domingo, 28 de julho de 2013

RAÍZES DO PAPADO E DA MARIOLATRIA

Desde o ano 200 a.C. até o ano 276 da nossa Era, os imperadores romanos haviam ocupado o posto e o título de Sumo Pontífice da Ordem Babilônica.  Depois que o imperador Graciano se negara a liderar essa religião não cristã, Dâmaso, bispo da Igreja Cristã em Roma, foi nomeado para esse cargo no ano 378.  Uniram-se assim numa só pessoa todas as funções dum sumo sacerdote apóstata com os poderes de um bispo cristão. Imediatamente depois deste acontecimento, começou-se a promover a adoração a Maria como a Rainha do Céu e a Mãe de Deus. Daí procederam todos os absurdos romanistas quanto à humilde pessoa de Maria, mãe do Salvador. Enquanto se desenvolvia a adoração a Maria, os cultos da Igreja de Roma perdiam cada vez mais os elementos espirituais e a perfeita compreensão das funções sobrenaturais da graça de Deus.  Formas pagãs, como a ênfase sobre o mistério e a magia, influenciaram essa igreja.  O sacerdote, o altar, a missa e as imagens de escultura assumiram papel de preponderância no culto. A autoridade era centrada numa igreja dita infalível e não na vontade de Deus conforme expressa pela Sua Palavra.  (Fonte: Apostila do Curso de Missões do IBMS)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

1ª Epístola de Paulo aos Brasileiros - Reflexão


 

 
Prefácio e Saudação
 
Paulo, apóstolo, não da parte de homens, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, a todos os santos e fiéis irmãos em Cristo Jesus, que se encontram em terras brasileiras, graça e paz a vós outros.
 
Exortações à Igreja
 
Rogo-vos para que não haja partidos entre vós. Mas vejo que é isso que está ocorrendo, pois uns dizem: eu sou de Malafaia; outros, de Macedo; outros, do Soares; outros de Feliciano; Quem é Malafaia? Quem é Soares? Quem são eles? [1] Por acaso Cristo está dividido? Não são neles que devemos postar nossos olhos, mas em Cristo, o único que morreu por nós. Vejo que ainda sois meninos na fé quando o propósito de cada um é só buscar bênçãos para si, visando os próprios interesses e não o interesse do Corpo. Digo-vos que a maior benção já vos foi concedida na cruz quando fostes resgatados da morte e das trevas. Agora, aprendam a viver contentes e dar graças a Deus por tudo [2] .
 
Sinais e Prodígios
 
Assim como os judeus pediam sinais em minha época [3], há muitos que só pensam em prodígios e maravilhas: fazem correntes e marcam hora para as curas se efetuarem, e eu já havia advertido aos seus irmãos de Tessalônica que tão somente orassem o tempo todo, [4] pois apenas Deus é quem sabe a hora de atender. Eu mesmo deixei Trófimo doente em Mileto, [5] o amado Timóteo foi medicado enquanto esperava o Senhor curar sua gastrite, [6] e Epafrodito adoeceu mortalmente chegando às portas da morte [7]. Por que entre vós no Brasil seria diferente?
 
Outras admoestações
 
Estão fazendo rituais para amarrar demônios e declarar que as cidades do Brasil são do Senhor Jesus. Nunca vistes isso em mim e em nenhum momento em Cristo. Pelo contrário, preguei o evangelho em Éfeso, mas a cidade continuou seguindo a deusa Diana. No Areópago de Atenas riram e zombaram de minha pregação, e poucos aceitaram a palavra do evangelho; como eu iria dizer que Atenas era do Senhor Jesus? Em Corinto, a prostituição continuou a dominar a cidade, e em Roma, as orgias e as dissoluções da família até se intensificaram no decorrer dos anos. Dizer que Roma pertencia ao Senhor Jesus seria uma frase que levaria ao engano os poucos irmãos verdadeiramente convertidos.
 
Na verdade muito me esforcei e fiz de tudo para ver se conseguia salvar a alguns [8]. Nunca ensinei a reivindicar territórios, mas tão somente orava a Deus que me abrisse uma porta para pregar a Palavra [9] .
 
Cuidado com os falsos apóstolos
 
Há muitos homens gananciosos aparecendo no meio de vós no Brasil dizendo que são apóstolos e criando hierarquias para exercer domínio uns sobre os outros, coisa que nunca aceitei. Porque tanta preocupação com títulos? Por que ninguém se contenta em ser chamado simplesmente servo? Pois é isso é o que realmente importa. Saibam que há muitos obreiros fraudulentos transformando-se em apóstolos de Cristo [10].
 
Já vos advertira que depois da minha partida, entre vós penetrariam lobos vorazes que não poupariam o rebanho de Cristo [11], vós não lembrais disso brasileiros?
 
Sobre os dons espirituais
 
Soube que muitos estão preocupados com os dons. É verdade que eles são importantes, mas o Espírito concede a cada um conforme melhor lhe convém [12]. Tenho percebido que valorizam principalmente os dons sobrenaturais – como falar em línguas, visões, curas e revelações – e esquecem-se que ensinar bem as Escrituras, administrar com zelo as coisas de Deus e promover socorro aos necessitados também são dons espirituais [13].
 
Mas o que eu quero mesmo é que estejais buscando para suas vidas o fruto do Espírito. De nada adianta ter fé suficiente para curar pessoas, transportar montes e expulsar demônios se ficais devorando uns aos outros, [14] se não
têm amor, se provocam rixas e intrigas entre si e dão mau testemunho.
 
Ofertas ao Senhor
 
Quanto às ofertas e sacrifícios, já falei por carta: no primeiro dia da semana cada um separe segundo sua prosperidade [15]. Nunca fiz leilão de bênçãos do Senhor, desafiando o povo a ofertar começando com 10 moedas de ouro até chegar ao que tinha um denário. O único sacrifício aceitável por Deus já foi feito na cruz pelo seu Filho Jesus, entendais isto brasileiros.
 
Quando Deus me der oportunidade de visitar-vos quero conhecer os que estão se enriquecendo com o Evangelho e enfrentar-lhes face a face. A piedade jamais pode ser fonte de lucro [16] e se continuarem nessa sórdida ganância haverão de sofrer muitas dores [17].
 
A busca da verdadeira maturidade
 
É imprescindível que manejem bem a Palavra, pois chegou ao meu conhecimento que esta é uma geração tão ignorante nela que estão sendo enganados por lobos vorazes, que trazem enganos e sofismas, e a esses, de boa mente, os tolerais [18]. Lembrem-se que quando preguei em Beréia o povo consultava a Palavra para ver se as coisas eram de fato assim [19]. Porque não fazeis vós o mesmo? Ora, os ardis de satanás vêm sempre disfarçados na pregação de um anjo de luz [20].
 
Vejo que entre vós há muitos acréscimos e deturpações daquilo que falei. Admoesto-vos a que não ultrapasseis o que está escrito [21] .
 
As saudações pessoais
 
Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos; afastai-vos deles, porque esses tais não servem a Cristo, e sim a seu próprio ventre [22], seus próprios interesses. Em breve vos vereis.
 
A bênção
 
A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós do Brasil [23].
 
REFERÊNCIAS [1] – 1Co 3.5 [2] – Fp 4.11; 1Ts 5.18 [3] – 1Co 1.22 [4] – 1Ts 5.17 [5] – 2Tm 4.20 [6] – 1Tm 5.23 [7] – Fp 2.27-30 [8] – 1Co 9.22 [9] – Cl 4.3 [10] – 1Co 11.3 [11] – At 20.29 [12] – 1Co 12.7 [13] – Rm 12.7-8 [14] – Gl 5.15 [15] – 1Co 16.2 [16] – 1Tm 6.5 [17] – 1Tm 6.10 [18] – 2Co 11.4 [19] – At 17.11 [20] – 2Co 11.14 [21] – 1Co 4.6 [22] – Rm 16.17-18 [23] – 2Co 13.13.
 
 
AUTOR: Daniel Rocha (Buscai o Reino <http://buscaioreino.blogspot.com/>)

 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

7 MARCAS DE UM FALSO MESTRE


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Por Por Tim Challies 


Nada enriquece mais o inferno do que falsos mestres. Ninguém tem maior alegria em atrair as pessoas para longe da verdade, levando-as ao erro. Falsos mestres tem estado presentes em todas as eras da história humana; eles tem sempre sido uma praga e sempre estiveram no ramo da falsificação da verdade. Enquanto suas circunstâncias podem mudar, seus métodos permanecem constantes. Aqui estão sete marcas dos falsos mestres.

1 - Falsos mestres são bajuladores dos homens. O que eles ensinam é para agradar mais aos ouvidos do que beneficiar o coração. Eles fazem cócegas nos ouvidos de seus seguidores com lisonjas e, enquanto isso, tratam coisas santas com esperteza e negligência ao invés de reverência e temor. Isso contrasta bruscamente com um verdadeiro mestre da Palavra que sabe que é responsável perante Deus e que, por isso, anseia mais agradar a Deus do que aos homens. Como Paulo diria, “pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração” (1 Tessalonicenses 2.4).

2 - Falsos mestres guardam suas críticas mais severas aos servos mais fiéis de Deus. Falsos mestres criticam aqueles que ensinam a verdade e guardam suas críticas mais acentuadas para aqueles que se apóiam com firmeza no que é verdadeiro. Nós vemos isso em muitos lugares na Bíblia, como quando Corá e seus amigos se levantaram contra Moisés e Arão (Números 16.3) e quando o ministério de Paulo estava ameaçado e minado pelos críticos que diziam que, enquanto suas palavras eram fortes, ele mesmo era fraco e sem importância (2 Coríntios 10.10). Vemos isso mais notavelmente nos ataques viciosos das autoridades religiosas contra Jesus. Falsos mestres continuam a repreender e menosprezar servos fiéis de Deus hoje. Entretanto, como Agostinho declarou,“Aquele que prontamente calunia meu bom nome, prontamente aumenta a meu galardão”.

3 - Falsos mestres ensinam sua própria sabedoria e visão. Isso certamente era verdade nos dias de Jeremias quando Deus disse “Os profetas profetizam mentiras em meu nome, nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, adivinhação, vaidade e o engano do seu íntimo são o que eles vos profetizam”(Jeremias 14.14). E, hoje também, falsos mestres ensinam a loucura dos meros homens ao invés de ensinarem a mais profunda e rica sabedoria de Deus. Paulo sabia: “pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Timóteo 4.3).

4 - Falsos mestres deixam passar o que é de suma importância e, ao contrário, se focam nos pequenos detalhes. Jesus diagnosticou essa tendência nos falsos mestres de seu tempo, advertindo-os, “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” (Mateus 23.23). Falsos mestres colocam uma grande ênfase na sua aderência aos pequenos comandos mesmo quando ignoram os grandes. Paulo advertiu Timóteo daquele que “é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas,  altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (1 Timóteo 6.4-5).

5 - Falsos mestres obscurecem sua falsa doutrina por trás de um discurso eloquente e do que parece ser uma lógica impressionante. Assim como uma prostituta se pinta e se perfuma para parecer mais atraente e sedutora, o falso mestre esconde sua blasfêmia e doutrina perigosa atrás de argumentos poderosos e de um uso eloquente da linguagem. Ele oferece aos seus ouvintes o equivalente espiritual a uma pílula venenosa revestida de ouro; embora possa parecer bonita e valiosa, permanece sendo mortal.

6 - Falsos mestres estão mais preocupados em ganhar os outros para a sua opinião do que em ajudá-los e melhorá-los. Esse é outro diagnóstico de Jesus quando ele refletiu sobre as normas religiosas dos seus dias. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!” (Mateus 23.15). Falsos mestres não estão em última instância no ramo de melhorar vidas e salvar almas, mas no ramo de convencer mentes e ganhar seguidores.

7 - Falsos mestres exploram seus seguidores. Pedro avisa acerca desse perigo, dizendo: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (1 Pedro 2.1-3). O falso mestre explora aqueles que o seguem porque eles são gananciosos e desejam as riquezas desse mundo. Sendo essa uma verdade, eles sempre ensinarão princípios que satisfazem a carne. Falsos mestres estão preocupados com os bens deles, não com o seu bem; querem servir a si mesmos mais do que aos perdidos; estão satisfeitos em Satanás ter a sua alma contanto que eles possam ter as suas coisas.

Traduzido por Kimberly Anastacio | iPródigo.com | Original aqui
FONTE:  BLOG BEREIANOS - APOLOGÉTICA CRISTÃ REFORMADA
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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Comentários acerca do Evangelho de João 21.15-17. Reflexão

21.15ª (  Pergunta) Você realmente me ama mais do que o resto dos discípulos como se gabava (Mt 26.33-35) ?  Ele se gabava de possuir o maior amor, e nenhum ( com exceção de Judas)  havia negado Jesus  tão enfaticamente .  Pedro respondeu humildemente.  21.15b Jesus usou o verbo grego agapao nas primeiras duas perguntas, que significa ardentemente, supremamente, perfeitamente, enquanto Pedro respondeu com o verbo phileo,  gostar, sentir amizade pelo outro.  Na terceira vez, o Senhor usou Phileo, o que humilhou grandemente Pedro.  NOTA:  Bíblia de Estudo Dake Copyright@2009 – CPAD e Editora Atos
21.17 Pela terceira vez.  Pedro não se entristeceu porque Jesus muda ligeiramente o vocabulário nessa última pergunta, mas porque as três perguntas sobre o seu amor por Jesus, certamente o lembraram de suas três negações recentes. Em sua bondade, Jesus deu a Pedro a oportunidade de confessar o seu amor e reafirmar o seu chamado para servir ao Senhor. Reagindo com muito gratidão, Pedro chama Jesus de “o Supremo Pastor” (I Pe 5.4).  Fonte: Bíblia de Estudo de Genebra, 2ª edição@2009 – Editora Cultura Cristã – SP – SP

1(21.15) Nos vs. 15-17 dois diferentes verbos gregos foram usados para “amar”: agapaõ, amar profundamente, usado para com o amor divino em 14.21, e o amor que a lei exige (Lc. 10.27); e phileõ, gostar de, um amor de grau inferior que  agapaõ, como o amor entre os amigos.  Nos dois  primeiros exemplos, onde o Senhor  pergunta a Pedro:  “Amas-me?” Ele usou agapaõ; mas Pedro, lembrando-se de que tinha negado o Senhor três vezes e consciente agora de sua própria fraqueza, não se atreveu a responder com uma palavra tão forte como agapaõ. Em vez disto, ele emprega phileõ na sua resposta: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”.  Quando o Senhor o inquiriu pela terceira vez:  “amas-me? “ , Ele usou a palavra menos forte, phileõ.  E novamente o discípulo  humildemente respondeu: “Senhor, tu sabes todas as cousas, tu sabes que eu te amo (phileõ)”.
2(21.15)  A repetição tripla que Cristo  faz do pronome  “meu” – “meus cordeiros”... minhas ovelhas... minha ovelhas”  (vs, 15m16m17) – faz que todos  os cristãos que são responsáveis por outros se lembrem que as pessoas  sob as suas ordens pertencem antes de tudo, a Cristo. Os pastores, os missionários, os professores e os pais não passam de vice-pastores a cujos cuidados as ovelhas de Cristo foram entregues.  Comp. Hb 13.20 ;  I Pe 5.3.
3(21.17)  Com a sua auto-confiança grandemente abalada por ter há pouco negado o seu Senhor, Pedro se sente indigno de expressar o seu amor a Cristo com a palavra mais significativa aoapaõ, e portanto ele usa a mais fraca phileõ.. Veja 21.15, nota.  Jesus agora condescende com a auto-avaliação de Pedro, dizendo:  “Ainda que você não confie em suas próprias emoções para usar a palavra agapaõ, ainda assim você deve Apascentar minhas ovelhas”.  Nosso dever para com Cristo deve depender não da força de nossos sentimentos subjetivos, mas de nossa percepção do que Ele fez por nós.   Fonte:  Bíblia com as referências e anotações de Dr. C.I. Scofield – IBRB – 1982

21.15-17 – Jesus perguntou três vezes a Pedro se este o amava.  Na primeira vez, Jesus disse:  “Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que a estes?”  (No texto grego foi usado o termo apape, que se refere ao amor volitivo, sacrificial.)  Na segunda vez, Jesus repetiu a pergunta, usando novamente o termo grego ágape, mas focou somente Pedro.  Na terceira vez, Jesus usou o termo grego  phileo, que significa, afinidade ou amor fraternal, estava perguntando a Pedro: “Você é meu amigo?” Nas três vezes em que foi interpelado por Jesus, Pedro respondeu utilizando o termo grego phileo.  Jesus não está em busca de respostas rápidas e superficiais. Ele tem a habilidade de alcançar o âmago de qualquer questão.  Pedro teve que enfrentar os seus verdadeiros sentimentos e motivações quando Jesus  lhe perguntasse:  “Você me ama?”  Você realmente ama Jesus?  Você é amigo dele?  FONTE: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoas @CPAD 1995 - SP