A SEGURANÇA DA BÍBLIA: Consideremos essas palavras de Allan Kardec: " No cristianismo encontram-se todas as verdades" (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5). A Bíblia sempre foi a única base doutrinária e regra de fé e conduta dos verdadeiros cristãos. Em 2ª Timóteo 3.16 está escrito: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça".
Jesus Cristo, tido pelo Kardecismo como a segunda revelação de Deus aos homens (Moisés seria a primeira), afirmou a solidez e a inspiração plenária da Bíblia. Em João 17.17, orando ao Pai, Ele diz: "A tua palavra é a verdade" (cf. Salmo 119.160). Quando tentado, sempre usando a expressão "está escrito", Ele respondeu citando o texto de Deuteronômio 8.3: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mateus 4.4). Em Mateus 24.35 diz: "Passará o céu e a terra, porém as minha palavras não passarão". Ele sempre usou a Bíblia para ensinar, redarguir, corrigir ou instruir em justiça.
Aos saduceus, que não criam na ressurreição, Jesus respondeu: "Errais não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus." (Mateus 22.29). Jesus ainda nos manda examinar as Escrituras, pois são elas que testificam da Sua obra redentora : "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vim a mim para terdes vida" (João 5.39-40).
Na parábola do rico e de Lázaro (Lucas 16.19-31), Jesus mais uma vez demonstra a Sua c onvicção nas Escrituras ao narrar a resposta dada pelo patriarca Abraão ao rico, quando este, no Sheol-Hades (inferno), lhe pedira que enviasse Lázaro aos seus irmãos: "Respondeu-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos" (versículo 29). Jesus reporta-se a Moisés e aos Profetas para nos informar que nenhuma outra forma de revelação poderia ser apresentada aos homens (inclusive a mediúnica), pois, por meio de ambos, foi-nos dada a verdadeira revelação - a Bíblia.
O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE REENCARNAÇÃO? O Minidicionário Aurélio conceitua o ver REENCARNAR da seguinte forma: " 1. Reassumir (o espírito) a forma material. 2. Tornar a encarnar". Ao contrário da ressurreição, que é a volta do espírito ao mesmo corpo, a reencarnação significa o retorno do espírito a um novo corpo, sucessivamente, até alcançar a evolução.
Na verdade, a não ser por meio de uma exegese forçada, não há na Bíblia qualquer referência direta ou indireta à reencarnação. Ao contrário, as Escrituras ensinam que, da mesma maneira como Jesus veio ao mundo uma só vez, também ao homem está ordenado morrer uma única vez: "E, assim como aos homens está ordenado morreram uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados , aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hebreus 9.27). O sacrifício único de Jesus, ao morrer na cruz, é mais que suficiente para nos libertar dos pecados e nos conduzir a Deus: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" ( 1 Pedro 3.18).
Todo o ensinamento bíblico é no sentido de que só poderemos morrer uma única vez até o juízo final de Deus. Jesus não somente ressuscitou três dias após Sua morte, como também incluiu a ressurreição entre os Seus milagres (João 11.11-44). Diversas outras passagens da Bíblia demonstram a realidade da ressurreição (Daniel 12.2; Isaías 26.19; Oséias 6.2; 1 Coríntios 15.21-22; João 5.28-29; Atos 24.15; Apocalipse 20.6). Em todos esses textos, ressuscitar significa o retorno do espírito ao seu próprio corpo (ver também 1 Coríntios 15.12-22).
ENTÃO, SE NÃO EXISTE REENCARNAÇÃO, O QUE FAÇO PARA SER SALVO? A resposta está em Atos 16.31: "... Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa". Somente através da nossa fé, pura e incondicional, é que obteremos a salvação, mediante Jesus Cristo. Ele mesmo disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá (João 11.25). Não há outro caminho e nenhuma outra verdade além desta (veja João 14.6). Não adianta esperar uma outra existência, pois esta é a única oportunidade. Jesus, somente Ele, é quem nos dá a vida eterna: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão" (joão 10.28). Então, busque hoje mesmo a Jesus Cristo, entregue-Lhe seu coração e Ele o ouvirá: "Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Romanos 10.13). (M. Martins)
Crédito: Folheto da Missão Chamada da Meia Noite
Este blog tem a finalidade de abordar assuntos relacionados com a defesa da fé cristã. O apóstolo Paulo em sua carta destinada a igreja que estava em Filipos, declara que foi posto para defesa do evangelho(Filipenses 1.16). - Sandro Gomes, Servo, Pastor, Missionário, Teólogo, Capelão, Pedagogo e Diretor da Missão CETESH. Casado desde 1988 com Rose, pai de Jônatas, Jadiel e Josué.
SANDRO GOMES DE OLIVEIRA. Diretor do Centro de Educação Teológica e Evangelística Shekinah.
segunda-feira, 30 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
Jesus morreu por muitos ou por todos os pecadores? Por Ciro Sanches Zibordi
Jesus morreu por muitos ou por todos os pecadores?
O bom hermeneuta — intérprete das Escrituras — não deve se prender apenas ao étimo dos termos bíblicos para fazer uma boa exegese. Ele deve saber que os contextos geral e imediato podem alterar o significado original de uma palavra. Afinal, as Escrituras são análogas. Vejamos como os termos "todos" e "muitos", em Romanos 5, mudam de significado de acordo com a construçao frasal ou ao serem confrontados com a analogia geral das Escrituras.
Versículo 12: "por um homem [Adão] entrou o pecado no mundo [...] a morte passou a todos os homens [...] todos pecaram". O termo "todos", aqui, evidentemente, alude à totalidade do mundo, visto que os contextos imediato e remoto indicam que todas as pessoas do mundo, sem exceção, pecaram e vêm ao mundo, por conseguinte, já mortas em pecado (Rm 3; Gl 3; Jo 3, Ef 2, 1 Jo 1-2; Sl 51.5, Pv 20.9; Is 53, etc.).
Versículo 15: "pela ofensa de um [Adão], morreram muitos". O termo "muitos", aqui, denota "todos". Por quê? Porque o versículo 12 (contexto imediato) mostra que a morte passou a todos os homens, depois da Queda, e não a muitos. Além disso, como vimos, o contexto remoto também revela que o pecado original é extensivo a toda a humanidade.
Versículo 18: "por uma só ofensa [a de Adão] veio o juízo sobre todos os homens para condenação [...] por um só ato de justiça [realizado pelo Senhor Jesus] veio a graça sobre todos os homens para a justificação de vida". O termo "todos", aqui, à luz do contexto imediato, refere-se, sem dúvidas, à totalidade da humanidade pecadora. Afinal, todos nascem debaixo da condenação, visto que Deus nivelou toda a humanidade debaixo do pecado (Rm 11.32; Gl 3.22). Por outro lado, pela mesma lógica, todos os que crerem, considerando que Deus não faz acepção de pessoas (Rm 2.11; Tg 2.1), podem ser alcançados e salvos pela graça de Deus (Jo 3.16; Mc 16.15,16; Tt 2.11; 1 Tm 2.4; 4.10; 1 Jo 2.1,2).
Versículo 19: "pela desobediência de um só homem [Adão], muitos foram feitos pecadores [...] pela obediência de um [Cristo], muitos serão feitos justos". O primeiro "muitos", aqui, como já vimos, equivale a "todos". Mas o segundo denota, curiosamente, "poucos", em relação à totalidade. Como assim? Embora o Senhor Jesus tenha provado a morte por toda a humanidade (Hb 2.9) — haja vista ter Deus encerrado a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia (Rm 11.32) —, a Bíblia mostra que poucos são os que entram pela porta da salvação (Mt 7.13,14).
Van Johnson, ao discorrer sobre a ocorrência de "todos" e "muitos" em Romanos 5, afirmou: "O leitor notará como Paulo passa livremente de 'todos' para 'muitos' ao longo de toda essa seção. [...] O uso de 'muitos' em oposição a 'todos' não é significativo, porque Paulo usa os termos intercambiavelmente. Os 'muitos' que morreram pela transgressão de um homem (v.15) são certamente referência a todas as pessoas. E a natureza paralela dos versículos 18 e 19 sugere que o 'todos' do versículo 18 é equivalente ao 'muitos' do versículo 19" (Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento, CPAD).
Em Romanos 5.6, a Palavra de Deus assevera que "Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios". Ele não deu a sua vida por um grupo seleto de santos e justos, e sim por ímpios e pecadores. Paulo explica melhor o sentido de morrer pelos ímpios, nos versículos posteriores: "Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (vv.7,8). Além de ímpios, éramos, por antecipação, inimigos de Deus, visto que já nasceríamos em pecado (Rm 3.23; 5.12). Paulo esclarece: "se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida" (Rm 5.10).
Não existem justos de nascimento. Se, hoje, somos considerados justos, é porque fomos justificados pelo Senhor Jesus (v.1). E isso decorre do seu sacrifício vicário e expiatório: "Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira" (v.9). Diante do exposto, por quem Cristo morreu? Por todos os pecadores, ímpios e inimigos de Deus. Ou seja, o Senhor deu a sua preciosa vida por mim e por você. Glória seja dada ao Salvador do mundo!
Crédito: Portal de Notícias da CPAD
Versículo 12: "por um homem [Adão] entrou o pecado no mundo [...] a morte passou a todos os homens [...] todos pecaram". O termo "todos", aqui, evidentemente, alude à totalidade do mundo, visto que os contextos imediato e remoto indicam que todas as pessoas do mundo, sem exceção, pecaram e vêm ao mundo, por conseguinte, já mortas em pecado (Rm 3; Gl 3; Jo 3, Ef 2, 1 Jo 1-2; Sl 51.5, Pv 20.9; Is 53, etc.).
Versículo 15: "pela ofensa de um [Adão], morreram muitos". O termo "muitos", aqui, denota "todos". Por quê? Porque o versículo 12 (contexto imediato) mostra que a morte passou a todos os homens, depois da Queda, e não a muitos. Além disso, como vimos, o contexto remoto também revela que o pecado original é extensivo a toda a humanidade.
Versículo 18: "por uma só ofensa [a de Adão] veio o juízo sobre todos os homens para condenação [...] por um só ato de justiça [realizado pelo Senhor Jesus] veio a graça sobre todos os homens para a justificação de vida". O termo "todos", aqui, à luz do contexto imediato, refere-se, sem dúvidas, à totalidade da humanidade pecadora. Afinal, todos nascem debaixo da condenação, visto que Deus nivelou toda a humanidade debaixo do pecado (Rm 11.32; Gl 3.22). Por outro lado, pela mesma lógica, todos os que crerem, considerando que Deus não faz acepção de pessoas (Rm 2.11; Tg 2.1), podem ser alcançados e salvos pela graça de Deus (Jo 3.16; Mc 16.15,16; Tt 2.11; 1 Tm 2.4; 4.10; 1 Jo 2.1,2).
Versículo 19: "pela desobediência de um só homem [Adão], muitos foram feitos pecadores [...] pela obediência de um [Cristo], muitos serão feitos justos". O primeiro "muitos", aqui, como já vimos, equivale a "todos". Mas o segundo denota, curiosamente, "poucos", em relação à totalidade. Como assim? Embora o Senhor Jesus tenha provado a morte por toda a humanidade (Hb 2.9) — haja vista ter Deus encerrado a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia (Rm 11.32) —, a Bíblia mostra que poucos são os que entram pela porta da salvação (Mt 7.13,14).
Van Johnson, ao discorrer sobre a ocorrência de "todos" e "muitos" em Romanos 5, afirmou: "O leitor notará como Paulo passa livremente de 'todos' para 'muitos' ao longo de toda essa seção. [...] O uso de 'muitos' em oposição a 'todos' não é significativo, porque Paulo usa os termos intercambiavelmente. Os 'muitos' que morreram pela transgressão de um homem (v.15) são certamente referência a todas as pessoas. E a natureza paralela dos versículos 18 e 19 sugere que o 'todos' do versículo 18 é equivalente ao 'muitos' do versículo 19" (Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento, CPAD).
Em Romanos 5.6, a Palavra de Deus assevera que "Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios". Ele não deu a sua vida por um grupo seleto de santos e justos, e sim por ímpios e pecadores. Paulo explica melhor o sentido de morrer pelos ímpios, nos versículos posteriores: "Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (vv.7,8). Além de ímpios, éramos, por antecipação, inimigos de Deus, visto que já nasceríamos em pecado (Rm 3.23; 5.12). Paulo esclarece: "se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida" (Rm 5.10).
Não existem justos de nascimento. Se, hoje, somos considerados justos, é porque fomos justificados pelo Senhor Jesus (v.1). E isso decorre do seu sacrifício vicário e expiatório: "Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira" (v.9). Diante do exposto, por quem Cristo morreu? Por todos os pecadores, ímpios e inimigos de Deus. Ou seja, o Senhor deu a sua preciosa vida por mim e por você. Glória seja dada ao Salvador do mundo!
Crédito: Portal de Notícias da CPAD
segunda-feira, 2 de março de 2015
O ANIQUILAMENTO NÃO É ENSINADO NAS ESCRITURAS
Ao serem exterminados, os ímpios serão aniquilados?
Ser exterminado não significa ser aniquilado, como insistem em explicar aqueles que ensinam o aniquilamento como um estado final para os ímpios. Em Daniel 9.26, lemos o relato profético a respeito da morte do Messias. Se a palavra usada para indicar a sua morte é a mesma no Salmo 37.9,34, então teríamos de entender que o Messias fora aniquilado quando morreu. Sabemos, portanto, que Cristo não foi aniquilado, pois Ele ressuscitou no terceiro dia e vive para todo o sempre. O extermínio é apenas temporal; isto é, aqueles que são exterminados ainda terão de prestar contas diante do Tribunal de Cristo. Os aniquilacionistas afirmam que todos os ímpios serão aniquilados; ou seja, eles deixarão de existir, e isso para sempre. Não encontramos esse ensino do aniquilacionismo nas Escrituras. Todos serão ressuscitados e prestarão contas de Deus: E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo (Hb 9.27). E valeria ainda citar Apocalipse 20.11-15.
Crédito: Defesa da Fé fevereiro 2001
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
TÉCNICA DOS 30 SEGUNDOS - Por William Douglas
Um dos maiores comunicadores da
atualidade, Milo Frank (1996), propõe que sejamos capazes de dizer tudo o que
queremos em 30 segundos, ou menos.
Mostra que podemos fazer uma preparação prévia, mesmo que complexa, e fazer um trabalho
posterior, mas a mensagem essencial deve ser dita em 30 segundos.
Ele mostra que a atenção humana às vezes
tem esse limite de tempo, tanto que os
comerciais em geral duram 30 seguidores.
Mostra ainda que as notícias de TV levam em média 90 segundos, 30 para
explicar o problema, 30 para uma entrevista ou flash e mais 30 para a conclusão do jornalista.
Para preparar uma mensagem em 30 segundos
é preciso saber exatamente o que se quer, dirigir-se à pessoa certa, da forma
certa, da forma que ela entender melhor e p referir. Além disso, é claro, deve-se pedir o que se
quer. Estou cansado de ver pessoas que não sabem, não querem (!?) ou não têm
coragem de pedir o que querem, desde um beijo até um emprego ou aumento
salarial.
A técnica dos 30 segundos é útil porque
leva a pessoa a (ob.cit., p.12):
·
Concentrar o
pensamento
·
Concentrar a escrita
·
Concentrar a fala
·
Conservar o rumo da conversa
·
Preparar mais rapidamente qualquer tipo de
comunicação
·
Ser mais lógico e mais conciso
·
Encurtar entrevistas e reuniões
·
Ajudar o interlocutor a prestar atenção
·
Reforçar as conversas e apresentações
·
Ser mais eficiente em qualquer entrevista ou
reunião
·
Manejar melhor as perguntas e respostas
·
Aumentar sua segurança
·
Obter melhores resultados em sua vida profissional
e pessoal.
Acredito que
devemos saber a hora de usá-la. Mesmo
que não reduzamos a mensagem a 30
segundos, a técnica ajuda na busca da objetividade.
(Santos, William
Douglas Resinente dos, Como passar em provas e concursos: tudo o que você precisa
saber e nunca teve a quem perguntar /Editora Elsevier. 17.ed.rev. p.469-70.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Lições extraídas da Ostra - Reflexão
"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas."
Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar.
Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia a penetra, ás células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
O mesmo pode acontecer conosco. Se você já sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Você já sofreu o duro golpe do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença?
Então, produza uma pérola ! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR.
Então, produza uma pérola ! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, mágoas, deixando as feridas abertas e alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.
Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias", não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras!
FONTE: VIA FACE - DAVI MORGADO
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
JESUS NÃO ERA SEMELHANTE AOS HOMENS, ERA HOMEM
Romanos 8.3 indica que Jesus era apenas semelhante aos homens?
Jesus não veio apenas em semelhança de carne humana, como se fosse em aparições fluídicas. Ele veio com um corpo de carne realmente. Foi gerado no ventre de Maria, concebido pelo Espírito Santo (Mt 1.18). Cresceu em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens (Lc 2.52). Ele sentia fome (Mt 4.2), cansaço (Jo 4.6) e dormiu (Mt 8.24). Teve um ministério que repercutiu no império romano e na história humana. Sofreu nas mãos dos judeus e romanos. Padeceu morte de cruz e ressuscitou. Toda doutrina cristã está diretamente relacionada com a pessoa, vida e ressurreição de Jesus. Hoje encontramos diversas seitas que refletem em suas doutrinas as ideias gnósticas do primeiro século. Tais afirmações dizem que o corpo de Jesus era apenas aparente ou fluídico. O apóstolo João escreveu contra tais heresias: Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo (1 Jo 4.2-3). Romanos 8.3 nos diz: Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela lei, Deus, enviando o seu Filho em semelhança de carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne. Jesus não tinha forma humana até sua encarnação. ( Jo 1.1-3, 14 e Gl 4.4).
Crédito: Defesa da Fé - fevereiro de 2001
Jesus não veio apenas em semelhança de carne humana, como se fosse em aparições fluídicas. Ele veio com um corpo de carne realmente. Foi gerado no ventre de Maria, concebido pelo Espírito Santo (Mt 1.18). Cresceu em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens (Lc 2.52). Ele sentia fome (Mt 4.2), cansaço (Jo 4.6) e dormiu (Mt 8.24). Teve um ministério que repercutiu no império romano e na história humana. Sofreu nas mãos dos judeus e romanos. Padeceu morte de cruz e ressuscitou. Toda doutrina cristã está diretamente relacionada com a pessoa, vida e ressurreição de Jesus. Hoje encontramos diversas seitas que refletem em suas doutrinas as ideias gnósticas do primeiro século. Tais afirmações dizem que o corpo de Jesus era apenas aparente ou fluídico. O apóstolo João escreveu contra tais heresias: Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo (1 Jo 4.2-3). Romanos 8.3 nos diz: Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela lei, Deus, enviando o seu Filho em semelhança de carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne. Jesus não tinha forma humana até sua encarnação. ( Jo 1.1-3, 14 e Gl 4.4).
Crédito: Defesa da Fé - fevereiro de 2001
domingo, 30 de novembro de 2014
Nove Mitos Sobre Missões - Por Timóteo Carriker
O trabalho missionário contemporâneo implica em todo trabalho pastoral e além disto, tem que dar conta do fator cultural.
Missões é um assunto de suma
importância na Bíblia. Esta afirmação pode ser ilustrada por duas observações
acerca de Jesus. Em primeiro lugar, em João 20.21, lemos que Jesus veio habitar
entre nós sendo ele mesmo missionário de Deus e o modelo de missionário para
seus discípulos, "assim como o Pai me enviou, eu vos envio" (nota-se
que o termo "missionário" significa literalmente
"enviado"). Sua vinda para este mundo, portanto, foi uma vinda
missionária, que por sua vez cria o padrão para a tarefa missionária da igreja.
Em segundo lugar, Jesus gastou seus últimos momentos no mundo, já ressurreto
embora antes da ascensão, desafiando a igreja para sua tarefa missionária. Isto
é o contexto dos cinco relatos da Grande Comissão (Mateus 28.18-20, Marcos
16.15, Lucas 24.44-49, João 20.21 e Atos 1.8). Certamente esta instrução dada
nos últimos momentos de Jesus com seus discípulos merece certo relevo.
Contudo,
apesar de tão grande destaque, existe hoje muito mal-entendido sobre a tarefa
missionária. Através dos anos, criamos até mesmo uma série de mitos a este
respeito. Queremos desvendar alguns destes mitos nesta reflexão.
Três Mitos Sobre Estratégia
O primeiro mito parte dos "zelosos"
e alega: missões estrangeiras são mais importantes que missões nacionais, nossa
meta é ir literalmente até aos confins da terra. Uma implicação deste mi- to é
que a distância que o missionário transcorre está em direta proporção com sua
espiritualidade. Por isto, às vezes, inconscientemente, o trabalho do
missionário no distante Amazonas ou até na África é considerado de mais valores
que o trabalho realizado num bairro ou numa vila próxima.
Prega-se muito
Atos 1.8 como a base deste mito e enfatiza-se a frase "até os confins da
terra". Todavia, se fôssemos aplicar este versículo literalmente à tarefa
contemporânea, o nosso alvo missionário, nosso "confins da terra",
seria chegar até a Oceania atualmente a
região de maior porcentagem de cristãos praticantes no mundo inteiro (entre 80
a 95 % freqüentam a igreja!). E para Lucas, quanto mais longe o evangelho se
espalhava de Jerusalém, mais encontrava com povos não-evangélicos. Hoje, graças
a Deus, isto não é mais o caso. Há casos em que se formos para mais longe
encontremos lugares com maior penetração do evangelho do que entre nos.
Portanto,
nossa meta deve ser a meta de Paulo, pregar "não onde Cristo já fora
anunciado" (Romanos 15.20), quer distante, quer próximo. É uma meta nem
tanto geográfica quanto evangelística.
Segundo mito
parte dos “duvidosos” e indaga: missões nacionais são mais importantes que
missões estrangeiras; por que gastar tanto esforço e dinheiro lá quando há
tanto ainda para fazer aqui?
Este mito
também apela muito para Atos 1.8, mas enfatiza a idéia de ser testemunha
primeiro em Jerusalém. Porem, o texto não fala "primeiro" mas tanto
em Jerusalém como em toda Judéia e Samaria”. E, de fato, a igreja primitiva não
esperava por uma saturação do evangelho em Jerusalém antes de prosseguir para
outras regiões. O "tanto...como" indica que a obra missionária deve
ser proporcional, A nossa está? No caso das denominações evangélicas
norte-americanas, gastam apenas 5 % gasta em trabalho missionário entre povo
que já têm fortes igrejas autóctones!), E as nossas igrejas no Brasil? A onde
está nosso equilíbrio bíblico entre o trabalho missionário aqui e o trabalho
lá?
De novo, a
meta implícita em Atos 1.8, está explícita em Romanos 15.20: “não onde Cristo
já fora anunciado”.
Um terceiro e
novo mito divulgado pelos “ingênuos” é que: missões transculturais são
“melhores” que missões monoculturais. Cita-se muito Mateus 28.19: “Fazei
discípulos de todas as nações”, e observa-se que “nações”. significa não países
inteiros, mas “etnias”, grupos humanos culturalmente definidos.
Pois bem, mas
não é por isso que missões transculturais são “melhores” que as monoculturais,
Aliás, em termos de afetividade, isto não é verdade. Sendo todos os outros
fatores iguais, a evangelização realizada por alguém da própria cultura é bem
mais efetiva que a evangelização realizada por alguém culturalmente estranho.
Os brasileiros sabem ganhar melhor que os estrangeiros...
Por que,
então, há tanta ênfase hoje em dia em missões transculturais? A razão é
simples, embora nada tenha a ver com eficácia; Mais que três quarto dos povos
ou etnias no mundo não possuem uma igreja autóctone que possa realizar a
evangelização do seu povo. Isto
significa que a evangelização
destes povos só poderá ser realizada por pessoas duma outra cultura, isto é,
transculturalmente. Não é que missões transculturais sejam melhores, mas são o
único meio de alcançar os dois bilhões ainda não alcançados.
Três Mitos Sobre Preparo
Há também
muita confusão quanto à preparação adequada para o desempenho missionário.
Tratamos aqui de mais três mitos.
O primeiro é
dos "reservados" e diz: a não ser que Deus dirija claramente ao
contrário, devo permanecer aqui.
Mas, à luz da
direção inequívoca da Bíblia em geral, da ordem explícita de Jesus em
particular, e da situação contemporânea da evangelização mundial, parece-me que
nossa orientação deve ser o contrário: a não ser que Deus dirija claramente ao
contrário, devo ir, especial- mente "não onde Cristo já fora anuncia-
do". Sem dúvida, a pressuposição de ir em vez de permanecer é bem mais
difícil. Entretanto, não é mais coerente com o ensino bíblico e o contexto
mundial de evangelização?
O segundo mito
sobre o preparo missionário surge dos "ambiciosos" e assevera: quando
Deus me chama devo atendê-lo imediatamente. apesar d ou não da igreja, Como
todos os demais mitos, este soa certo.
Afinal de contas, não devemos obedecer antes a Deus do que aos homens?
Todavia, a
exortação de obedecer a Deus antes do que aos homens, se refere aos homens
incrédulos, não à igreja. É necessário que a igreja confirme o chamamento
missionário e dê apoio em to- dos os sentidos para o candidato a missões.
Consideremos o exemplo de Paulo: Ele mesmo identifica seu chamamento
missionário com a sua conversão (Gálatas, 1.15-17). Mesmo assim, sua partida
como missionário somente se realizou depois dum período de aprendizagem e
ministério na igreja local e depois do re- conhecimento e apoio da mesma (Atos,
13.4).
Terceiro mito
em relação ao preparo parte dos "pretensiosos” e pressupõe:
o melhor: o melhor preparo é mais
próprio para os pastores os missionário, os não precisam de tanto, já que
apenas dão inicio a um trabalho. Lógico, nunca se fala assim, mas a pratica
demonstra que este mito é bem vivo. É refletido através de nível e duração dos
cursos missionários que damos. através de outro preparo acadêmico que exigimos
e através dos salários que damos. E como
se os candidatos que não dão certo no pastorado pudessem sempre recorrer para
um ministério mais rústico e missionário.
Raparemos bem
que a Igreja de Antioquia enviou seus melhores líderes para ba o trabalho
missionário (Atos, 13.1-4). Paulo, Barnabé, Simeão, Lúcio de Cirene e Manaém
eram mestres e profetas na igreja! Pelos padrões da maioria das nossas igrejas
contemporâneas, seriam os últimos dos quais abriríamos a mão do ministério
pastoral! Contudo, a Igreja primitiva enviou a “nata” da sua liderança.
O trabalho
missionário contemporâneo implica em todo o trabalho pastoral e além disto, tem
que dar conta do fator cultural. Por isso, exige mais e não, menos trabalho que
o ministério doméstico. Além do treinamento tradicional nas áreas bíblicas,
teológicas, histórica e pastorais, exige ainda conhecimento de antropologia,
lingüística, religiões e estratégia. Precisamos mandar o melhor dos nossos
líderes que possam ter este conhecimento e ainda enfrentar as pressões
psicológicas resultantes de estarem longe de casa, numa cultura estranha,
com pouco apoio social e psicológico
próximo. Não é de se admirar, então, que a Igreja primitiva não enviava
qualquer um!
Três Mitos Sobre o Papel do Brasil
Os seis mitos
anteriores são característicos da igreja no mundo inteiro. Nós também os
adotamos em grande parte. Mas há outros mitos mais característicos da igreja no
Brasil em partícula.Voltemos nossa atenção para estes.
O primeiro
brota dos "nacionalistas" e assegura: missões é coisa dos
norte-americanos e europeus. Para ser justo, esta colocação é grandemente culpa
dos próprios missionários estrangeiros no Brasil. Realizaram o trabalho, ora
nobre e sacrificial ora dominador e paternalista, mas, com raríssimas exceções,
não transmitiram a mesma visão missionária para as igrejas autóctones. Assim,
deixaram a impressão de que missões e coisa que o Brasil recebe e não faz.
Tal imagem não
pode ser bíblica. A igreja que não for missionária não pode ser igreja, pois
nega a razão da sua existência (1 Pedro, 2.9-10). Por isso, a igreja n que não
for missionária, logo se torna um campo missionário.
É animadora a
observação de que em 1982, agências missionárias do Terceiro Mundo já enviaram
15.000 missionário em comparação com os 17.000 enviados pelas três principais
entidades missionárias norte-americanas. Acredito que, à medida que a
desconfiança do norte-americano e do europeu cresça no Terceiro Mundo, por
razões justas ou não, a importância urgente de missionários do Terceiro Mundo
vai criar um despertamento desta vocação, que terá como resultado a liderança
das igrejas do Terceiro Mundo no avanço da evangelização mundial.
Segundo mito
vem dos “pessimistas” que advertem: o Brasil não tem recursos para missões no
exterior. Também este mito é culpa, em parte, dos próprios missionários
estrangeiros no Brasil. Através da sua administração financeira exorbitante e
freqüentemente acima dos padrões financeiros da igreja autóctone, dão a
impressão de que precisa-se de grandes recursos financeiros para se fazer
missões.
Mas isto não é
a verdade. A igreja primitiva de Jerusalém, a igreja-mãe do movimento cristão
nascente, era pobre quando lançou o trabalho missionário. A igreja de
Tessalônica tinha poucos recursos financeiros que não podia arcar com a as
despesas de Paulo durante seu ministério lá (1 Tessalonicenses, 2.9). Mesmo
assim, realizou um trabalho missionário que repercutiu por regiões bem extensas
(1.8).
Os exemplos
continuam hoje. Entre os Karen, um povo tribal na Birmânia, as donas de casa
separam um punhado de arroz cada dia e oram simultaneamente pela evangelização
de outros povos na Birmânia e na Índia. No final de cada semana, este arroz é
vendido no mercado e o dinheiro enviado para missionários Karen evangelizando
outros povos.
Os cristãos na
Nigéria também estão to. ativamente empenhados na evangelização de tribos
vizinhas, e têm pouquíssimos recursos financeiros. Até mesmo no Brasil, existem
tribos indígenas aonde os convertidos evangelizam outras tribos de outras
línguas e não dependem de muitos recursos financeiros.
Precisamos ser
corajosos e criativos na organização
financeira do trabalho missionário, antes de tudo bíblicos, se depender de
modelos financeiros exorbitantes e não-realizáveis.
Finalmente,
observamos mais u mito sobre missões, o mito dos "calculadores". É o
seguinte: se planejarmos o suficiente e aprendermos muita missiólogia,
venceremos os problemas do passado e te- remos grande êxito. Felizmente, há um
interesse crescente no Brasil pelo estudo de missões, a missiólogia, e isto, eu
creio, deve preencher uma grande lacuna. Este desenvolvimento recente poderá
ser uma tremenda contribuição ao preparo missionário. Também poderá deslocar os
preparandos da dependência do poder de Deus através de oração e da dependência.
do Espírito Santo para direção.
Paulo, o
primeiro missiólogo e estrategista, reconhecia esta necessidade e resumiu todo seu trabalho missionário da seguinte maneira:
"... para
conduzir os gentios à obediência, por palavra e por obras, por força de sinais
de prodígios, pelo poder do Espírito Santo; de maneira que, desde Jerusalém e
circunvizinhanças, até ao Ilírico, tenho divulgado o evangelho de Cristo"
Sua pregação consistia em "demonstração do Espírito e de poder" (1
Coríntios, 2.4, Atos, 19.9-12).
Um exemplo marcante desta dependência é o caso dos
morávios do século -18, da Bavária, na Europa Central. Este grupo cristão
pequeno iniciou uma vigília de oração que durou mais de 100 anos! E durante 28
anos, eles enviaram mais missionários (para Groenlândia, América do Norte, o
Caribe, a África e a Ásia!) que todas as outras igrejas protestantes e
anglicanas nos dois séculos de- pois da Reforma Protestante! Eram fruto de
oração e dependência do Espírito Santo.
Concluímos
nossa reflexão com o seguinte desafio e repensamento dos muitos elaborados:
Nossa meta deve ser: não onde Cristo já foi anunciado. Nosso preparo deve ser o
melhor. E nosso envolvimento deve ser a igreja brasileira comprometida e
dependente do Espírito Santo.
Timóteo
Carriker é professor de Teologia Bíblica de Missão, Panorama do Cristianismo
Mundial, Antropologia Missionária e Crescimento da Igreja, no Centro Evangélico
de Missões. Esta mensagem foi proferida por ocasião do culto de abertura das
aulas do CEM, em março deste ano.
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