíblia.
     Com que frequência você ouve pregações sobre pecado e juízo? Igrejas que deixam de ministrar que as pessoas são pecadoras e que Deus odeia o pecado apresentam uma figura incompleta de Cristo: quem Ele é, o que Ele fez, e como Ele espera que vivamos. Quando os líderes da Igreja sancionam o pecado, este é um sinal de apostasia.
     Deus nos diz para nos desligarmos de tais pessoas e para pregarmos a Sua Palavra (2 Tm 3.5; 2 Tm 4.2). Na verdade, em meio a seu discurso sobre apostasia, o apóstolo Paulo declarou: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça" (2 Tm 3.16). O apóstolo Pedro também nos admoesta a confiarmos na Palavra de Deus(2 Pe 1.16-21). Devemos confiar na Escritura e usá-la para ensinar a Sua verdade porque as pessoas necessitam dela desesperadamente.
     Temos ensinando Palavra de Deus desde o primeiro exemplar publicado. E com a ajuda dEle, continuaremos a fazê-lo até que Ele venha! (Israel My Glory)
James A. Showers é o diretor-executivo de The Friends of Israel.

Fonte: Chamada da Meia-Noite, Setembro de 2013