SANDRO GOMES DE OLIVEIRA. Diretor do Centro de Educação Teológica e Evangelística Shekinah.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Cuidado Com os Cães!

‘cães’, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão!”. Paulo passa esse tipo de advertência em quase todas as suas cartas. Ele adverte contra falsos mestres que penetram na igreja e ensinam algo diferente do que Paulo e os apóstolos. Ele descreve os falsos mestres como cães, como quem pratica o mal e como aqueles que introduzem uma falsa circuncisão. Quando se trata do evangelho, Paulo não contemporiza. Do ponto de vista atual, isso não é “politicamente correto”. Em nossos dias, muitos – especialmente políticos – procuram enfeitar o que dizem para de modo nenhum ferir alguém. Paulo, no entanto, não pode tolerar nada que afaste da doutrina da graça.

Quem são os cães a que Paulo se refere? Naqueles tempos, os cães eram diferentes daqueles que conhecemos hoje. Para nós, o cão é um animal doméstico e é tido como agradável, gentil e o melhor amigo. Naqueles tempos, porém, os cães eram selvagens, circulavam em bandos e só viviam em busca de vítimas. O mesmo comportamento é o dos falsos mestres que penetram na igreja. Eles procuram a quem possam devorar e onde estão os pontos fracos.

No Salmo 59.4-5 diz: “Mesmo eu não tendo culpa de nada, eles se preparam às pressas para atacar-me. Levanta-te para ajudar-me; olha para a situação em que me encontro! Ó Senhor, Deus dos Exércitos, ó Deus de Israel! Desperta para castigar todas as nações; não tenhas misericórdia dos traidores perversos”. Davi descreve aqui os descrentes, os pagãos. Mas em quem Paulo pensa? De certo modo, Paulo também se refere aos descrentes. Em Filipenses 3.3 ele enfatiza: “Pois nós é que somos a circuncisão”. Os falsos mestres eram judaístas e pregavam a circuncisão. Afirmavam que os crentes deveriam circuncidar-se para serem membros efetivos da igreja.

Paulo era judeu e em geral enfrentava oposição dos judeus. Aonde quer que ele fosse, seu primeiro destino era sempre a sinagoga. De fato, esse era o melhor ponto de partida para evangelizar numa cidade. Em geral, os judeus causavam então algum tumulto por não concordarem com Paulo. Onde há tumulto, costuma juntar gente para ver o que há. Uma oportunidade como essa pode ser aproveitada para pregar a todos. Assim, naquele tempo viviam no Império Romano muitos judeus espalhados por toda parte, e Deus usou essa situação para divulgar o evangelho. Paulo enfrentava oposição por perseguição. Os judaístas ensinavam “Jesus e a circuncisão” ou “Jesus e o sábado” ou “Jesus e uma outra lei”. Não era mais a graça somente.

Se alguém pregar um evangelho diferente daquele anunciado pelos apóstolos, ele será um falso mestre e amaldiçoado.


Paulo identifica esses “cães” também com “esses que praticam o mal”. O termo “praticam” designa pessoas ativas e que, nesse caso, vêm trazer um outro evangelho. Esse também era o problema das igrejas na Galácia: “Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!” (Gl 1.6-8). Também aqui Paulo não deixa dúvidas. Ele diz que, se alguém pregar um evangelho diferente daquele anunciado pelos apóstolos, ele será um falso mestre e amaldiçoado.

Esses “que praticam o mal” talvez fossem externamente perfeitos, talvez seu estilo de vida parecesse impecável. Talvez tais pessoas tenham sido observadas e tenham impressionado com sua aparência exemplar e decente. No entanto, não devemos deixar-nos enganar: Satanás não é tolo, ele sabe como pode seduzir os crentes. Em Filipenses 3.18 Paulo escreve em prantos: “Pois, como já disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de Cristo”. O apóstolo conhece o mal que esses inimigos poderão provocar. Ele adverte os filipenses a ficarem atentos e, com respeito aos judaístas, que deverão guardar-se do legalismo.

Tendemos facilmente a pensar que devemos oferecer algo a Deus para receber algo dele. É a natureza humana: se eu trabalhar, serei remunerado. Em parte, também pensamos assim em relação à obra da redenção: preciso fazer algo a fim de merecê-la.

Não, nós nada podemos oferecer a Deus. Jesus Cristo realizou tudo por nós. É graça e apenas graça. Será que isso significaria então que podemos fazer o que bem entendemos? Não, um cristão que pensa assim precisaria se questionar se ele realmente experimentou um novo nascimento. Um cristão em quem realmente habita o Espírito de Deus desejará viver segundo o padrão de Deus. Ele será transformado pelo Espírito de Deus. Mas se começarmos a pregar a necessidade de praticar isso e mais aquilo para conquistar a salvação, como por exemplo guardar sábados e determinadas festas, observar leis de pureza, jejuar, confessar-nos, isto será um outro evangelho, que não encontramos na Bíblia.

Naquele tempo, o que penetrava na igreja eram os judaístas e adicionalmente as marcas das religiões pagãs. E como é a situação nas nossas igrejas? Em Mateus 7.21-23 lemos: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor!’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!”.

Trata-se aqui de pessoas ativas na igreja, mas cuja motivação não é bíblica. Nem são renascidas e penetram na igreja por ganância. Essa gente, que Paulo chama de “cães” e praticantes do mal, introduzirá uma falsa circuncisão.

Teria Paulo algo contra a circuncisão? Em Filipenses 3.5 ele diz de si mesmo: “Circuncidado no oitavo dia”. Mas ali ele fala da sua vida quando ainda não era crente. Contudo, o que foi que ele fez depois com Timóteo? Atos 16.1-3 relata: “[Paulo] Chegou a Derbe e depois a Listra, onde vivia um discípulo chamado Timóteo. Sua mãe era uma judia convertida e seu pai era grego. Os irmãos de Listra e Icônio davam bom testemunho dele. Paulo, querendo levá-lo na viagem, circuncidou-o por causa dos judeus que viviam naquela região, pois todos sabiam que seu pai era grego”.

Paulo circuncidou Timóteo. A mãe de Timóteo era judia e sua circuncisão era uma expressão do seu pertencimento ao povo de Israel. Ele era judeu, e por isso não havia nenhum problema em que ele se circuncidasse. A circuncisão foi feita para que ele não escandalizasse os judeus. Paulo mesmo escreveu que ele se tornou judeu para os judeus e grego para os gregos (1Co 9.20-21). Esse foi um passo muito sábio de Paulo a fim de não se expor desnecessariamente a ataques. No entanto, isso de modo nenhum significa que ele pregasse a circuncisão. Ele enfatizava que aqueles que introduziam a falsa circuncisão exigiam a circuncisão de todos.

Também nós precisamos ficar atentos em relação ao judaísmo para não nos ocuparmos com coisas que nos conduzam de volta à lei da antiga aliança ou de introduzi-las em nossa vida, afastando-nos assim da graça de Cristo. Pergunto-me por que um cristão deveria de repente colocar um quipá na cabeça se o Senhor e os apóstolos não mandaram fazer isso. Talvez alguém goste disso, mas o faz para quem? E se alguém quiser guardar o sábado, que o faça, mas então essa pessoa deveria guardar ainda muito mais da lei da antiga aliança. Temos alguém que cumpriu toda a lei: Jesus Cristo. Ele nos salvou. O objetivo de Paulo era anunciar que não precisamos mais retornar à lei.

Deus não quer que vivamos a nossa fé em função da nossa própria força, porque assim fracassaremos.


Ele explica: “Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne” (Fp 3.3, RA). Nós que pertencemos a Jesus Cristo é que somos a circuncisão, tanto gentios como judeus. Deus não quer que vivamos a nossa fé em função da nossa própria força, porque assim fracassaremos. A nossa própria força nos levará ao desespero.

Quando Paulo enfatiza aqui o termo “carne”, ele não se refere a algum comportamento pecaminoso. A lei não é pecado; antes, a lei revela a nossa pecaminosidade. Quando a Bíblia fala de carne, geralmente ela trata da oposição entre a carne e o espírito. Muitas vezes interpretamos a ideia de “carne” como pecado, imoralidade, adultério, prostituição, mas aqui não se trata de pecado e sim de algo que queremos alcançar na carne por meio da nossa própria força. A carne é a essência do “eu”: eu preciso fazer, eu preciso cumprir a lei, eu preciso orar cinco vezes por dia etc. Confiar na carne busca uma redenção por obras – e nesse caso estaríamos perdidos. Quando vivemos no Espírito, não nos orgulhamos do nosso próprio desempenho, mas tão somente de Cristo, e é exatamente isso que Paulo faz nos versículos seguintes, em que ele mostra que, se um judeu pudesse orgulhar-se de tudo aquilo que conseguiu por meio da carne, então esse judeu seria ele mesmo. Mas Paulo considera tudo isso como perda, como lixo. Para Paulo, Jesus Cristo tornou-se tudo.

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie. Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Ef 2.8-10).

Autor: Natanael Winkler , Site da Chamada da Meia-Noite

sábado, 27 de abril de 2019

Furando Poços na África - Ryan - Reflexão

Este é o menino que tirou a sede de meio milhão de africanos. Seu nome é Ryan, nasceu no Canadá em maio de 1991.

Quando pequeno, na escola, com apenas seis anos, sua professora lhe falou sobre como viviam as crianças na África. Profundamente comovido ao saber que algumas até morrem de sede, sendo que para ele próprio bastava ir a uma torneira e ter água limpa.
Fonte: Enviada pelo Pr Abraão Gonçalves via Whats App

Ryan perguntou a professora quanto custaria para levar água para a Africa, e a professora lembrou que havia uma organização chamada "WaterCan", que poderia fazer poços custando cerca de 70 dólares.

Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe disse que necessitava de 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas. Sua mãe disse que ele deveria conseguir o dinheiro pelo seu esforço, e deu-lhe tarefas em casa com as quais Ryan ganhava alguns dólares por semana.

Finalmente reuniu os 70 dólares e foi para a "WaterCan". Quando atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares.. Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar todo esse dinheiro, mas Ryan não se rendeu e prometeu que voltaria com os 2.000.

Passou a realizar tarefas na vizinhança e acumulando dinheiro, o que contagiou seus irmãos, vizinhos e amigos, que puseram-se a ajudar. Até reunir o dinheiro necessário. E em janeiro de 1999 foi perfurado um poço numa vila ao norte de Uganda.

Quando o poço ficou pronto, a escola de Ryan começou a se corresponder com a escola que ficava ao lado do poço. Assim Ryan conheceu Akana: um jovem que lutava para estudar a cada dia. Ryan cativado pediu aos pais para viajar para conhecer Akana. Em 2000, chegou ao povoado, e foi recebido por centenas de pessoas que formavam um corredor e gritavam seu nome.

- Sabem meu nome? (Ryan surpreso pergunta ao guia.)

- Todo mundo que vive 100 quilômetros ao redor sabe (Respondeu o guia).

Hoje em dia Ryan, com quase 24 anos, tem sua própria fundação e já levou mais de 400 poços para a Africa. Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da água.
Fonte: Enviado Por Abraão Gonçalves

domingo, 21 de abril de 2019

Lampião e as Missões no Nordeste do Brasil


Você sabia que Orlando Boyer, escritor do livro Heróis da Fé, foi um missionário americano que chegou no estado do Ceará no ano de 1932, indo para a cidade de Sobral, onde 3.000 pessoas cercaram a pensão onde ele estava hospedado, ameaçando Orlando Boyer e sua esposa de linchamento se não saíssem da cidade, o comandante da polícia dispersou a multidão, Boyer fugiu pra a cidade de Ipu, onde ele e a esposa foram apedrejados por um grupo de moradores, sendo livrado pelo mesmo comandante policial, sofreu perseguições também nas cidades de Crateús, Camocim, entre outras, seu esforço pioneiro fez com que abrisse trabalhos em 14 lugares em torno da via férrea cearense, teve um encontro com Lampião que sequestrou um casal de missionários que trabalhavam com ele, Virgil Schimidt e Ramona que tinham dois filhos pequenos demandando cuidados, o cangaceiro pediu um resgate, Lampião achou a quantia levantada por Orlando Boyer pequena, o missionário lhe falou da situação difícil, oferecendo-se para morrer em lugar de seus amigos, Orlando Boyer lhe falou do amor de Cristo, Lampião compadeceu-se e além de não lhe fazer mal algum, devolveu os 236.000 réis de resgate e ainda lhe deu mais 109.000 réis, dinheiro da época, para ajudar nas despesas. Ele trabalhou 10 anos na evangelização do estado do Ceará, também trabalhou em outros estados, e voltou aos Estados Unidos no ano de 1978.
QUALQUER SOFRIMENTO NOSSO HOJE COMO CRISTÃOS, NÃO SE COMPARA AOS QUE ESSES HOMENS SOFRERAM PARA FAZER ESSE EVANGELHO ATÉ NÓS.
*Dep Fed Pastor Eurico*

sábado, 20 de abril de 2019

Quem é Jesus?

"Jesus não é um mito. Não é também, uma aparição incorpórea, nem uma emanação de um Deus distante e inacessível, em uma forma humana idílica criada pela mente dos homens sob pressão das necessidades, antagonismos e opressões do mundo. Jesus não é uma ilusão ( de uma realidade) de mentes assustadas em busca de um ser superior. Jesus é uma realidade histórica, é uma pessoa real, objetiva, tangível. Ele é o verbo feito carne que entrou na contigência da história." - (Teologia Dinâmica do N.T. p.24 - Por Delcyr de Souza Lima).
ASSIM FOI JESUS
"Não foi médico, mas curou doentes e até ressuscitou mortos. Não foi advogado, mas conhecia, interpretava e aplicava a lei às relações humanas. Não foi escritor e, ao que se sabe, nunca escreveu um livro, mas apenas uma frase escreveu na areia, que o tempo apagou no mesmo dia. Sobre Ele já se escreveram milhares de livros e sua história já está traduzida para mais de 1763 línguas e dialetos. Não foi orador e, todavia, "ninguém falou como ele" , tal a simplicidade com que se comunicava com o povo. Não foi poeta, mas inspirou a centenas de poetas que escreveram poesias imortais e cânticos que ainda hoje são entoados por milhões de vozes. Não foi músico, mas inspirou Mozart, Schubert, Beethoven, Bach, Mendelson e tantos outros. Não foi artista, escultou, mas sua vida impressionou Rafael, Miguel Ângelo, Hofmann e centenas de outros que nos legaram esculturas e quadros famosos. Não foi arquiteto, mas projetou a mais sublime das arquiteturas, transformando a vida humana para o engrandecimento do céu. Não foi estadista, nem aspirou a qualquer cargo oficial, mas, em verdade fundou um reino e ditou sua própria constituição - o sermão da montanha."
Fonte: Do livro Galileu sem igual (A Bíblia no Brasil - SBB).

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Sinais que Antecedem a volta de Cristo: Por Sandro Gomes



   

 Sinais que Antecedem a volta de Cristo:

1 - Sinais Morais, 2Tm. 3:1-4.
2 - Sinais Sociais, Mt. 24:6-38.
3 - Sinais Naturais, Mt. 24:7; Rm. 8:22.
4 - Sinais Religiosos, Mt. 24:10, 11.
5 - Sinais Políticos, Lc.21:24.
6 - Sinais Científicos, Dn. 12:4; Ob.4.
7 - Sinais Espirituais, Mt. 24:14; Tg. 5:7.

Eis alguns sinais específicos declarados na Bíblia

a) Falsos Cristos, Mt. 24:5.
b) Guerras e rumores de guerra, Mt. 24:6.
c) Fomes, pestes, terremotos, ódio, traição, morte  (perseguição), Mt.24:7-10.
d) O Multiplicar da iniqüidade, Mt. 24:12; Jo. 2:16, 17.
e) Dias semelhantes aos de Noé, Mt. 24:37-39.
f) Igreja Morna, Mt. 24:12; Ap. 3:15, 16.
g) A multiplicação da Ciência, Dn. 12:4.
h) O homem na lua, Jr.51:53; Ob. 4.
i) Rebelião infanto juvenil, Mc. 13:13; 2Tm. 3:1, 2.
j) Aumento de seitas, 1Tm. 4:1.
k) Homens egoístas, narcisistas (amantes de si mesmo), 2Tm. 3:1-9.
l) Apostasia, (muitos deixarão a fé), Mt.24:11, 1Tm. 4:1, 2Tm. 4:3, 4, Jd. 4.
m) Chegada dos zombadores, 2Pe. 3:3, 4.
n) Volta dos judeus a Israel, Ez. 36:33-35;37
o) Derramamento do Espírito Santo, Jl. 2:28, 29, At. 2:1-17.
p) Ecumenismo (religião mundial), Dn. 3, Ap. 17.
q) Desassossego em escala mundial; Os homens desmaiando de terror Lc. 21:26.
r) A descoberta do automóvel, Na.2:3,4.
s) O aparecimento do avião, Is. 31:5;60:8.
t) A descoberta do rádio e da televisão, Ap. 11:9, Jó. 38:35.
u) As armas nucleares, Lc. 21:26, Ap. 13:13.
v) O bramido do mar e das ondas, Lc. 21:25.
w) A Europa reunificada, Ap. 13:1-3.
x) A manifestação do espírito do anticristo,1 Jo 2.18
z) Os conflitos no Oriente Médio.

Fonte: Temário Escatológico do Pregador - Seminário de Escatologia - Sandro Gomes de Oliveira

terça-feira, 5 de março de 2019

O EMBLEMA DO ESTADO DE ISRAEL




O monte Moriá tinha uma planta (Salvia Hierosolymitana) cujos galhos formavam o desenho que hoje é o símbolo do Estado de Israel. Nas junções dos galhos crescia uma flor.
A partir dessa planta vejo o símbolo.
O símbolo é representado por 7 canos: 6 deles representam os 6 dias de trabalho, e o 7º, o dia de descanso.
Em 1948, na fundação do Estado de Israel, a Comunidade Judaica da Inglaterra resolveu doar ao Estado de Israel a Menorah que hoje está em  frente ao Knesset (Parlamento). O escultor colocou representações desde Abraão até o Holocausto. A Menorah que existia no Templo, no tempo de Jesus, foi levada pelo Imperador Tito, que destruiu Jerusalém no ano de 70 dC.
A Menorah era feita de uma só peça de ouro. Todo dia e toda tarde o sacerdote fazia sua limpeza. Cada tarde tinha que repor o azeite para arder a noite toda.
Fonte: Bíblia de Estudos Adicionais, SBU

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

A PROCURA DE UMA IGREJA PERFEITA - Refrexão

ESTAVA PROCURANDO UMA IGREJA PERFEITA E RESOLVI LIGAR PARA O APÓSTOLO PAULO PARA TER UMA ORIENTAÇÃO:

- Alô!  É o Apostolo Paulo?
- Sim, é ele!
- A graça e paz!
- A graça e paz!
-Desculpe o incômodo Apóstolo, mas estou precisando da sua ajuda
- Pois não!
- Preciso de ajuda na minha vida cristã, andei me decepcionando com muita coisa na igreja a qual pertenço e estou naquela fase “self service”. Estou escolhendo uma Igreja perfeita para eu congregar. Gostaria de ter informações sobre algumas Igrejas.
- Pois não, se eu puder lhe ajudar!
- Me diga uma coisa, estou pensando em congregar em Corinto, seria ela uma igreja perfeita?
- Olha, a Igreja de Corinto tem grupinhos ( I Cor. 1:12), tem inveja, contendas ( I Cor. 3:3), brigas na justiça ( ICor. 6), tem fornicários (I Cor. 5)
- Nossa!
- E a Igreja de Éfeso?
- Foi uma Igreja alicerçada na palavra ( At. 20:27), mas ultimamente tem muita gente sem amor por lá. ( Ap. 2:4)
- Então penso em ir congregar em Tessalônica.
- Tessalônica! Tem alguns que andam desordenadamente e não gostam de trabalhar ( II Ts. 3:11)
- Nossa! Tá difícil em Paulo!
- E se eu for para a Igreja de Filipos?
- Filipos é até uma igreja boa, mas tem algumas notas destoantes. Tem duas irmãs lá; uma se chama Evódia e a outra Síntique (Fp. 4:2) que se desentenderam e estão sem conversar uma com a outra.
- Mas por que Paulo?
- Não sei bem, acho que foi por causa do uniforme da festa da União Feminina da Igreja de Filipos!
- Então acho que vou mudar para Colossos e vou congregar lá o que você acha?
-Olha, em Colossos o problema é doutrinário, tem uns hereges que estão querendo rebaixar a pessoa de Cristo dizendo que ele não é Deus. O negócio está tão feio lá que estão até realizando culto aos anjos (Cl.  2:18)
- Meu Deus! E se eu for para a Galácia?
- Olha, na Galácia tem crentes se mordendo e devorando uns aos outros ( Gl. 5:15)
- Meu Deus! Realmente tá difícil, entrei em contato com o Apóstolo João porque pensei em congregar em Tiatira, mas ele me disse que lá é uma Igreja tolerante. Tem tolerado uma mulher que se diz profetisa e tem ensinado a se prostituir e comer sacrifícios de idolatria (Ap. 2:20). Pensei em ir para Laodicéia mas João me disse que lá eles são muito indiferentes, são mornos (Ap. 3:16). Depois pensei em congregar em Pérgamo mas, João me disse que lá tem algumas doutrinas estranhas, a doutrina de Balaão (Ap. 2:14) e dos nicolaítas (Ap. 2:15).
- Sabe Paulo, já pensei em ir para a Igreja Sede em Jerusalém, mas, lá  está cheio de preconceituosos com os gentios (Gl. 2:12,13). Fiquei sabendo que já teve muita murmuração por lá (At. 6:1) e crente duas caras ( At. 5). Me parece que se chamavam Ananias e Safira, salvo engano...
- É Paulo, realmente tá difícil!
- Qual a solução? Me dá uma orientação!
- É simples. A Igreja do lado humano é imperfeita, mas Deus está trabalhando. Você se esqueceu do que escrevi aos Efésios: ... para apresentar a si mesmo Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas, santa e irrepreensível (Ef. 5:27).
- E breve estaremos na Igreja perfeita, a igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus (Hb. 12.23).
- Dou-lhe um conselho: Não procure uma Igreja perfeita mas procure uma igreja bíblica!
- Então está bem Paulo! Obrigado! Vou ler mais a Bíblia. Mesmo condenando tais práticas estou reconhecendo que não há Igreja perfeita enquanto estivermos aqui. Mas mesmo reconhecendo suas imperfeições não abandonarei a comunhão entre os irmãos e procurarei fazer a minha parte vivendo uma vida cristã autêntica esperando a volta de Jesus! Obrigado Apóstolo Paulo.
Disponha. - Autor Desconhecido