SANDRO GOMES DE OLIVEIRA. Diretor do Centro de Educação Teológica e Evangelística Shekinah.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A FARÇA DO NATAL

A GUIRLANDA REPRESENTA O DEUS SOL. MUITOS ANTES DE CRISTO, OS AMANTES DO SOL DESENVOLVERAM O HÁBITO DE TECER RAMOS DE ÁRVORES VERDES EM CÍRCULOS, PARA PENDURAR NAS PORTAS DAS CASAS

A FARÇA DO NATAL
       O período é de confraternização e solidariedade.  Famílias reunidas, trocas de presentes e um desejo de doação, caridade e perdão.  O natal é comemorado por muitas pessoas que aproveitam o momento para refletir sobre as ações realizadas ao longo do ano e agradecer a Deus pelas conquistas.  Mas, ao contrário do que  muitos pensam, a celebração nada tem a ver com nascimento de Jesus.  Você conhece a verdadeira origem dessa festa? 
       O Filho de Deus não nasceu no dia 25 de dezembro e não existem estudos bíblicos que confirmem a data.  Esse período é de frio intenso em Jerusalém e seria  difícil imaginar um menino nascendo numa manjedoura, num  estábulo  sem proteção, nas condições de extremo frio daquela região.  O mais provável é que Ele tenha nascido entre março e novembro, quando  as condições climáticas são mais amenas.  Então, por que  o dia 25 foi escolhido  para ser o aniversário de Jesus? 
       A origem da celebração não é bíblica.  Existia uma festa pagã celebrada no dia 25, que comemorava o nascimento do deus sol e se chamava “Natalis Solis Invicti” (Nascimento do Sol Invencível).  Essa festa esteve inserida de uma forma intensa nos costumes populares há milhares de anos.  Por volta dos anos 300, depois de Cristo, quando o imperador Constantino se declarou cristão, o cristianismo foi colocado em um nível de igualdade com o paganismo. Por isso, muitas celebrações não foram exterminadas pela influência cristã.
       O natal, então, surge como uma sacralização de uma comemoração que já era realizada pelas religiões pagãs.  Ou seja, tornaram sagrada uma festa que era profana, na tentativa de transformar as religiões pagãs em cristãs.
       Hoje, o que se faz é o mesmo culto ao deus sol,  que ganhou outro nome e já teve tantos outros.  Nos tempos da Grécia antiga, antes mesmo do Império Romano, ele era chamado de Zeus.   No Egito, era chamado de Osíris.  O dia  25 de dezembro foi,  portanto, a data escolhida para  a  celebração desse deus pagão.  Para os sumérios,  o nome era  Tamuz.   Ele morreu durante uma caçada e o seu corpo ficou caído sobre um tronco apodrecido.  No local,  nasceu um pinheiro.   Em toda celebração a esse deus, tornou-se comum levar um pinheiro para casa, para simbolizar o seu renascimento. Qualquer semelhança com os dias atuais não é mera coincidência.
       Enquanto muitos comemoram essa festa que em nada tem a ver com o nascimento de Jesus, os judeus celebram a vitória no combate ao deus sol, o mesmo deus pagão do natal.  Isso porque, no ano de 169 antes de Cristo, o governador sírio Antíoco invadiu o Templo Sagrado, em  Jerusalém, e colocou uma estátua de Zeus no local.  Antíoco havia decretado o fim da religião judaica e destruído diversas sinagogas. Os sírios assumiram o controle de Jerusalém e isso revoltou os judeus.
       Três anos  depois, no 25º dia do mês de Kislev (o 9º mês  judaico),  os judeus venceram a batalha.  Eles reconquistaram o Templo, retiraram  a estátua do deus  sol e reacenderam a Menorá (candelabro),  que estava apagada.  O óleo disponível para manter as chamas acessas era suficiente para um único dia.  Por um milagre, a chama queimou por 8 dias.
       É por isso que esta comemoração é chamada de Chanucá ou Hanukkah, que  significa  “festa  das luzes”. Foi durante as comemorações do Hanukkah  que Jesus declarou a Sua divindade.   “Eu e o Pai Somos um” (João  10.30).  Ele escolheu a festa das luzes para anunciar o quanto Ele era especial.
       O fato de não se saber a data exata do nascimento de Jesus não motivo para desconsiderar a Sua celebração.  Mas, muito mais importante do que comemorar o nascimento de Cristo é refletir sobre o que Ele fez.  Não adianta cometer loucuras financeiras para comprar presentes e  participar dos festejos, que se tornaram uma verdadeira diversão comercial.
       “O natal é uma época deprimente para quem não tem dinheiro.  Muitos nessa época do ano sentem-se excluídos, outros se lançam na bebida e nas drogas, outros caem na depressão, na solidão, alguns até mesmo cometem suicídio”, diz Renato Cardoso, em vídeo onde explica o significado da festa.  Valores como solidariedade e gratidão não devem ser colocados em  prática em um único dia, mas todos os dias do ano.
Fonte: Folha Universal B2 – 15 de dezembro de 2013


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

GOL - Reflexão


GOL

Num mundo que celebra o relativismo, o futebol é festejado como uma paixão.
Torcer por um time parece ter ficado como o último bastião do absoluto. As pessoas trocam de esposa, trocam de país, trocam de religião, trocam de sexo, mas não trocam do clube pelo qual torcem.
Futebol é esforço de quem joga e arte para quem vê.
As pessoas choram quando seu times perdem e choram quando ganham.
Os grandes atletas são chamados de ídolos e, às vezes, de deuses.
Num estádio, as torcidas têm gritos de guerra e hinos de louvor aos seus escudos, cantados com emoções definitivas.
Em algumas situações extremas e bandidas, a guerra das torcidas não é apenas um ritual mas um espaço em que inimigos literalmente se matam.
Como virou também um grande negócio, tem futebol praticamente todos os dias na televisão, com diversas competições.
Ao mesmo tempo, esta paixão pelo futebol é uma metáfora do vazio, porque a vitória de hoje não garante a da próxima rodada, o herói incensado numa semana é vaiado no mesmo campeonato. O campeão de um ano desce ao nada no ano seguinte.
Um jogo é lembrança que pode encantar por algum tempo mas se desvanece. Um resultado só vale pelo que conquista.
Futebol é passatempo. No máximo, é perenizado em troféus guardados em armários e galerias.
Devemos degustá-lo como ele é: espetáculo.
Não tem valor eterno. Nada faz por nossa vida, além da passageira alegria.
Este é o lugar que devemos lhe dar.
Mais que isto, é idolatria.

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo   (Via e-mail)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Anúncio de Tufão nas Filipinas

Filipinas se prepara para chegada do tufão mais intenso de 2013

Haiyan foi classificado pelos meteorologistas como um supertufão

Imagem de satélite mostra o Supertufão Haiyan se aproximando do arquipélago filipino nesta Foto.

7 de novembro de 2013

O foverno das Filipinas ordenou nesta quinta-feira uma evacuação em massa da população em encostas de montanhas e zonas do litoral situadas na trajetória do tufão Haiyan, que chegará ao arquipélago com ventos de 215 km/h e rajadas de até 250 km/h.

A agência meteorologista filipina indicou em entrevista coletiva que Yolanda - o nome local que recebe o tufão - ganhou força nas últimas horas, e se dirige rumo à costa leste das Filipinas a uma velocidade de 33 km/h. Cerca de 40 províncias do país estão em estado de alerta, 5 das quais -Samar Oriental, Samar, Leyte, Leyte Meridional e as Ilhas Biliran - estão em alerta máximo.

Haiyan, que tem um diâmetro de cerca de 600 quilômetros e atravessará o centro das Filipinas desde o oeste, foi qualificado pelos meteorologistas como um "supertufão", nome que é dado a este fenômeno meteorológico quando seus ventos superam os 240 km/h.

O presidente das Filipinas, Benigno Aquino, se dirigiu hoje à nação em discurso televisionado no qual advertiu que "espera-se que este tufão seja mais intenso que o Bopha", que em dezembro deixou cerca de 1.800 mortos e desaparecidos no país. Por sua parte, agências meteorologistas americanos qualificaram Haiyan como o tufão mais intenso do mundo neste ano.

Espera-se que a tempestade toque terra amanhã de manhã e que saia da zona filipina no próximo domingo. Os governos locais de várias províncias suspenderam as aulas, enquanto a guarda-costeira pediu a todas as embarcações que não saiam para navegar. Além disso, as companhias aéreas suspenderam vários voos, e espera-se que muitos mais sejam cancelados.

O governo filipino anunciou ontem que tinham distribuído embarcações de resgate, ajuda de emergência e provisões médicas às zonas estratégicas.

ARREPENDAM-SE DOS SEUS PECADOS, E CREIA NO EVANGELHO. JESUS CRISTO ESTÁ VOLTANDO!

ARREPENDEI-VOS!!      Fonte: facebook

 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Servir a Deus VS Servir a homens. EXISTE HIERARQUIA NA IGREJA? Ciro Sanches Zibordi



Aumenta a cada dia o número de crentes que não se sujeitam a líderes e pensam que estão certos. Não respeitam pastores, verberam contra a liderança e afirmam que só devem obediência a Deus. “Igreja não é quartel general”, afirmam. E chamam qualquer liderança firme, segura, de coronelista ou despotista.

De acordo com 1 Coríntios 12.28, a hierarquização na igreja local existe, não para que um portador de certo dom e ministério se considere superior aos outros, e sim para que haja ordem. Veja: Deus pôs na igreja “primeiramente apóstolos” (cf. Efésios 4.11).

Existem apóstolos, hoje? Sim! Mas há também pseudo-apóstolos, que propagam muitas “apostolices”. Quem são os apóstolos verdadeiros? São homens de Deus, enviados por Ele, com grande autoridade, e não autoritarismo. Eles formam a liderança maior da igreja, independentemente dos títulos que receberam na igreja local: pastores-presidentes, bispos, reverendos, pastores, presbíteros, etc.

O texto de 1 Coríntios 12.28 afirma, também, que Deus pôs na igreja “em segundo lugar, profetas”. Não confunda estes com os crentes que falam em profecia nos cultos, também chamados de profetas em 1 Coríntios 14.29. O ministério profético neotestamentário é perpetrado por pregadores (pregadores, mesmo!) da Palavra de Deus, portadores de mensagens proféticas (Efésios 4.11). Em seguida, o texto em apreço assevera: “em terceiro, doutores”. Essa hierarquização ocorria na igreja de Antioquia da Síria: “havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé, e Simeão, chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo” (Atos 13.1).

É importante não confundir títulos com ministérios e dons. Estes vêm do Espírito Santo, enquanto os títulos são recebidos dos homens. Embora na Assembleia de Deus histórica, por exemplo, não haja o título de apóstolo, existe o ministério apostólico. Este, segundo a Bíblia, perdurará “até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Efésios 4.13).

Finalmente, em 1 Coríntios 12.28, está escrito: “depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas”. Milagres só vêm depois de apóstolos, profetas e doutores? Isso mesmo. Na hierarquização feita por Deus, o ministério da Palavra é mais prioritário que os milagres, haja vista serem estes o efeito da pregação do Evangelho (Marcos 16.17). Observe que João Batista foi considerado por Jesus o maior profeta dentre os nascidos de mulher, mesmo sem ter realizado sinal algum (João 10.41).

Se não houver hierarquia nas igrejas, para que servirão os cargos e funções? Qualquer pessoa, dizendo-se usada por Deus, poderá mandar no pastor. Aliás, isso estava acontecendo na igreja de Tiatira, e o próprio Senhor Jesus repreendeu o obreiro frouxo que não estava exercendo a liderança que recebera do Senhor (Apocalipse 2.20). Deus é Deus de ordem! Por isso, o princípio divino da hierarquização aparece em várias outras passagens neotestamentárias: 1 Coríntios 14.26; 15.23; 1 Tessalonicenses 4.17; 5.23; Colossenses 2.5.

Na Bíblia, portanto, vemos que Deus prioriza e hierarquiza. Ele — que podia ter formado todas as coisas com uma única palavra — fez questão de formar tudo a seu tempo, dia a dia (Gênesis 1). O Senhor também determinou a disposição ordenada das tribos de Israel (Números 2), demonstrando ser um Deus de ordem (1 Coríntios 14.40). Os dons e ministérios não são invenção humana. Eles foram dados por Deus para edificação do Corpo de Cristo e para que haja ordem no meio do povo de Deus (Efésios 4.11-15). Fica A Dica.

Ciro Sanches Zibordi

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

ACONTECEU - Um encontro de um jovem universitário com o Dr. Louis Pasteur - Reflexão

Um senhor de idade, viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem  percebeu que se tratava da Bíblia.  Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou: O senhor ainda acredita neste livro cheio de crendices.  É  a Palavra de Deus.  Estou errado? - Mas é claro que está!  Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa,  mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crê que Deus criou o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso. - É mesmo? E o que pensam os nossos cientistas sobre a Bíblia?  Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima de urgência.  O velho então, cuidadosamente, pegou no bolso do paletó e deu o seu cartão ao universitário.  Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.  No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França. "um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima". É intrigante a arrogância de ser humano. As Escrituras Sagradas já nos advertia de muito tempo: " A ciência incha, mas o amor edifica.  Se alguém pensa saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber.  Mas, se alguém ama Deus, esse é conhecido dele.   I Co 8.1-3.  O esforço de muitos  tentando negar a Deus, é de tamanho proporcional ao vazio de seus corações e da necessidade de reconhecê-lo e recebê-lo como Salvador e Senhor de suas vidas.  Leia a Bíblia, a salvação encontra-se em suas páginas e são muitos os que já o  encontraram, junte-se a eles.  O Senhor te ama e tem um plano muito especial para você, mas para isso, é preciso que você o tenha como primordial em sua vida. Tenha tempo para Deus antes que seja tarde demais.          -   MEAPSE - 200308-97

FONTE:www.alfaeomega.com.br

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O PREÇO DO REAVIVAMENTO - POR SANDRO GOMES

Oswaldo Smith no seu livro o fogo consumidor diz que o reavivamento é o resultado de um preço que se pagou. Segundo ele, todos os reavivalistas que conheceu pagaram o preço. Vejamos a seguir o primeiro preço:

1. ENDIREITE-SE DIANTE DE DEUS

O cristão pode se endireitar diante de Deus por dois caminhos. Pelo caminho da confissão e pelo caminho da restituição. A confissão apresenta três fases.
Primeira fase: a confissão particular. Isto se dá quando o pecado foi cometido só contra Deus, e ninguém tomou conhecimento, então é só confessá-lo a Deus.
Segunda fase: a confissão pessoal. Isto ocorre quando o pecado foi cometido contra outra pessoa; e só haverá perdão se o faltoso confessar sua falta a Deus e a pessoa ofendida. Mesmo que o faltoso tenha espalhado por exemplo , um mexerico verdadeiro ou falso; se foi com o objetivo de prejudicar o próximo, é necessário corrigir o erro.
A terceira fase é a confissão pública. Oswaldo Smith ainda que diz que se o pecado foi cometido contra toda a igreja, e se muitas pessoas sabem disso, então, deve-se fazer confissão pública, antes de se corrigir o erro.
Já vimos que o outro meio de nos endireitarmos diante de Deus é através da restituição. Isto é, devemos andar certo diante de Deus e diante dos homens. Pode haver motivo de a pessoa se desculpar ou se justificar. Pode haver uma dívida, uma conta que não foi paga, que é preciso saldar. Não esqueçamos que às vezes pedimos emprestado objetos, livros, Bíblias, etc. ao nosso próximo, e não os devolvemos em tempo hábil. É preciso restituir o que não é nosso. Podem existir objetos em nossa casa, que trouxemos do trabalho, da escola, do vizinho, os quais não nos pertencem. Repito: é necessário restituirmos o que não é nosso. Faça um exame interior, e certamente o Espírito Santo mostrará ao amigo leitor o que você precisa restituir ao seu próximo. (Fonte: Extraído do livro A Segunda Vitória de Elias, p. 73-5 - Autor: Sandro Gomes de Oliveira).

domingo, 11 de agosto de 2013

Por que é tão difícil para nós aceitar que o menino matou os pais? - Reflexão


Por Rev. Leandro Lima


Desde o primeiro dia que a televisão deu a notícia da chacina na zona norte de São Paulo, eu não consegui acreditar que o garoto de treze anos poderia ser o assassino da família. Hoje, a mídia começa a especular outras possibilidades, falando sobre possíveis denúncias feitas pela mãe do garoto (que é policial) a respeito de policiais corruptos, o que poderia conduzir a investigação para outros rumos. Todos nós, de certo modo, ansiamos para que haja outra explicação para o caso, e talvez possa haver mesmo. Porém, meditando nesse terrível assunto, a pergunta acima começou a se tornar importante para mim. Ela é reveladora de anseios profundos que habitam nossa alma, e infelizmente, muitos desses anseios são completamente infundados e mentirosos.

Em primeiro lugar é difícil para nós aceitar que um garoto de treze anos possa fazer algo assim tão terrível porque alimentamos a ilusória esperança de que o ser humano não seja tão perverso quanto é. É uma ilusão romântica que, apesar de todos os desmentidos da mídia a nos mostrar diariamente o que o ser humano é capaz de fazer, ainda assim, lutamos desesperadamente para crer que resta algo de bom nessa raça que a Bíblia chama de decaída, pervertida e corrupta (Fp 2.15; Jr 17.9; Rm 3.10-12,23).

Em segundo lugar, há uma ilusão ainda mais arraigada em nosso coração a respeito da bondade inerente dos infantes. Queremos acreditar que o terrível mal do pecado não os atingiu, ou que só os atinge a partir de certa idade, ignorando o ensino bíblico de que todos já nascem pecadores (Rm 5.12, Sl 51.5).

No entanto, todo esse caso também nos ensina algo importante que, se for considerado atentamente, poderá trazer grande benefício para a vida das pessoas. A primeira lição é que todas as pessoas (inclusive nós) são capazes de realizar os atos mais terríveis. Há potencial em cada ser humano para ser o pior dos criminosos. Deus refreia a pecaminosidade humana a fim de impedir que esse mundo se torne um verdadeiro inferno. No entanto, de tempos em tempos, ele solta os freios de algumas pessoas, que ficam como testemunhos perante nossos olhos do verdadeiro mal que habita em todos nós. Até porque, somente quando o ser humano compreende sua condição, seu estado deplorável, sua absoluta inaptidão para ser justo, é que ele está preparado para receber o maior dos presentes de Deus: a salvação. Quando toma consciência de sua pecaminosidade, de seu terrível e completo estado de perdição, o homem pode compreender o amor de Deus que enviou seu próprio Filho para sofrer a maior das violências na cruz, e assim conduzir os perdidos aos braços do Pai (Jo 3.16, Rm 5.8).

Talvez o garoto não tenha realizado o que estão atribuindo a ele. Mas há algo que não podemos ignorar: ele pode ter feito isso. Não devemos acompanhar esse tipo de caso com um sentimento mórbido por ver o mal dos outros, e, às vezes, alimentar um senso inócuo de superioridade por não estar em situação semelhante; antes, humilhados diante de Deus, reconhecendo toda a falência espiritual do gênero humano, suplicar sua misericórdia para nosso mundo; ansiar e contribuir para que o Evangelho alcance e transforme mais vidas; e que o Reino vindouro venha depressa. Maranata!

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domingo, 28 de julho de 2013

RAÍZES DO PAPADO E DA MARIOLATRIA

Desde o ano 200 a.C. até o ano 276 da nossa Era, os imperadores romanos haviam ocupado o posto e o título de Sumo Pontífice da Ordem Babilônica.  Depois que o imperador Graciano se negara a liderar essa religião não cristã, Dâmaso, bispo da Igreja Cristã em Roma, foi nomeado para esse cargo no ano 378.  Uniram-se assim numa só pessoa todas as funções dum sumo sacerdote apóstata com os poderes de um bispo cristão. Imediatamente depois deste acontecimento, começou-se a promover a adoração a Maria como a Rainha do Céu e a Mãe de Deus. Daí procederam todos os absurdos romanistas quanto à humilde pessoa de Maria, mãe do Salvador. Enquanto se desenvolvia a adoração a Maria, os cultos da Igreja de Roma perdiam cada vez mais os elementos espirituais e a perfeita compreensão das funções sobrenaturais da graça de Deus.  Formas pagãs, como a ênfase sobre o mistério e a magia, influenciaram essa igreja.  O sacerdote, o altar, a missa e as imagens de escultura assumiram papel de preponderância no culto. A autoridade era centrada numa igreja dita infalível e não na vontade de Deus conforme expressa pela Sua Palavra.  (Fonte: Apostila do Curso de Missões do IBMS)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

1ª Epístola de Paulo aos Brasileiros - Reflexão


 

 
Prefácio e Saudação
 
Paulo, apóstolo, não da parte de homens, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, a todos os santos e fiéis irmãos em Cristo Jesus, que se encontram em terras brasileiras, graça e paz a vós outros.
 
Exortações à Igreja
 
Rogo-vos para que não haja partidos entre vós. Mas vejo que é isso que está ocorrendo, pois uns dizem: eu sou de Malafaia; outros, de Macedo; outros, do Soares; outros de Feliciano; Quem é Malafaia? Quem é Soares? Quem são eles? [1] Por acaso Cristo está dividido? Não são neles que devemos postar nossos olhos, mas em Cristo, o único que morreu por nós. Vejo que ainda sois meninos na fé quando o propósito de cada um é só buscar bênçãos para si, visando os próprios interesses e não o interesse do Corpo. Digo-vos que a maior benção já vos foi concedida na cruz quando fostes resgatados da morte e das trevas. Agora, aprendam a viver contentes e dar graças a Deus por tudo [2] .
 
Sinais e Prodígios
 
Assim como os judeus pediam sinais em minha época [3], há muitos que só pensam em prodígios e maravilhas: fazem correntes e marcam hora para as curas se efetuarem, e eu já havia advertido aos seus irmãos de Tessalônica que tão somente orassem o tempo todo, [4] pois apenas Deus é quem sabe a hora de atender. Eu mesmo deixei Trófimo doente em Mileto, [5] o amado Timóteo foi medicado enquanto esperava o Senhor curar sua gastrite, [6] e Epafrodito adoeceu mortalmente chegando às portas da morte [7]. Por que entre vós no Brasil seria diferente?
 
Outras admoestações
 
Estão fazendo rituais para amarrar demônios e declarar que as cidades do Brasil são do Senhor Jesus. Nunca vistes isso em mim e em nenhum momento em Cristo. Pelo contrário, preguei o evangelho em Éfeso, mas a cidade continuou seguindo a deusa Diana. No Areópago de Atenas riram e zombaram de minha pregação, e poucos aceitaram a palavra do evangelho; como eu iria dizer que Atenas era do Senhor Jesus? Em Corinto, a prostituição continuou a dominar a cidade, e em Roma, as orgias e as dissoluções da família até se intensificaram no decorrer dos anos. Dizer que Roma pertencia ao Senhor Jesus seria uma frase que levaria ao engano os poucos irmãos verdadeiramente convertidos.
 
Na verdade muito me esforcei e fiz de tudo para ver se conseguia salvar a alguns [8]. Nunca ensinei a reivindicar territórios, mas tão somente orava a Deus que me abrisse uma porta para pregar a Palavra [9] .
 
Cuidado com os falsos apóstolos
 
Há muitos homens gananciosos aparecendo no meio de vós no Brasil dizendo que são apóstolos e criando hierarquias para exercer domínio uns sobre os outros, coisa que nunca aceitei. Porque tanta preocupação com títulos? Por que ninguém se contenta em ser chamado simplesmente servo? Pois é isso é o que realmente importa. Saibam que há muitos obreiros fraudulentos transformando-se em apóstolos de Cristo [10].
 
Já vos advertira que depois da minha partida, entre vós penetrariam lobos vorazes que não poupariam o rebanho de Cristo [11], vós não lembrais disso brasileiros?
 
Sobre os dons espirituais
 
Soube que muitos estão preocupados com os dons. É verdade que eles são importantes, mas o Espírito concede a cada um conforme melhor lhe convém [12]. Tenho percebido que valorizam principalmente os dons sobrenaturais – como falar em línguas, visões, curas e revelações – e esquecem-se que ensinar bem as Escrituras, administrar com zelo as coisas de Deus e promover socorro aos necessitados também são dons espirituais [13].
 
Mas o que eu quero mesmo é que estejais buscando para suas vidas o fruto do Espírito. De nada adianta ter fé suficiente para curar pessoas, transportar montes e expulsar demônios se ficais devorando uns aos outros, [14] se não
têm amor, se provocam rixas e intrigas entre si e dão mau testemunho.
 
Ofertas ao Senhor
 
Quanto às ofertas e sacrifícios, já falei por carta: no primeiro dia da semana cada um separe segundo sua prosperidade [15]. Nunca fiz leilão de bênçãos do Senhor, desafiando o povo a ofertar começando com 10 moedas de ouro até chegar ao que tinha um denário. O único sacrifício aceitável por Deus já foi feito na cruz pelo seu Filho Jesus, entendais isto brasileiros.
 
Quando Deus me der oportunidade de visitar-vos quero conhecer os que estão se enriquecendo com o Evangelho e enfrentar-lhes face a face. A piedade jamais pode ser fonte de lucro [16] e se continuarem nessa sórdida ganância haverão de sofrer muitas dores [17].
 
A busca da verdadeira maturidade
 
É imprescindível que manejem bem a Palavra, pois chegou ao meu conhecimento que esta é uma geração tão ignorante nela que estão sendo enganados por lobos vorazes, que trazem enganos e sofismas, e a esses, de boa mente, os tolerais [18]. Lembrem-se que quando preguei em Beréia o povo consultava a Palavra para ver se as coisas eram de fato assim [19]. Porque não fazeis vós o mesmo? Ora, os ardis de satanás vêm sempre disfarçados na pregação de um anjo de luz [20].
 
Vejo que entre vós há muitos acréscimos e deturpações daquilo que falei. Admoesto-vos a que não ultrapasseis o que está escrito [21] .
 
As saudações pessoais
 
Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos; afastai-vos deles, porque esses tais não servem a Cristo, e sim a seu próprio ventre [22], seus próprios interesses. Em breve vos vereis.
 
A bênção
 
A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós do Brasil [23].
 
REFERÊNCIAS [1] – 1Co 3.5 [2] – Fp 4.11; 1Ts 5.18 [3] – 1Co 1.22 [4] – 1Ts 5.17 [5] – 2Tm 4.20 [6] – 1Tm 5.23 [7] – Fp 2.27-30 [8] – 1Co 9.22 [9] – Cl 4.3 [10] – 1Co 11.3 [11] – At 20.29 [12] – 1Co 12.7 [13] – Rm 12.7-8 [14] – Gl 5.15 [15] – 1Co 16.2 [16] – 1Tm 6.5 [17] – 1Tm 6.10 [18] – 2Co 11.4 [19] – At 17.11 [20] – 2Co 11.14 [21] – 1Co 4.6 [22] – Rm 16.17-18 [23] – 2Co 13.13.
 
 
AUTOR: Daniel Rocha (Buscai o Reino <http://buscaioreino.blogspot.com/>)

 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

7 MARCAS DE UM FALSO MESTRE


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Por Por Tim Challies 


Nada enriquece mais o inferno do que falsos mestres. Ninguém tem maior alegria em atrair as pessoas para longe da verdade, levando-as ao erro. Falsos mestres tem estado presentes em todas as eras da história humana; eles tem sempre sido uma praga e sempre estiveram no ramo da falsificação da verdade. Enquanto suas circunstâncias podem mudar, seus métodos permanecem constantes. Aqui estão sete marcas dos falsos mestres.

1 - Falsos mestres são bajuladores dos homens. O que eles ensinam é para agradar mais aos ouvidos do que beneficiar o coração. Eles fazem cócegas nos ouvidos de seus seguidores com lisonjas e, enquanto isso, tratam coisas santas com esperteza e negligência ao invés de reverência e temor. Isso contrasta bruscamente com um verdadeiro mestre da Palavra que sabe que é responsável perante Deus e que, por isso, anseia mais agradar a Deus do que aos homens. Como Paulo diria, “pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração” (1 Tessalonicenses 2.4).

2 - Falsos mestres guardam suas críticas mais severas aos servos mais fiéis de Deus. Falsos mestres criticam aqueles que ensinam a verdade e guardam suas críticas mais acentuadas para aqueles que se apóiam com firmeza no que é verdadeiro. Nós vemos isso em muitos lugares na Bíblia, como quando Corá e seus amigos se levantaram contra Moisés e Arão (Números 16.3) e quando o ministério de Paulo estava ameaçado e minado pelos críticos que diziam que, enquanto suas palavras eram fortes, ele mesmo era fraco e sem importância (2 Coríntios 10.10). Vemos isso mais notavelmente nos ataques viciosos das autoridades religiosas contra Jesus. Falsos mestres continuam a repreender e menosprezar servos fiéis de Deus hoje. Entretanto, como Agostinho declarou,“Aquele que prontamente calunia meu bom nome, prontamente aumenta a meu galardão”.

3 - Falsos mestres ensinam sua própria sabedoria e visão. Isso certamente era verdade nos dias de Jeremias quando Deus disse “Os profetas profetizam mentiras em meu nome, nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, adivinhação, vaidade e o engano do seu íntimo são o que eles vos profetizam”(Jeremias 14.14). E, hoje também, falsos mestres ensinam a loucura dos meros homens ao invés de ensinarem a mais profunda e rica sabedoria de Deus. Paulo sabia: “pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Timóteo 4.3).

4 - Falsos mestres deixam passar o que é de suma importância e, ao contrário, se focam nos pequenos detalhes. Jesus diagnosticou essa tendência nos falsos mestres de seu tempo, advertindo-os, “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” (Mateus 23.23). Falsos mestres colocam uma grande ênfase na sua aderência aos pequenos comandos mesmo quando ignoram os grandes. Paulo advertiu Timóteo daquele que “é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas,  altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (1 Timóteo 6.4-5).

5 - Falsos mestres obscurecem sua falsa doutrina por trás de um discurso eloquente e do que parece ser uma lógica impressionante. Assim como uma prostituta se pinta e se perfuma para parecer mais atraente e sedutora, o falso mestre esconde sua blasfêmia e doutrina perigosa atrás de argumentos poderosos e de um uso eloquente da linguagem. Ele oferece aos seus ouvintes o equivalente espiritual a uma pílula venenosa revestida de ouro; embora possa parecer bonita e valiosa, permanece sendo mortal.

6 - Falsos mestres estão mais preocupados em ganhar os outros para a sua opinião do que em ajudá-los e melhorá-los. Esse é outro diagnóstico de Jesus quando ele refletiu sobre as normas religiosas dos seus dias. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!” (Mateus 23.15). Falsos mestres não estão em última instância no ramo de melhorar vidas e salvar almas, mas no ramo de convencer mentes e ganhar seguidores.

7 - Falsos mestres exploram seus seguidores. Pedro avisa acerca desse perigo, dizendo: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (1 Pedro 2.1-3). O falso mestre explora aqueles que o seguem porque eles são gananciosos e desejam as riquezas desse mundo. Sendo essa uma verdade, eles sempre ensinarão princípios que satisfazem a carne. Falsos mestres estão preocupados com os bens deles, não com o seu bem; querem servir a si mesmos mais do que aos perdidos; estão satisfeitos em Satanás ter a sua alma contanto que eles possam ter as suas coisas.

Traduzido por Kimberly Anastacio | iPródigo.com | Original aqui
FONTE:  BLOG BEREIANOS - APOLOGÉTICA CRISTÃ REFORMADA
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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Comentários acerca do Evangelho de João 21.15-17. Reflexão

21.15ª (  Pergunta) Você realmente me ama mais do que o resto dos discípulos como se gabava (Mt 26.33-35) ?  Ele se gabava de possuir o maior amor, e nenhum ( com exceção de Judas)  havia negado Jesus  tão enfaticamente .  Pedro respondeu humildemente.  21.15b Jesus usou o verbo grego agapao nas primeiras duas perguntas, que significa ardentemente, supremamente, perfeitamente, enquanto Pedro respondeu com o verbo phileo,  gostar, sentir amizade pelo outro.  Na terceira vez, o Senhor usou Phileo, o que humilhou grandemente Pedro.  NOTA:  Bíblia de Estudo Dake Copyright@2009 – CPAD e Editora Atos
21.17 Pela terceira vez.  Pedro não se entristeceu porque Jesus muda ligeiramente o vocabulário nessa última pergunta, mas porque as três perguntas sobre o seu amor por Jesus, certamente o lembraram de suas três negações recentes. Em sua bondade, Jesus deu a Pedro a oportunidade de confessar o seu amor e reafirmar o seu chamado para servir ao Senhor. Reagindo com muito gratidão, Pedro chama Jesus de “o Supremo Pastor” (I Pe 5.4).  Fonte: Bíblia de Estudo de Genebra, 2ª edição@2009 – Editora Cultura Cristã – SP – SP

1(21.15) Nos vs. 15-17 dois diferentes verbos gregos foram usados para “amar”: agapaõ, amar profundamente, usado para com o amor divino em 14.21, e o amor que a lei exige (Lc. 10.27); e phileõ, gostar de, um amor de grau inferior que  agapaõ, como o amor entre os amigos.  Nos dois  primeiros exemplos, onde o Senhor  pergunta a Pedro:  “Amas-me?” Ele usou agapaõ; mas Pedro, lembrando-se de que tinha negado o Senhor três vezes e consciente agora de sua própria fraqueza, não se atreveu a responder com uma palavra tão forte como agapaõ. Em vez disto, ele emprega phileõ na sua resposta: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”.  Quando o Senhor o inquiriu pela terceira vez:  “amas-me? “ , Ele usou a palavra menos forte, phileõ.  E novamente o discípulo  humildemente respondeu: “Senhor, tu sabes todas as cousas, tu sabes que eu te amo (phileõ)”.
2(21.15)  A repetição tripla que Cristo  faz do pronome  “meu” – “meus cordeiros”... minhas ovelhas... minha ovelhas”  (vs, 15m16m17) – faz que todos  os cristãos que são responsáveis por outros se lembrem que as pessoas  sob as suas ordens pertencem antes de tudo, a Cristo. Os pastores, os missionários, os professores e os pais não passam de vice-pastores a cujos cuidados as ovelhas de Cristo foram entregues.  Comp. Hb 13.20 ;  I Pe 5.3.
3(21.17)  Com a sua auto-confiança grandemente abalada por ter há pouco negado o seu Senhor, Pedro se sente indigno de expressar o seu amor a Cristo com a palavra mais significativa aoapaõ, e portanto ele usa a mais fraca phileõ.. Veja 21.15, nota.  Jesus agora condescende com a auto-avaliação de Pedro, dizendo:  “Ainda que você não confie em suas próprias emoções para usar a palavra agapaõ, ainda assim você deve Apascentar minhas ovelhas”.  Nosso dever para com Cristo deve depender não da força de nossos sentimentos subjetivos, mas de nossa percepção do que Ele fez por nós.   Fonte:  Bíblia com as referências e anotações de Dr. C.I. Scofield – IBRB – 1982

21.15-17 – Jesus perguntou três vezes a Pedro se este o amava.  Na primeira vez, Jesus disse:  “Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que a estes?”  (No texto grego foi usado o termo apape, que se refere ao amor volitivo, sacrificial.)  Na segunda vez, Jesus repetiu a pergunta, usando novamente o termo grego ágape, mas focou somente Pedro.  Na terceira vez, Jesus usou o termo grego  phileo, que significa, afinidade ou amor fraternal, estava perguntando a Pedro: “Você é meu amigo?” Nas três vezes em que foi interpelado por Jesus, Pedro respondeu utilizando o termo grego phileo.  Jesus não está em busca de respostas rápidas e superficiais. Ele tem a habilidade de alcançar o âmago de qualquer questão.  Pedro teve que enfrentar os seus verdadeiros sentimentos e motivações quando Jesus  lhe perguntasse:  “Você me ama?”  Você realmente ama Jesus?  Você é amigo dele?  FONTE: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoas @CPAD 1995 - SP


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Julio Severo: Conflitos morais entre EUA e África

Julio Severo: Conflitos morais entre EUA e África: Conflitos morais entre EUA e África Julio Severo Pondo a nu um forte conflito moral, o presidente americano Barack Obama na quinta-fe...

terça-feira, 18 de junho de 2013

Filha de homossexual pede que o governo proteja casamento tradicional .


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Uma mulher canadense criada por um homossexual decidiu se pronunciar e clamar à sociedade e ao governo que protejam o casamento entre homem e mulher. Ela atualmente prepara uma autobiografia, que fala sobre o impacto de ter pais homossexuais.

Dawn Stefanowicz, que vive em Ontário no Canadá, contou experiências humilhantes enquanto foi criada por seu pai homossexual. Em seu site pessoal, Dawn fala como sua infância foi exposta a intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas, entre outros.

Durante sua criação, a canadense diz que sofreu também falta de afirmação em sua feminilidade e conta como tudo isso feriu seu estilo de vida. Hoje ela oferece ajuda a outras pessoas que sofreram por vir também de uma família de estilo homossexual.

Dawn, cuja mãe morreu cedo, conta que esteve exposta a um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de risco de seu pai e a numerosas parelhas.

“Desde cedo, fui exposta a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Fui exposta a manifestações de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo.”

Com tudo isso, Dawn afirma que sofreu de depressão, tendências suicidas e compulsão sexual.

Hoje, cristã e casada, ela expõe a necessidade de se manter a fundação da sociedade constituída pela relação entre esposo e esposa, pelo bem estar dos filhos biológicos.

“As crianças precisam de limites apropriados e expressões seguras de intimidade emocional que não sejam sexualizadas em casa e na comunidade.”
Ela questiona se o governo e o sistema judiciário está ‘brincando’ com as crianças, forçando “cidadãos honrados” a tolerar todas as formas de expressão sexual contra sua vontade.

“Os canadenses devem decidir e não os juízes. (...) Nesse debate crucial, os direitos humanos das crianças têm se tornado secundários, ignorados e negados”.

Ela alerta ainda que se os canadenses não pararem o matrimônio homossexual, “iremos perder toda a nossa liberdade de falar sobre assuntos em torno da sexualidade com vigor moral e religioso”.

Com informações Christianpost
Extraído do blog Os Bereanos
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terça-feira, 11 de junho de 2013

Exemplo de um diário de um jovem: - Reflexão

- Segunda- Feira, 8:00 horas. Chego na escola, e os cara já estão lá. "E aí, ainda nessa onda de crente?" A minha cabeça gira,  minha consciência me incomoda.  Eu reúno todas as minha forças e respondo "Sim!".

- Terça-Feira, 8:00 horas.  Chego na escola, e eles já estão lá.  "E aí, ainda nessa onda de crente?" A minha cabeça gira, minha consciência me incomoda. Eu baixo os olhos e digo "talvês!" .

- Quarta  à noite, 19:00 horas. Chego em casa. Minha família vai à igreja.  "Você vem conosco ?"  Minha cabeça gira, minha consciência me incomoda, mas eu mordo os lábios e digo: "Não!" .

- Domingo de manhã, 10 :00 horas. Estou sentado em meu quarto, sozinho com minha consciência.  Oro e clamo a Deus: " Senhor, tu me aceitas outra vez?" E Ele responde "Sim!".

Nota: A consciência sempre faz duas coisa: ela aproxima você de Jesus ou leva você para longe dEle. uma consciência pesada foi o que levou muitas pessoas a deixar de ler a Bíblia, a evitar a comunhão com os irmãos, a se auto-justificar e a acusar os outros. Mas quem cede à consciência acusadora e se refugia junto a Jeus receberá o perdão!

Fonte:  Chamada da Meia-Noite - Novembro de 2004 - por Norbet Lieth

No serviço do Mestre, Sandro Gomes, E-mail: prsandrogomes@ig.com.br

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Semeando Boas Novas: Manifestação pacífica em Brasília reúne mais de 70...

Semeando Boas Novas: Manifestação pacífica em Brasília reúne mais de 70...: Fonte:  verdadegospel Evento foi o segundo maior já realizado em Brasília, só perdendo para as Diretas Já Mais de 70 mil pessoas lota...

quarta-feira, 22 de maio de 2013

A Família Cristã no Século XXI - Divórcio



Por Eliseu Antonio Gomes

A Lei de Moisés permitia que o marido israelita repudiasse sua mulher, mas os motivos pelos quais ele podia tomar tal deliberação tinha algumas restrições:

As vítimas de violência sexual e o divórcio na Lei de Moisés

Na cultura judaica, a reputação arruinada de uma virgem era pior que o estupro. O estuprador israelita era obrigado a pagar o dote ao pai da vítima, o mesmo valor que ele receberia quando ela se cassasse em cerimônia convencional, e depois de casado dar-lhe a proteção do casamento sem a possibilidade de divórcio, sendo obrigado a cuidar da vítima e das crianças resultantes dessa união. A obrigação de casar-se com a vítima estuprada garantia a ela não ficar solteira, rejeitada por não ter a virgindade, e também servia como meio de desmotivar o sexo sem compromisso conjugal (Deuteronômio 22.19, 29; 24. 1-4).

Divórcio e novo casamento no Código Mosaico

Eram tidos como problemas graves na sociedade israelita a mulher ser incapaz de gerar filhos, possuir defeito físico, fluxo irregular de sangue durante a menstruação, proceder com descuido durante o período menstrual e no descuido outras pessoas ter contato com o sangue. A pessoa que tivesse contato era considerada cerimonialmente impura, o que impelia a todos a exigir cuidados redobrados   (Levíticos 15.19, 27).

Se um israelita casasse com uma mulher com este perfil poderia assinar um documento de divórcio e mandá-la embora´de casa. E se depois de divorciada essa mulher viesse a se casar com outro israelita e neste segundo casamento ela ficasse viúva ou outra vez ela se tornasse divorciada, o primeiro marido era impedido de reatar laços matrimoniais com a ex-esposa

Nestes casos, entre os judeus não era errado a mulher casar outra vez. A mulher israelita divorciada de dois maridos  não tinha impedimento algum para casar-se novamente, desde que não fosse com seu primeiro marido (Deuteronômio 24.1-2). O veto ao primeiro marido era uma maneira de coibir aos homens agirem impetuosamente contra suas esposas e de proteger a reputação das mulheres, que poderia ser vista com alguém imoral e de más intenções.

Divórcio e novo casamento na perspectiva de Jesus

Sobre a questão do divórcio, o ensino de Jesus está registrado em Mateus 5.31-32; Marcos 10.2-12; e Lucas 16.18. Jesus reconheceu que em caso de adultério o divórcio possa ser uma triste medida necessária em caso do cônjuge adúltero ter coração endurecido e não se arrepender de sua infidelidade e manter-se infiel, ou de a parte ofendida ter seu coração endurecido e não ser capaz de perdoar o cônjuge adúltero que se arrependeu e se dispõe a voltar a dedicar-se de maneira correta ao laço conjugal.

Jesus deixou claro reprovar a atitude masculina de desprezar a mulher simplesmente por desagradá-lo, mostrou que não era de acordo com a pouca proteção legal que tinham elas. Lembrou aos judeus que o divórcio é contrário à vontade de Deus, sendo o objetivo divino que o matrimônio perdure por toda a vida. 

Aos rabis que procuraram Jesus preocupados apenas com a letra da Lei, perguntando sobre divórcio e nova casamento, disse-lhes: "Qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera, e aquele que casar-se com a repudiada comete adultério" - Mateus 5.32. A resposta esclarece a necessidade de se entender o  propósito da Lei e o plano original de Deus acerca do casamento para a raça humana: um homem e uma mulher casados por toda a vida. A intenção do Senhor permanece inalterada ao passar dos anos, não pode ser ignorada por circunstâncias banais, como por exemplo um lapso quanto ao asseio físico individual feminino, a doença, a infertilidade, o ronco durante a noite, o envelhecimento (Lucas 16.16-18).
O divórcio e o novo casamento pela perspectiva do apóstolo Paulo

Paulo, em 1 Coríntios 6.18, abordando as relações sexuais ilícitas nos faz entender que  o adultério, espiritualmente, não é um pecado pior do que outros. Porém, produz um bojo de questões ao casamento que os outros pecados não... (continue a leitura acessando o texto na fonte: Belverede).
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Eliseu Antonio Gomes
Equipe UBE Blogs

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Hipocrisia e mortes na Somália

Posted: 17 May 2013 07:37 AM PDT

A Inglaterra acaba de dar mais um exemplo daquilo que é a hipocrisia assassina que, na Somália, tem ceifado a vida a muitos milhares de pessoas, ao emitir uma nota de reconhecimento pelo esforço que o governo somali tem estado a fazer para combater as milícias islâmicas, não dedicando sequer uma linha à catástrofe humanitária registada no país e que resulta da morte por fome de uma parte muito significativa da população.
Numa conferência de doadores realizada em Londres e na qual participaram delegações de mais de 50 países e ainda das Nações Unidas, União Africana e Fundo Monetário Internacional (FMI), o Presidente Hassan Sheik Mohamud apelou uma vez mais à ajuda, ao investimento e à protecção.
Este seu apelo, como os muitos outros que anteriormente fez em situações semelhantes, teve um impacto muito reduzido na grande imprensa internacional que optou por notícias sobre a posição do país anfitrião do encontro de aplaudir os esforços feitos pelo governo da Somália para travar os avanços das milícias islâmicas e para tentar instalar a ordem em toda a extensão territorial do extenso país.
Sobre a catástrofe humanitária que se acentua à medida que aumenta a indiferença internacional, nem uma única palavra, como se nada se estivesse a passar e as vidas de milhares de pessoas fosse uma mera retórica. Mas a verdade é que de retórica isso nada tem.
Segundo dados divulgados por diferentes organizações internacionais, entre 2010 e 2012 morreram na Somália 260 mil pessoas, metade das quais crianças com menos de cinco anos de idade. A União Africana e as Nações Unidas, verdade se diga, não tem poupado esforços no sentido de tentar denunciar a situação, mas as suas palavras perdem-se nos labirintos onde se movimenta a diplomacia internacional que, de há muito, traçou as suas prioridades. E essas prioridades passam, claramente, pelo esforço de combate às milícias islâmicas que pululam naquela região do continente africano de modo a que a sua influência não se estenda para os países vizinhos.
Ao fazerem da Somália uma linha da frente contra o terrorismo islâmico, as grandes potências internacionais deveriam ter também em atenção a necessidade de reforçar o seu apoio ao governo no sentido de travar a catástrofe humanitária que se acentua a cada dia que passa.
E, não o fazendo, estão a entregar de “mão beijada” a essas milícias o importante apoio local que encontram junto das populações que, despojadas de tudo, ficam mais vulneráveis às influencias religiosas que sobre si são exercidas, passando dessa forma a ser uma fácil fonte de recrutamento. O governo de Hassan Mohamud faz o que pode para se segurar no poder, mas depende, para tudo, do apoio que as potências internacionais lhe quiserem dispensar, competindo-lhe tentar executar as pressões vindas do exterior e que, muito raramente, são destinadas a resolver os verdadeiros problemas do povo.
Esses problemas, como é bom de ver, passam pela criação de condições que permitam à população ter a esperança de, no mínimo, conseguir sobreviver à fome e às epidemias, só depois se preocupando com a questão religiosa.As reuniões de doadores que periodicamente se realizam com o pretexto de se conseguir ajuda para a Somália raramente cumprem com os objectivos traçados. Umas das vezes são os países participantes que não honram os compromissos assumidos em termos de disponibilização de verbas e outras são os posteriores descaminhos que são dados aos fundos apurados e que são geridos por diferentes organizações internacionais.Toda a gente sabe que assim é, mas o que é grave é que ninguém faz nada para alterar o que quer que seja. Segundo as estatísticas, durante o período de tempo em que decorreu mais esta reunião de doadores, num dos melhores hotéis de Londres, terão morrido na Somália mais de uma centena de crianças com menos de cinco anos de idade.
A comunidade internacional tem de encontrar uma solução para este grave problema. Trata-se de uma questão humanitária, mas também de opção politica, pois será essa a única forma de se evitar a progressão do radicalismo islâmico na região.
Condenar à fome e à morte centenas de milhares de pessoas pelo simples facto de terem tido a desgraça de terem nascido numa região desprovida de tudo é o que melhor serve os desígnios daqueles que apostam no desespero humano para imporem os seus ideiais bélicos e atentatórios da liberdade. Não pode a hipocrisia política sobrepor-se aos mais elementares valores que dignificam a vida humana, sob pena de se estar a assistir a uma completa e criminosa táctica de extermínio.
Por Roger Godwin
Posted: 17 May 2013 07:33 AM PDT
O PRESIDENTE da República, Armando Guebuza, exortou ontem, a todos os moçambicanos, a associarem-se, com entusiasmo e sentido de pertença, aos programas alusivos ao Jubileu de Ouro da Unidade Africana, que se celebra no próximo dia 25, insistindo na necessidade de auto-estima e cultura de trabalho e da paz para a libertação económica do continente.



Maputo, Sexta-Feira, 17 de Maio de 2013:: Notícias
 
Para o Presidente da República, “África está bem posicionada para desenvolver soluções inovadoras para os desafios que enfrenta. Temos uma rica história de vitórias, honras e glórias e recursos para nos reinventarmos para continuarmos a construir a nossa prosperidade e bem-estar. “Exortamos a todos os moçambicanos, do Rovuma ao Maputo e do Índico ao Zumbo, e no estrangeiro, a associarem-se, com entusiasmo e sentido de pertença a esta bela Mãe-África, aos programas alusivos ao Jubileu de Ouro da Unidade Africana. Esta é uma oportunidade para nos curvarmos perante a clarividência dos fundadores da nossa organização continental e perante a sua persistência na realização da visão de uma África livre e independente. Em sua homenagem devemos, hoje, continuar a lutar pela libertação económica da nossa Mãe-África, com as comunidades económicas regionais a desempenharem o seu papel e a consolidarem o ambiente onde impera a auto-estima, a cultura de trabalho e a paz”, concluiu o chefe de Estado moçambicano.
“Esta é uma oportunidade para nos curvarmos perante a clarividência dos fundadores da nossa organização continental e perante a sua persistência na realização da visão de uma África livre e independente”, destacou o chefe de Estado moçambicano, numa exortação divulgada em Maputo, por ocasião da efeméride.
Depois de lembrar que no próximo dia 25 de Maio celebramos as Bodas de Ouro da UA, o Presidente Armando Guebuza refere que estas celebrações se realizam sob o lema Pan-africanismo e Renascimento Africano, duas emblemáticas expressões da solidariedade africana e da luta pelo resgate da nossa dignidade, liberdade e independência.
“À volta deste lema celebremos pois, os nossos valores e as matrizes identitárias para continuarmos a unir o passado e o presente para que, com orgulho, sejam apropriados pelas gerações vindouras”, disse Guebuza, recordando que “inspirados no Pan-africanismo e no Renascimento Africano, os melhores filhos de África, entre eles, Julius Nyerere, Ben Bella, Gamal Nasser, Hailé Selassié, Houphouet Boigny, Leopold Senghor, Nkwame Nkrumah, Modibo Keita e Sekou Touré inauguraram, a 25 de Maio de 1963, uma nova era da unidade africana ao fundar a Organização da Unidade Africana”.
“Foi igualmente no contexto destes valores nobres que fixaram a descolonização da nossa Mãe-África como objectivo primordial da nossa organização continental”, insistiu.
Para o Chefe do Estado, volvidas cinco décadas, a quase totalidade do nosso continente libertou-se da colonização e edificou pilares sólidos para o Exercício da democracia multipartidária, boa governação e do Estado de direito e “registamos igualmente progressos na área social e económica e na fasquia que o nosso continente alcançou na agenda internacional de paz, segurança e desenvolvimento”.
“Preocupam-nos, contudo, os desafios que nos são colocados em várias áreas com destaque para infra-estruturas e diferentes manifestações da pobreza. Preocupa-nos ainda o ressurgimento do fenómeno de mudanças inconstitucionais de Governo, uma ameaça aos ganhos alcançados ao longo destas cinco décadas”, deplorou o estadista moçambicano, para quem, face a esta tendência “temos estado a reforçar a nossa capacidade de resposta no quadro da Arquitectura Africana de Paz e Segurança e a consolidar os ganhos no contexto do Mecanismo Africano de Revisão de Pares”.

Fonte: http://www.jornalnoticias.co.mz
Posted: 17 May 2013 07:31 AM PDT

A IMPORTAÇÃO de produtos frescos de origem vegetal (hortícolas e frutas) entre a África do Sul e Moçambique está sob fortes medidas de vigilância fitossanitária, depois de algumas áreas da província do Limpopo e Mpumalanga, na RAS, terem notificado em Janeiro último a ocorrência da “batrocerra Invadens”, a conhecida mosca da fruta.




Na sequência, as autoridades fitossanitárias de Moçambique intensificaram a vigilância nas fronteiras, que inclui a imposição da observância do Regulamento de Inspecção Fitossanitária e de Quarentena Vegetal para todos os importadores para evitar que a zona sul do nosso país seja afectada.
A situação está a criar já um mal-estar, com os importadores informais a contestarem esta imposição, que a consideram prejudicial aos seus negócios.
Serafima Mangana, coordenadora nacional do Programa da Mosca da Fruta, disse à nossa Reportagem que o cumprimento do regulamento é obrigatório, só que acontece que a inspecção montada na fronteira tem tido alguns problemas com os importadores informais que se apresentam na fronteira sem o certificado fitossanitário sul-africano.
A maioria dos importadores informais de produtos vegetais (hortícolas e fruta) recorre a importações a partir das províncias do Limpopo e de Mpumalanga, que são mais próximas da fronteira com Moçambique.
“Não temos problemas com os grandes importadores, só com os informais, que não cumprem o regulamento”, indicou.
Neste contexto, está aprazada para a próxima semana mais uma reunião com os importadores informais, na qual se espera sejam esclarecidas as motivações das autoridades e uma colaboração da parte deste grupo para a necessidade de observância das normas.
No âmbito da troca sistemática de informação entre as autoridades sanitárias sul-africanas e moçambicanas, as duas partes concordaram que não será passado certificado fitossanitário a produtos provenientes de áreas afectadas na África do Sul.
De acordo com as normas, a importação de produtos vegetais (hortícolas e frutas inclusas) carece da emissão de uma licença de importação fitossanitária e no regresso o importador deve ser portador de um certificado fitossanitário que dá conta que o produto é proveniente de uma área sem praga nem doenças.
“Sempre exigimos o cumprimento destas normas e a notificação da existência da mosca da fruta naquela região é mais uma razão para impormos a observância do regulamento”, indicou Mangana.
A lista dos produtos hospedeiros da mosca da fruta inclui a manga, citrinos, goiaba, abacate, papaia, banana, tomate, abóbora, melão, melancia, anona e várias espécies nativas.
A preocupação das autoridades prende-se, sobretudo, com o impacto para as exportações a partir do sul do país caso se registe a ocorrência da mosca da fruta nesta região. Por isso mesmo os esforços são no sentido de controlar a movimentação daqueles produtos para o nosso país a partir da África do Sul.
Mesmo no interior da África do Sul estão a ser observadas medidas de quarentena doméstica desde a notificação dos primeiros casos de “mosca da fruta” na fronteira com o Zimbabwe e Botswana em 2010.
Ao nível do nosso país estão a ser implementadas desde 2008 medidas de quarentena doméstica sobre a circulação de produtos hospedeiros das zonas afectadas no centro e no norte para as ainda livres da praga no sul.

Fonte: http://www.jornalnoticias.co.mz    - email enviado pelo PIEIA

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Precisamos Novamente de Homens de Deus - Reflexão


  

  
  Por A. W. Tozer
  
A Igreja, neste momento, precisa de homens, o tipo certo de
  
homens, homens ousados.
Afirma-se que necessitamos de avivamento e de um novo movimento do Espírito; Deus, sabe que precisamos de ambas as coisas. Entretanto, Ele não haverá de avivar ratinhos. Não encherá coelhos com seu Espírito Santo.
  
A igreja suspira por homens que se consideram sacrificáveis na
  
batalha da alma, homens que não podem ser amedrontados pelas ameaças de morte, porque já morreram para as seduções deste mundo. Tais homens estarão livres das compulsões que controlam os homens mais fracos.
  
Não serão forçados a fazer as coisas pelo constrangimento das circunstâncias; sua única compulsão virá do íntimo e do
alto.
  
Esse tipo de liberdade é necessária, se queremos ter novamente, em nossos púlpitos, pregadores cheios de poder, ao invés de mascotes.
  
Esses homens livres servirão a Deus e à humanidade através de motivações elevadas demais, para serem compreendidas pelo grande número de religiosos que hoje entram e saem do santuário. Esse homens jamais tomarão decisões motivados pelo medo, não seguirão nenhum caminho impulsionados pelo desejo de agradar, não ministrarão por causa de condições financeiras, jamais realizarão qualquer ato religioso por simples
  
costume; nem permitirão a si mesmos serem influenciados
pelo amor à publicidade ou pelo desejo por boa reputação.
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