terça-feira, 22 de novembro de 2011

Estudo Comprova resgate da sexualidade

Pesquisa atesta que 62% dos gays mudam após tratamento com cristãos

Terapeutas que apóiam a homossexualidade dizem que é impossível mudar a orientação sexual, e que a tentativa de mudar a orientação sexual, é inerentemente prejudicial. Porém, sabemos que o Evangelho é o poder de Deus para a transformação de todo aquele que crê, inclusive homossexuais, como afirma o apóstolo Paulo (Rm 1.16; 1 Co 6.9-11). Só que , além disso, os resultados finais de um estudo de longo período publicado na Revista de Terapia Sexual e Conjugal (revisada por outros especialistas) concluiu que tal terapia é tanto possível quanto bem indicada para muitas pessoas.

Os psicólogos Stanton L. Jones, da Faculdade Wheaton, e Mark A. Yarhouse, da Universidade Regent, são os autores do estudo que rastreou pessoas que buscaram mudança de orientação sexual por meio do envolvimento com uma variedade de minsitérios cristãos ligados à instituição cristã norte-americana Exodus International. O estudo avaliou 98 candidatos por um período de seis a sete anos depois que a terapia terminou. Os resultados de Jones e Yarhouse mostram que a maioria dos candidatos teve êxito em sua meta de mudar a orientaçaõ sexual, e que a tentativa não foi prejudicial em média. Após sete anos, dos 98 pacientes originais que participaram do estudo, 61 foram categorizados como casos de êxito na última avaliação (62,5%). Somente 20 se consideraram ainda e plenamente homossexuais. "Os resultados não provam que a mudança categórica na orientação sexual seja possível para toda e qualquer pessoa, mas comprova que reais mudanças são possíveis para alguns", arremata a nota à imprensa que anunciou o estudo.

Os autores afirmam tembém que a mudança não refletiu em aumento de sofrimento psicológico ligado à tentativa de mudar: "Os resultados provam que a tentativa de mudar não parece ser prejudicial em média ou inerentemente prejucial". Uma meta-análise equivalente, realizada após mais de 100 anos de pesquisa em terapias sobre atração indesejada de mesmo sexo, e publicada em junho de 2009, já concluíra que a homossexualidade não era imutável, e que muitos indivíduos que buscavam mudanças conseguiam se beneficiar da terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu 600 relatórios de clínicos, pesquisadores e ex-clientes. Apesar de todos esses dados, as associações de Psicologia do mundo se opõem aos profissionais que oferecem esse tipo de terapia, uma vez que pressões de ativistas gays levaram a homossexualidade a ser retirada, em 1973, da lista de desordem do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM), o padrão universal para a classificação de doenças. (Fonte: Site "Notícias Pró-Família").

(Extraído do Jornal Mensageiro da Paz de Novembro de 2011)

Nenhum comentário:

Postar um comentário