Este blog tem a finalidade de abordar assuntos relacionados com a defesa da fé cristã. O apóstolo Paulo em sua carta destinada a igreja que estava em Filipos, declara que foi posto para defesa do evangelho(Filipenses 1.16). - Sandro Gomes, Servo, Pastor, Missionário, Teólogo, Capelão, Pedagogo e Diretor da Missão CETESH. Casado desde 1988 com Rose, pai de Jônatas, Jadiel e Josué.
SANDRO GOMES DE OLIVEIRA. Diretor do Centro de Educação Teológica e Evangelística Shekinah.
terça-feira, 12 de junho de 2018
O PERFIL DA GERAÇÃO HODIERNA- REFLEXÃO
Um jovem perguntou: "Vovô, como você viveu antes?
Sem tecnologia
Sem smartphones
Sem internet
Sem computadores
Sem tvs plasma ou led
Sem redes sociais
Sem drones
Sem celulares, tablets, notebook e laptop? "
O vovô respondeu:
"Como a sua geração vive hoje:
Sem orações
Sem compaixão
Sem honra
Sem respeito
Sem vergonha
Sem esforço
Sem responsabilidades
Sem modéstia"
"Nós, as pessoas nascidas no século passado, somos abençoadas.
Nossa vida é prova viva.
- Enquanto andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
- Depois da escola, jogávamos até o anoitecer no bairro, sem medo.
- Nós brincávamos com amigos reais, não com amigos da internet.
- Se tivéssemos sede, beberíamos água da mangueira, não engarrafados.
- Não havia perigo de compartilhar o mesmo copo de suco com quatro amigos.
- Não ganhamos peso comendo junk food.
- Nem nos aconteceu nada caminhando com os pés descalços.
- Nunca usamos um suplemento para nos manter saudáveis.
- Nós costumávamos criar nossos próprios brinquedos e brincar com eles.
- Os pais não eram ricos. Eles davam amor, não coisas materiais.
- Não tínhamos telefone, celulares, DVD, Play Station, Xbox, jogos de vídeo, computadores pessoais, internet, redes sociais - nós tínhamos amigos reais.
- Nós visitávamos a casa de nossos amigos sem termos sido convidados e apreciávamos a refeição com eles.
- Os parentes viviam nas proximidades para aproveitar o tempo da família.
- Podemos estar em fotos em preto e branco, mas você pode encontrar memórias coloridas nessas fotos.
- Somos uma geração única e mais compreensiva, porque somos a última geração que ouviu seus pais, avós e tios. Também respeitamos mestres, professores e o padre de nossa paróquia.
Somos uma edição LIMITADA! Todos os dias somos menos. Aproveite enquanto você pode.
Aprenda conosco.
E tenha em mente que nos deu muito trabalho construir este país que, hoje, eles estão destruindo!
TRANSCRITO
sexta-feira, 8 de junho de 2018
A POSTURA PEDAGÓGICA DE JESUS - POR SANDRO GOMES
Para J.M. Price (2008), Jesus em todos os seus ensinos, nunca se esqueceu dos problemas íntimos de seus ouvintes, e sempre buscou resolvê-los, para fazer deles discípulos felizes e unificados. A postura afetiva de Jesus para com os seus alunos permeia a sua prática pedagógica durante todo o seu ministério. Ao interagir com seus ouvintes, Jesus mergulhou no universo deles e supriu-lhes as suas necessidades. Apropriadamente Price ainda diz: “Assim como o médico precisa diagnosticar antes de receitar qualquer remédio, o professor precisa compreender a vida humana e seus problemas, para depois aplicar o remédio (conteúdo)”. Essa foi a postura
pedagógica de Jesus, por meio de sua “pedagogia do amor”, dialogou com diversos tipos de pessoas demonstrando grande empatia para com elas.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Jesus – Modelo de Mestre
Jesus era claro, preciso, objetivo. Seu quadro-negro era o chão, o giz, seu próprio dedo. Usava como ilustração o que estava mais perto, o que estava à vista de todos: como uma árvore, a natureza, uma criança. Tinha apenas duas turmas de alunos: os doze apóstolos e a multidão. Sua sala de aula tinha por teto o céu, por banco, a própria relva. Dava, às vezes, aulas particulares como à Samaritana; aulas audiovisuais enquanto caminhava; aulas diurnas ou noturnas, como a Nicodemos. Ensinava no mar e em terra firme, no monte ou em casa, no templo ou caminhando. O esboço de suas aulas estava em sua própria mente; preparava-se em oração ao Pai. Incansável Mestre, seu tempo de ensinar era sempre.
(autor desconhecido)
terça-feira, 10 de abril de 2018
sexta-feira, 6 de abril de 2018
PAULO, UM SERVO DE CRISTO QUE HONROU SEU MESTRE
Paulo é o Herói Cristão e seus trabalhos são tão variados e maravilhosos, que às vezes perdemos de vista o homen no brilho da glória das coisas realizadas por ele. Foi ele quem elevou a religião cristã desde o seu berço na Palestina, rasgou suas roupas infantis e a educou para caminhar nas estradas do Império Romano. Foi ele que quebrou a casca e libertou a águia prisioneira. Foi ele que acendeu a primeira lâmpada cristã no Palácio dos Césares. Foi ele que converteu uma seita judaica em religião universal. Foi ele que viu Jesus não só como simples Messias judeu, mas como o divino Salvador de toda a humanidade. Foi ele que pôs a cruz de Jesus no centro da história humana, também no centro do universo. Foi ele que derrubou o muro de separação entre o judeu e o gentio, e reuniu todos os homens em uma família de Deus. Foi ele mudou a atmosfera religiosa do mundo. Essa atmosfera estava carregada de legalismo e cerimonialismo, e ele, como uma trovão, passou pelo mundo, e com clarões de relâmpago de sua alma ardente, mudou para sempre o ar... ele traçou parágrafos tão belos e tão salutares que hão de ser lidos nos cultos públicos das congregações cristãs até o ultimo dia... Como seu mestre, ele foi grande porque foi o servo de todos. João Crisóstomo escreveu uma sentença memorável, ao dizer de Paulo ¬– “Com estatura de três côvados ele tocou o céu”. Charles E. Jefferson.
quinta-feira, 22 de março de 2018
A FRAQUEZA DO PÚLPITO
Em virtude do relativismo do nosso tempo, quando o que mais se enfatiza é a satisfação pessoal, inúmeros líderes cristãos, das mais diversas denominações, abandonaram o estudo sistemático da Palavra de Deus para dedicar-se ao estudo do comportamento humano, proporcionando com isso a “adequação” do evangelho de Cristo aos padrões humanistas deste tempo pós-cristão. Nos últimos anos, o número de pastores interessados em psicologia aumentou consideravelmente. Em 2000, a Revista Veja trouxe uma matéria intitulada “A Bíblia do divã”, mostrando que é cada vez maior o número de pastores que têm procurado os cursos de psicanálise, tentando “conciliar Freud com a religião”. Em contrapartida, existem outros tantos que, em nome de uma espiritualidade mística, tem fundamentado seus sermões em doutrinas cuja base “teológica” é a experiência e não a Bíblia. Para piorar a situação, muitos pregadores têm considerado o ensino das Escrituras como algo indesejável e sem utilidade prática, preferindo um sermão repleto de estórias engraçadas, onde o objetivo final é o entretenimento do público. - Renato Vargens
terça-feira, 13 de março de 2018
A IGREJA DO SÉCULO XXI E OS DESAFIOS DA OBRA MISSIONÁRIA – Por Sandro Gomes de Oliveira
Em certa ocasião sugeri um tema para um debate na Rádio Melodia, e por conseguinte, fui convidado para discorrer acerca do mesmo. Eis o tema: Por que a igreja do século XX não cumpriu integralmente sua missão diante dos povos não alcançados? No trabalho em apreço, pretendemos focalizar alguns desafios que ainda a igreja hodierna tem pela frente.
O missionário e antropólogo Ronaldo Lidório descreve o panorama desafiador que a igreja de nossa era tem que enfrentar:
Há, perante nós, um desafio étnico. Há, no munto atual, 2.227 grupos étnicos distintos, sem qualquer presença missionária ou conhecimento do evangelho. Pressupondo que já entramos nas áreas mais abertas política, linguística, geográfica e culturalmente, podemos entender que estes 2.227 PNAs (Povos Não Alcançados) não são mais 2.000 grupos sem o evangelho, mas sim, justamente, os mais resistentes em toda a história do Cristianismo. Convivemos hoje com 6.528 línguas vivas. 336 possuem a Bíblia completa; 928, o Novo Testamento completo; e 918, grandes porções bíblicas. Ou seja, a Palavra está expressivamente presente em 2.212 línguas. Deixa-nos, porém, com mais de 4.000 línguas minoritárias e faladas por apenas 6/% da população mundial, sem nada da Palavra de Deus.
Há, sem dúvida, um desafio missiológico. Fomos “bombardeados” desde a década de oitenta por uma missiologia que priorizava alcançar os não alcançados. Nesse afã, começamos a concentrar-nos como igreja e Agências Missionárias na lista dos PNAs. E hoje, desde que Ralph Winter, primeiramente, listou 13.000 povos não alcançados nos anos oitentas, este número baixou para 2.227, e há quem pense que seja ainda menor.
Dentre os grupos menos evangelizados em todo o Brasil, encontram-se os Indígenas, Ciganos e Quilombolas. Há ainda mais de 100 etnias indígenas sem conhecimento do evangelho, sendo 30 delas no nordeste do nosso país. Dentre os 1,2 milhão de ciganos da etnia Calon, cerca de 700 mil não foram apresentados o evangelho vivo. Das 3.500 comunidades quilombolas em solo brasileiro, cerca de 2.000 não possuem uma igreja evangélica entre eles.
São desafios dispersos em todo o território nacional, diversas regiões remotas e barreiras culturais , linguísticas e sociopolíticas. É necessário unirmos as forças.
Eis o grande desafio da igreja brasileira: evangelizar estes PNAs (Povos não alcançados) em seu território e nos demais países. Sandra Paula, missionária há mais de 20 anos em um país da Janela 10X40 , escreve uma triste realidade: “Somos no mundo inteiro 90.000 missionários e 2.2 milhões de igrejas protestantes, pela graça fazemos parte dos 7% que dedicam em pregar o evangelho entre os não alcançados das quase 240 nações do planeta terra.” Já, o Brasil, possui 42 milhões de crentes e só 0,01 de missionários.
O saudoso fundador da Missão Kairoz, pastor Valdemar de Carvalho, confirma o perfil da igreja do século XX, em um artigo publicado no Jornal Mensageiro da Paz, em maio de 1993:
Na realidade não tivemos a capacidade de preservar os territórios conquistados pelos discípulos do primeiro e segundo séculos.
A igreja evangélica brasileira é a segunda maior do mundo, só perdendo para a igreja americana. A igreja americana já expediu mais de trinta mil missionários para muitas partes do mundo. E nós, será que temos dois mil missionários transculturais? Se tivermos, quantos estão produzindo?
O Brasil possui a maior igreja pentecostal do mundo. Mas, o que estamos fazendo em favor dos bilhões sem Cristo? Será que estamos ‘deitados em berços explêndidos’, como diz o Hino Nacional brasileiro – enquanto as nações perecem sem salvação? O que fazer fazer diante dessa tarefa gigantesca? Saiamos todos juntos neste impulso final da evangelização.
Precisamos analisar nossa teologia bíblica missionária. Voltar ao Livro de Atos, rever a igreja do primeiro século. Assumir responsabilidade pessoal e não denominacional. Atos 2.42-47 diz que o coração da igreja era um e Deus acrescentava em números.
O evangelho é eterno, mas não temos a eternidade para pregá-lo. Nós só temos o tempo que vivemos para alcançarmos aquele que vivem enquanto vivemos! – Reinhard Bonnke
No serviço do Reino, prsandrogomes@gmail.com
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