Este blog tem a finalidade de abordar assuntos relacionados com a defesa da fé cristã. O apóstolo Paulo em sua carta destinada a igreja que estava em Filipos, declara que foi posto para defesa do evangelho(Filipenses 1.16). - Sandro Gomes, Servo, Pastor, Missionário, Teólogo, Capelão, Pedagogo e Diretor da Missão CETESH. Casado desde 1988 com Rose, pai de Jônatas, Jadiel e Josué.
SANDRO GOMES DE OLIVEIRA. Diretor do Centro de Educação Teológica e Evangelística Shekinah.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Julio Severo: O Festival Promessas da TV Globo e suas relações d...
Julio Severo: O Festival Promessas da TV Globo e suas relações d...: O Festival Promessas da TV Globo e suas relações de interesse Orley José da Silva A Rede Globo de Televisão dedicou pela primeira vez, no di...
A Consciência segundo Spurgeon e um Índio
"Uma sujeirinha a mais por dia, que não seja lavada, nos deixará tão imundos como se tivéssemos atolado num lamaçal; e assim como o pecado na consciência retira do nosso coração a alegria deixada por Cristo, é impossível sentirmos o prazer da comunhão, até que nossos pecados diários sejam lavados da consciência pela eficácia renovada do sangue expiatório. - C. H. SPURGEON
"Um índio descreveu figuradamente a consciência como sendo um triângulo em seu interior: 'Quando cometo alguma injustiça, o triângulo se move, e isso dói'.
Fonte: Revista Chamada da Meia-Noite, novembro de 2004.
No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes
"Um índio descreveu figuradamente a consciência como sendo um triângulo em seu interior: 'Quando cometo alguma injustiça, o triângulo se move, e isso dói'.
Fonte: Revista Chamada da Meia-Noite, novembro de 2004.
No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
"UM COM ELES" - Tema da Missão Portas Abertas para 2012
EM DEFESA DOS CRISTÃOS PERSEGUIDOS
Mais de 100 milhões de cristãos ao redor do mundo são perseguidos porque escolheram crer em Cristo, que morreu e ressuscitou e diz que devemos ser suas testemunhas até os confins da terra.
Em diversos países, ser cristão significa perder muitas coisas: bens materiais, o convívio familiar, o emprego e a dignidade.
Por isso nós - que fazemos parte de uma igreja livre, que não enfrenta situações estremas de intolerância religiosa - devemos nos unir a esses cristãos que pagam um alto preço por sua fé. Devemos nos colocar em seu lugar e nos tornar UM COM ELES.
UM COM ELES é o tema que a Portas Abertas escolheu para 2012. Assim, todos os envolvidos com a causa da Igreja Perseguida se lembrarão da importância de cada irmão e irmã no mundo todo. Cada um tem seu papel, cada um tem sua função. Se todos eles estiverem sofrendo, temos de sofrer com eles. Se todos se alegrarem, vamos nos alegrar com eles.
Eles precisam de força, de consolo e de ajuda. Eles precisam saber que não estão sozinhos. É essa noção de unidade que é citada por Paulo na carta à igreja de Corinto . Um corpo é composto de muitos membros, cada um exercendo uma função indispensável. Assim também acontece no Corpo de Cristo. Essa identificação é refletida em edificação e cooperação mútuas, como diz o versículo. Se um membro do Corpo sofre, todos os outros membros sofrem também. Não é assim quando machucamos o dedo do pé, por exemplo? Todo o nosso corpo é afetado pela dor. Paulo nos dá a oportunidade de pensarmos assim com relação à Igreja também.
Queremos convidar você a juntar-se a nós, levantado a bandeira da Igreja Perseguida e falando em nome daqueles que não têm voz.
Muitos cristãos afirmam que foram fortalecidos por meio da oração e intercessão de seus irmãos da Igreja Livre.
Mais de 100 milhões de cristãos ao redor do mundo são perseguidos porque escolheram crer em Cristo, que morreu e ressuscitou e diz que devemos ser suas testemunhas até os confins da terra.
Em diversos países, ser cristão significa perder muitas coisas: bens materiais, o convívio familiar, o emprego e a dignidade.
Por isso nós - que fazemos parte de uma igreja livre, que não enfrenta situações estremas de intolerância religiosa - devemos nos unir a esses cristãos que pagam um alto preço por sua fé. Devemos nos colocar em seu lugar e nos tornar UM COM ELES.
UM COM ELES é o tema que a Portas Abertas escolheu para 2012. Assim, todos os envolvidos com a causa da Igreja Perseguida se lembrarão da importância de cada irmão e irmã no mundo todo. Cada um tem seu papel, cada um tem sua função. Se todos eles estiverem sofrendo, temos de sofrer com eles. Se todos se alegrarem, vamos nos alegrar com eles.
Eles precisam de força, de consolo e de ajuda. Eles precisam saber que não estão sozinhos. É essa noção de unidade que é citada por Paulo na carta à igreja de Corinto . Um corpo é composto de muitos membros, cada um exercendo uma função indispensável. Assim também acontece no Corpo de Cristo. Essa identificação é refletida em edificação e cooperação mútuas, como diz o versículo. Se um membro do Corpo sofre, todos os outros membros sofrem também. Não é assim quando machucamos o dedo do pé, por exemplo? Todo o nosso corpo é afetado pela dor. Paulo nos dá a oportunidade de pensarmos assim com relação à Igreja também.
Queremos convidar você a juntar-se a nós, levantado a bandeira da Igreja Perseguida e falando em nome daqueles que não têm voz.
Muitos cristãos afirmam que foram fortalecidos por meio da oração e intercessão de seus irmãos da Igreja Livre.
Há cristãos no mundo que sofrem por amor a Cristo, seja UM COM ELES.
Maiores Informações: www.portasabertas.org.br
Fonte:Revista Portas Abertas - Volume 30 nº 01
No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes, parceiro da Portas Abertas há alguns anos.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Dez Razões porque a Igreja da Unificação é uma seita

Reverendo Moon, fundador da Igreja da Unificação
Um ex-líder moonista apresenta os sinais que distinguem uma seita perigosa de uma religião legítima
1. Uma seita geralmente tem um líder que se proclama de origem divina ou reivindica uma posição espiritual sem igual, tal como um messias ou um profeta do fim dos tempos.
2. Uma seita tem uma série especial de ideias, algum manifesto, alguma revelação a qual indica que a situação em que o mundo se encontra, para onde vai, e porque ela é indispensável para o desenvolmento da história.
3. O líder é juiz absoluto sobre a vida de seus seguidores.
4. Dentro de uma seita existe uma extensa variação com relação ao estilo de vida: luxuosa para o líder e os seus altos escalões de autoridade, e sistema de vida espartana, sacrificial e, algumas vezes, extremamente árdua para os demais da comunidade.
5. As seitas exploram o dinheiro e os recursos de seus membros. Depois que se entra para a Igreja da Unificação, por exemplo, os líderes perguntam sobre tudo o que a pessoa possui. E dizem: Imagine Abraão: ele quase sacrificou seu próprio filho para provar sua fé em Deus. Você disporá de seu carro? Desistirá de seu aparelho de som? Tem dinheiro em sua conta bancária? Oh, isto é maravilhoso! Pense nas multidões famintas do mundo. Imagine no quanto Deus faria com sua riqueza - muito mais do que você realizaria. É claro que você tem todo o direito de ganhar seu dinheiro, é verdade, mas onde é que ele seria melhor aplicado?
6. As seitas promovem condições de exploração de trabalho. O adepto não somente desiste de seus bens, mas também dispõe de seu tempo e energia. Trabalha-se geralmente desde a manhã até a noite sem pagamento algum, diariamente.
7. As seitas têm um sistema de autoridade, uma liderança hierárquica que torna possível uma total investigação e planejamento da vida de seus membros. Eles possuem uma estrutura piramidal de autoridade. Nessa escala, algumas pessoas são responsáveis de certificarem-se de que todos os quais vivem sob suas responsabilidades estão ideologicamente sob controle. Se alguém expressa ideias ou sentimentos indevidos (isto é, contrários à seita), o seu líder imediato é o responsável para corrigi-lo ou levar o problema ao seu superior. Isto mantém o discípulo bastante aprisionado à seita.
8. As seitas isolam seus membros dos contatos normais da vida: família, amigos, trabalho e escola - coisas que nos dão um senso de equilíbrio, e ajuda-nos a avaliar as decisões que tomamos em nossas existências, frente às normas impostas pelo mundo.
9. O recrutamento nas seitas procura produzir um freio no pensamento crítico de seus membros. É feito todo o esforço possível para reduzir a capacidade da pessoa de avaliar a si mesma com seus recursos de pensar e decidir cuidadosa e claramente.
10. As seitas criam dependência emocional de seus membros para com seus superiores. A pessoa leva ideias para serem avaliadas pelo líder, que pode aprovar ou não, controlando-a a seu bem prazer.
Fonte: Extraído de 'Autobiography of a Former Moonie' (Autobiografia de um ex-moonista) por Gary Scharff, no Cultic Studies Journal. Vol 2. nº 2.1985, pp. 252-253. Traduzido e adaptado pelo Instituto Cristão de Pesquisas - ICP. Publicado na Revista Defesa da Fé, p. 57.
Nota do pastor Sandro Gomes: Há alguns anos atrás ministrei um módulo de Hermenêutica Sagrada em um Seminário no Rio de Janerio. Recordo-me que na última aula, para minha surpresa, um líder desta seita que fazia parte da turma, deu-me um folheto contendo algumas doutrinas da Igreja do Reverendo Moon. Cheguei à conclusão que este adepto estava naquele seminário de confissão evangélica com um objetivo de ganhar mais adeptos para a sua seita. Infelizmente, hoje já tomamos conhecimento que um renomado líder de nossa denominação está aliançado com esta seita. Em última análise, vigiemos com o espírito de apostasia que permeia o mundo inteiro.
No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes. E- mail:prsandrogomes@ig.com.br
Um ex-líder moonista apresenta os sinais que distinguem uma seita perigosa de uma religião legítima
1. Uma seita geralmente tem um líder que se proclama de origem divina ou reivindica uma posição espiritual sem igual, tal como um messias ou um profeta do fim dos tempos.
2. Uma seita tem uma série especial de ideias, algum manifesto, alguma revelação a qual indica que a situação em que o mundo se encontra, para onde vai, e porque ela é indispensável para o desenvolmento da história.
3. O líder é juiz absoluto sobre a vida de seus seguidores.
4. Dentro de uma seita existe uma extensa variação com relação ao estilo de vida: luxuosa para o líder e os seus altos escalões de autoridade, e sistema de vida espartana, sacrificial e, algumas vezes, extremamente árdua para os demais da comunidade.
5. As seitas exploram o dinheiro e os recursos de seus membros. Depois que se entra para a Igreja da Unificação, por exemplo, os líderes perguntam sobre tudo o que a pessoa possui. E dizem: Imagine Abraão: ele quase sacrificou seu próprio filho para provar sua fé em Deus. Você disporá de seu carro? Desistirá de seu aparelho de som? Tem dinheiro em sua conta bancária? Oh, isto é maravilhoso! Pense nas multidões famintas do mundo. Imagine no quanto Deus faria com sua riqueza - muito mais do que você realizaria. É claro que você tem todo o direito de ganhar seu dinheiro, é verdade, mas onde é que ele seria melhor aplicado?
6. As seitas promovem condições de exploração de trabalho. O adepto não somente desiste de seus bens, mas também dispõe de seu tempo e energia. Trabalha-se geralmente desde a manhã até a noite sem pagamento algum, diariamente.
7. As seitas têm um sistema de autoridade, uma liderança hierárquica que torna possível uma total investigação e planejamento da vida de seus membros. Eles possuem uma estrutura piramidal de autoridade. Nessa escala, algumas pessoas são responsáveis de certificarem-se de que todos os quais vivem sob suas responsabilidades estão ideologicamente sob controle. Se alguém expressa ideias ou sentimentos indevidos (isto é, contrários à seita), o seu líder imediato é o responsável para corrigi-lo ou levar o problema ao seu superior. Isto mantém o discípulo bastante aprisionado à seita.
8. As seitas isolam seus membros dos contatos normais da vida: família, amigos, trabalho e escola - coisas que nos dão um senso de equilíbrio, e ajuda-nos a avaliar as decisões que tomamos em nossas existências, frente às normas impostas pelo mundo.
9. O recrutamento nas seitas procura produzir um freio no pensamento crítico de seus membros. É feito todo o esforço possível para reduzir a capacidade da pessoa de avaliar a si mesma com seus recursos de pensar e decidir cuidadosa e claramente.
10. As seitas criam dependência emocional de seus membros para com seus superiores. A pessoa leva ideias para serem avaliadas pelo líder, que pode aprovar ou não, controlando-a a seu bem prazer.
Fonte: Extraído de 'Autobiography of a Former Moonie' (Autobiografia de um ex-moonista) por Gary Scharff, no Cultic Studies Journal. Vol 2. nº 2.1985, pp. 252-253. Traduzido e adaptado pelo Instituto Cristão de Pesquisas - ICP. Publicado na Revista Defesa da Fé, p. 57.
Nota do pastor Sandro Gomes: Há alguns anos atrás ministrei um módulo de Hermenêutica Sagrada em um Seminário no Rio de Janerio. Recordo-me que na última aula, para minha surpresa, um líder desta seita que fazia parte da turma, deu-me um folheto contendo algumas doutrinas da Igreja do Reverendo Moon. Cheguei à conclusão que este adepto estava naquele seminário de confissão evangélica com um objetivo de ganhar mais adeptos para a sua seita. Infelizmente, hoje já tomamos conhecimento que um renomado líder de nossa denominação está aliançado com esta seita. Em última análise, vigiemos com o espírito de apostasia que permeia o mundo inteiro.
No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes. E- mail:prsandrogomes@ig.com.br
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
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