domingo, 28 de outubro de 2012

EUA RESISTEM A BIOCHIPS

Nos Estados Unidos, já houve, nos últimos quatro anos,algumas tentativas de aprovar a implantação forçada de microchips em seus cidadãos, mas que nunca obtiveram êxito, pelo menos até hoje. Primeiro, foi o projeto de lei HR 3200, que falava sobre um "dispositivo de registro médico nacional" que consistia, segundo relatório do FDA (órgão governamental norte-americano que corresponde, no Brasil, à Anvisa), em um "sistema de rádio transmissor implantável" que usaria "rádio frequência para identificação do paciente e informações sobre saúde". O relatório afirma ainda que o objetivo era "tornar os Estados Unidos o primeiro país do mundo em que cada um de seus cidadãos teria implantado um microchip de identificação de rádio frequência com a finalidade de controlar informações de cuidados médicos no país". Esse projeto não foi aprovado pelo Congresso dos EUA. A segunda tentativa foi com a lei de assistência à saúde denominada "Obamacare", defendida pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama, e aprovada parcialmente no Congresso norte-americano na primeira metade do seu mandato, quando os democratas ainda eram maioria no Congresso. Em seu projeto original, o Obamacare" previa que cada cidadão fosse microchipado até 2013. Porém, antes de ser submetido à aprovação, esse e outros artigos tiveram de sair do texto original. A implantação de biochips nos EUA só é usada hoje opicionalmente e apenas em soldados, animais ou cidadãos que desejam usar o recurso para fins de segurança ou levantamento de informações médicas. Apenas um número muitíssimo pequeno da população usa esses recursos. A questão é se, no futuro, aquilo que já foi tentado por duas vezes em outro contexto com alguma possibilidade de êxito. Ou se surgirá outra tecnologia mais interessante mais à frente, que receberá todo o apoio necessário. É possível? Sim. Afinal, o mundo caminha para o cumprimento das profecias bíblicas. Fonte: MP de junho de 2012

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