terça-feira, 14 de junho de 2011

A DIVINDADE DE JESUS CRISTO

Jesus não foi um homem que ousou ser Deus, mas Deus que se dignou ser homem. O profeta Isaías o chama de Emanuel - Deus conosco. Teologicamente, o título Filho de Deus significa "nascido de Deus", portanto, Ele é mais que um carpinteiro, Ele é Deus. O Filho possui a mesma natureza do Pai. Disse Jesus:"Eu e o pai somos um." Jesus foi o único filho que nasceu mais velho do que a mãe. Maria, a serva do Senhor foi mãe da natureza humana do Filho de Deus , entretanto, ela como humana jamais poderia ser mãe do pai da eternidade. Diante de seus opositores , Ele respondeu-lhes : "Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU." Paulo , o maior erudito da Igreja, reconhece a Sua deidade em várias ocasiões. Ele, na carta endereçada aos romanos o chama de "Deus bendito eternamente". (Romanos 9.5). Suas palavras repletas de autoridade,abalaram a história, desafiaram a ciência, e modificaram a natureza.

Vejamos a seguir o que escreve D. James Kennedy acerca da historicidade e divindade de Cristo:
" Juliano, o Apóstata, tentou destruir o cristianismo. Ele escreveu um livro sobre o cristianismo, mas nesse escrito, em vez de destruí-lo, ele afirma que Jesus nasceu no reinado de Augusto, no tempo em que Cirênio fez um censo na Judéia. Ele também confirma o fato de que a religião Cristã começou a surgir no tempo dos imperadores Tibério e Cláudio . Ele afirma a autenticidade dos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, como fontes autênticas da religião cristã. Esse mesmo Juliano foi a Jerusalém, refutar a Bíblia, mas falhou. Quando, sem o saber, destruiu os muros de Babilônia, ele estava confirmando as profecias. Quando finalmente ele encontrou a morte, apontando sua espada para o céu, para Jesus Cristo, ajuntou seu próprio sangue ao ser ferido no campo de batalha, jogou-o para o ar e clamou: ' Vencestes, Galileu.' Juliano não deixou atrás de si o menor vestígio do paganismo que ele quis reerguer. Todos os seus esforços se evaporaram diante do poder do Galileu." O autor ainda cita Lord Byron: "Se alguma vez o homem foi Deus ou Deus foi homem, Jesus Cristo foi ambos." (Por Que Creio - D. James Kennedy; 3ª ed, Rio de Janeiro:JUERP, 1998).

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