quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

TÉCNICA DOS 30 SEGUNDOS - Por William Douglas


     Um dos maiores comunicadores da atualidade, Milo Frank (1996), propõe que sejamos capazes de dizer tudo o que queremos  em 30 segundos, ou menos. Mostra que podemos fazer uma preparação prévia, mesmo que complexa, e fazer um trabalho posterior, mas a mensagem essencial deve ser dita em 30 segundos.
     Ele mostra que a atenção humana às vezes tem esse limite de tempo, tanto que os  comerciais em geral duram 30 seguidores.  Mostra ainda que as notícias de TV levam em média 90 segundos, 30 para explicar o problema, 30 para uma entrevista ou flash e mais 30  para a conclusão do jornalista.
      Para preparar uma mensagem em 30 segundos é preciso saber exatamente o que se quer, dirigir-se à pessoa certa, da forma certa, da forma que ela entender melhor e p referir.   Além disso, é claro, deve-se pedir o que se quer. Estou cansado de ver pessoas que não sabem, não querem (!?) ou não têm coragem de pedir o que querem, desde um beijo até um emprego ou aumento salarial.
     A técnica dos 30 segundos é útil porque leva a pessoa a (ob.cit., p.12):
·         Concentrar o  pensamento
·         Concentrar a escrita
·         Concentrar a fala
·         Conservar o rumo da conversa
·         Preparar mais rapidamente qualquer tipo de comunicação
·         Ser mais lógico e mais conciso
·         Encurtar entrevistas e reuniões
·         Ajudar o interlocutor a prestar  atenção
·         Reforçar as conversas e apresentações
·         Ser mais eficiente em qualquer entrevista ou reunião
·         Manejar melhor as perguntas e respostas
·         Aumentar sua segurança
·         Obter melhores resultados em sua vida profissional e pessoal.
Acredito que devemos saber a hora de usá-la.  Mesmo que não reduzamos   a mensagem a 30 segundos, a técnica ajuda na busca da objetividade.

(Santos, William Douglas Resinente dos, Como passar em provas e concursos: tudo o que você precisa saber e nunca teve a quem perguntar /Editora Elsevier. 17.ed.rev. p.469-70.