quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Quem é Baal, Tamuz, Marduk, Hórus, Ogum ou São Jorge?

Nota do Editor do blog Apologia dos Fiéis: Por motivo de problema técnico, não foi possível postar as fotos apresentadas no estudo original pela Pastora Wilma Ribeiro. HOJE ELE SE CHAMA JORGE. MAS, QUAIS ERAM SEUS NOMES NO PASSADO? Estudo para Crente Maduro. Não fique com medo de partilhar, pois é uma coisa é postar uma imagem para protestar e outra coisa é para idolatrar: 1°- BAAL: Era um deus cananeu. Baal mata o dragão de sete cabeças “Lotan”, em hebraico Leviatã. Mas nós sabemos que Leviatã é a antiga serpente que virou dragão(Ap. 20:2). É o diabo e que só Jesus vai destruí-lo com o sopro de sua boca. Baal é o demônio da perversão sexual, da feitiçaria e ocultismo e sacrifícios de crianças. O Profeta de Deus Elias, matou a fio da espada 450 profetas de Baal e 400 sacerdotisas de Astarote ou Asera. Em Israel, Semíramis é Astarote e Baal, deuses adorados por Jezabel. Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “rainha dos Céus” dos babilônicos, e Ninrode fundador da torre de Babel e que era neto de Noé, converteu-se no “divino filho do céu”. Ninrode era tão perverso que se casou com sua mãe, Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa, para evitar confusões, diz que ele não morreu, apenas voltou para seu lugar de origem. Pouco tempo depois, Semíramis descobre que está grávida. Mas isso não é possível, afinal seu filho-marido está morto. Ela mente novamente para encobrir seu adultério, dizendo que o espírito de Ninrode, o “espírito de deus” a engravidou. Semíramis chama seu filho de Tamuz, e para continuar o engano, ela diz que ele é o próprio Ninrode. Daí surge à primeira idéia reencarnacionista. (Tamuz é mencionado na Bíblia em Ezequiel 8.14-18.) O centro religioso do culto a Baal e a Astarote, contendo no palácio: (1 Reis 18.4) Semíramis ou Isis que é mãe de Tamuz, ou Baal. Por gerações neste culto idólatra. Baal o deus-sol passou a ser o falso Messias, filho de Ninrod: Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode revivido em Baal) transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalharam-se pelo mundo afora; uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. Essa visão é concebida desde os primórdios na cultura Grego-romana, de Isis mãe de Ninrode fundador da Torre de Babel ilustração com as serpentes em espiral. A visão que coloca a mulher como senhora “mãe de deus”. Se assim fosse, ela seria criadora de tudo que há no céu e na terra. Baal é o demônio de apostasia da IGREJA e do MATRIMÔNIO. Isso explica que a Bíblia diz que haverá esfriamento espiritual e divórcio entram também, e com isso as famílias entrarão em colapso. Muitos se apostatarão da fé por dar ouvidos a ensino de demônios. A cauterização é o pior estado da ação maligna também de casais divorciados vivendo em uma mesma casa e até na mesma cama e vivem em uma eterna apostasia conjugal até que a morte os separe. ESFRIAMENTO TOTAL DO AMOR E DA FÉ ________________________________________ 2°- TAMUZ: (Tamuz é mencionado em Ez. 8:14-16) "Levou-me à porta da entrada da casa do Senhor, que está na banda do norte, e eis que as mulheres assentadas chorando por Tamuz. Disse-me: Vês isso, filho do homem? Verás ainda abominações maiores do que estas. Levou-me para o Átrio de dentro da casa do Senhor, e eis que estavam à entrada do Templo do Senhor, entre o pórtico e o Altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o Templo do Senhor, e com os rostos para o Oriente; adoravam o sol" _________________________________________ 3°- HÓRUS: Hórus era filho de Isis e Osíris. Tinha cabeça de falcão. Hórus matou Seth (Satanás) pela vingança da morte de seu pai (Osíris). Na luta Hórus perdeu um olho esquerdo lutando com Seth que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas) Trindade satânica: 1-Ninrode é Osíris pai de Hórus; 2-Hórus é Tamuz, ou Baal. 3-Semíramis é Isis que é mãe de Hórus ou Tamuz, ou Baal. __________________________________________ 4°- MERODAQUE (MARDUK): Chamado de deus babilônico dos caldeus pelos Hebreus da cidade de Ur dos Caldeus no antigo testamento de Isaías 39:1; II Reis 25:27; Jeremias 50:2. Ur dos Caldeus era situada no norte da mesopotâmia. Durante o segundo milênio, a Babilônia que tem esse nome por causa da torre de Babel, fundada por Ninrod e depois foi governada pelos assírios e depois retomada para os caldeus em 721-710 a.C. A Babilônia era mais uma cidade-estado da Mesopotâmia. As predominâncias de habitantes da Babilônia mudaram muitas vezes em sua existência, embora a cultura permanecesse relativamente constante e distinta. Eles foram os Amoritas, os Cassitas e os Caldeus. Expandiu-se para se tornar um império mundial importante antes de serem dominados pelos Persas duas vezes. Entre os períodos do velho e novo império, a Babilônia foi uma pequena cidade, mas muito rica. Merodaque-Baladã pediu apoio para Ezequias para a sua oposição à Assíria (moderno Iraque) para reconquistar o trono para os caldeus. Isaias avisou sobre os perigos de tal ato para Judá (Is. 23:13). Isaías andou nu e descalço por três anos, por sinal e prodígio sobre o Egito e sobre a Etiópia, assim o rei da Assíria levara em cativeiro os presos do Egito e os exilados da Etiópia, (Is 20:3-4) Ezequias ficou doente de morte, mas orou a Deus e se recuperou. O rei babilônico Merodaque-Baladã soube do fato e mandou representantes com presentes a Judá. Ezequias, na alegria em virtude da recuperação e na demonstração de amizade da Babilônia, mostrou o seu reino inteiro aos embaixadores - incluindo seu tesouro. O profeta Isaías repreendeu o rei Ezequias, avisando-lhe que num futuro próximo tudo seria saqueado pela Babilônia – O rei Ezequias (rei de Judá), por causa dos presentes que recebeu do rei babilônico, pôs todo o seu reino a perder. Ao ser presenteado pelo monarca da Babilônia, sorriu, achou coisa do outro mundo, abriu o seu coração e mostrou ao inimigo suas possessões, exibindo com orgulho suas riquezas. A partir daquele momento, estava selado o cativeiro de Judá (Isaías 39: 1 -7). Neste texto, vemos uma cena que aconteceu há milhares de anos, mas que se repete diariamente, em todos os segmentos. Ou seja, muitos se derretem diante de um agrado, de uma bajulação, de um presentinho. Pessoas diariamente se vendem se prostituem em troca de uma vantagem, de um benefício. Nunca devemos esquecer quem é o nosso inimigo. Também não devemos esquecer de que estamos em uma guerra contínua contra as forças do mal, e que não há a menor hipótese de algum dia ser decretada a paz. Essa luta só terminará com a segunda vinda do Senhor Jesus. O que Merodaque queria era ver o que havia no Templo do Senhor para depois saqueá-lo. Com a derrota dos caldeus Merodaque que foi vencido por Sargão II foi rei da Assíria entre aproximadamente 721 a.C. a 705 a.C. onde Isaias referiu a Babilônia como a “filha dos caldeus” (Is. 47:1). Em 626 a.C. Nabucodonosor, um nativo caldeu, subiu no trono da Babilônia por aclamação popular, conquistou todo o país até Eufrates Médio, com os medos, saqueou Nínive e foi substituído por se filho Nabucodonosor II, que derrotou os egípcios e tornou-se rei da palestina, incluindo Jeoaquim. Nabucodonosor marchou para Judá e saqueou os seus despojos para a Babilônia incluindo os utensílios do Templo da casa do SENHOR que seu filho Belsazar, a quem Daniel chama de rei dos caldeus: “Enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata, que seu Nabucodonosor, seu pai, tirara do Templo que estava em Jerusalém, para que neles bebessem o rei, e os seus grandes, as suas mulheres e concubinas” (Dn. 5:30) Eles contaminaram a Templo do SENHOR com suas prostituições e idolatrias. Usaram os utensílios do Templo para adorar seus deuses de ouro, prata, bronze e madeira e pedra com as suas feitiçarias, bebedices e prostituições. Pintaram nas paredes do Templo toda forma de répteis e animais abomináveis e de todos os ídolos, queimaram também incenso a outros deuses. As mulheres choraram pelo deus Tamuz dentro do Templo, e os homens ficaram de costas para o Templo com o rosto para o oriente, adoravam o sol, (Ez. 6:14-15). Hoje existem pessoas que são adoradores do pôr do sol. Há os praticantes da yoga que fazem saudação ao sol por cento e oito vezes. O número cento e oito é um número muito significativo para a tradição Hindu, dentre outras. Para destacar alguns fatos que envolvem esse número mais do que especial, temos que o diâmetro do Sol é cento e oito vezes o diâmetro da Terra e a distância média da Lua para Terra é de cento e oito vezes o diâmetro da Lua. O japa mala é um colar hindu parecido com o terço da igreja católica, é composto por cento e oito contas que auxilia na contagem da recitação de um mantra. O alcoolismo sempre esteve presente como forma de oferenda como ritual de adoração de sacrifícios aos deuses da Babilônia. Belsazar recebeu um decreto de morte com um dedo que escrevia na parede a sua sentença: MENE, MENE, TEQUEL e PARSIM. MENE: Contou Deus o teu reino, e deu cabo dele. TEQUEL: Pesado foste na balança, e achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos persas. A cidade foi invadida pelo rio Eufrates e foi aí que os Persas entraram na cidade e encontraram o povo entregue e uma enorme bebedeira festiva. Naquela mesma noite Belsazar foi morto e Dario, o medo persa reinou e começa o império persa que recomeçaram a reconstrução do Templo em 525 a.C. Marduk era o principal deus da Babilônia assim como Baal. Foi a ele que os outros deuses confiaram o poder supremo devido à vitória sobre a deusa Tiamat das lendas babilônicas e suméria, descrita como um dragão. A lenda conta também que Merodaque (Marduk) para satisfazer a vontade dos deuses que se queixavam de não terem quem os adorassem, para que os povos da terra os adorem e lhe levantem templos onde estabelece a residência dos principais deuses (Torre de Babel). O poder que tinha sobre todas as coisas foi conseguido por ter desafiado e ganho o combate com os dragões Kingu e Tiamat. Do ponto de vista Bíblico Merodaque representa uma manifestação espiritual que virá sobre a terra associada à besta do abismo; nas regiões celestiais do mal por ele ter sido indicado pela rainha dos céus como o senhor dos mundos. Ou Marduk, deus da Babilônia, ganhou o título de Nibiru quando venceu Tiamat o dragão. Segundo a lenda, Marduk usou partes do corpo do dragão Tiamat para criar os céus e a terra e o povo dessa nação deveria trabalhar para ele. Saindo do mito para a verdade, esse deus Marduk babilônico recebe o nome de Merodaque era filho de uma relação incestuosa entre Enki e Ninhursag. Do mesmo modo que Baal era filho de uma relação incestuosa de Ninrod com Semíramis (Ísis). Ninrod (fundador da Torre de Babel) ____________________________________ 5°- SÃO JORGE (OGUM): Atualmente o demônio está disfarçado em santo. Ogum é um orixá cultuado na Umbanda e Candomblé trazido pelos escravos africanos para o Brasil. O sincretismo religioso se dá pela congregação de seitas diversas, participando de um mesmo credo, como se pode dizer da Igreja católica, quando mudou de cristianismo para catolicismo, adaptando ao modo de pensar e viver cristão, todo tipo de dogma e crenças populares que existiam na época. Tome como exemplo a umbanda e o catolicismo, o primeiro colocou mesclou santos da igreja católica com seus orixás. S. Jorge é Ogum, santa Bárbara é Iansã, senhora da Conceição é Iemanjá, etc. ELES NEM CONSTAM NA BÍBLIA Um exemplo claro de sincretismo é a lavagem da igreja Católica do Bonfim, que ocorre anualmente em Salvador, Bahia. O sincretismo religioso é a junção de filosofias e doutrinas de religiões. Por exemplo: A Igreja católica é sincrética porque tem práticas de religiões de origem africana (como o xangô). Os espíritas são sincréticos quando utilizam filosofias cristãs, hinduístas, judaicas, etc. S. Jorge é um orixá de guerra que segundos eles, "abre os caminhos" para o sucesso. Devemos pensar que o diabo levou Jesus no alto de um pináculo e disse para ele: "Te darei todos os reinos desse mundo se prostrado me adorares". Mas Jesus sabia que todos os reinos já era dEle, não precisava receber isso das mãos do diabo. Ele pensou que se o próprios Deus o adorasse ele seria maior do que Ele em Glória. Ele pensou que se ele tivesse todos os homens o adorando ele seria como Deus. Se desse cada um o seu próprio reino ele seria o deus de todos os reinos. MENTIRA, ele fecha os caminhos, quem pode abrir porta se fechar portas é só Jesus! Todos os artistas já fizeram pactos com ele para obter fama e glória, dinheiro e poder. Ele Cega a pessoa por obter poder. Ele se utiliza de pessoas com capacidade para liderar e com talentos natos para as artes, administração e empreendedorismo. Na vida sentimental ele faz com que a pessoa renuncie o amor à família e abrir mão de filhos e casamentos para obter sucesso. Ele gosta de pessoas com opiniões próprias a respeito de tudo e que não se abre para ouvir a vontade de DEUS. Pessoas que questionam abrir mãos do poder para fazer o que DEUS quer que elas façam. Ele ataca o EGO inflando-o cada vez mais e ficando mais cegos por poder e glória. Promete dar saúde, confiança. No homem se torna intolerante, violento, impulsivo, obstinado, egoísta e exigente. Na mulher ela se torna mandona, irritada e impulsiva, insubmissa. Isso significa que Ogum opera em conjunto com o espírito de Jezabel. Opera também em conjunto com Pombas Giras, Pretos Velhos e Zé Pilintra que é boêmio, malandro e bêbado e odeia a família, porque gasta tudo nas boemias sem se preocupar com ninguém. Temos que atentar para as verdades da Bíblia que não mencionam essas entidades (deuses demonios, cujo chefe maioral é satanás). ______________________________________ TUDO ESTÁ INTRÍCICAMENTE LIGADO. Os mesmos deuses demônios de ontem são os deuses de hoje, com nomes diferentes em culturas e épocas diferentes. _______________________________________ "E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele." [Apocalipse 12:7-9]. ___________________________________________ (((♥ ♥ Por Pastora Wilma Ribeiro ))) ________/)_೬☼♥_____./¯"'""'/') ¯¯¯¯¯¯¯¯¯\)¯♥☼ಶ¯¯¯¯'\_„„„„\,)

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Resultado da Eleição nos Estados Unidos - Por Silas Daniel

O resultado da eleição deste ano mostrou um país dividido, mas também muito mais do que isso Em uma das mais disputadas eleições da história dos Estados Unidos, o liberal radical Barack Hussein Obama venceu o conservador moderado Mitt Romney por 303 a 206 nos colégios eleitorais (com vitórias apertadíssimas nos Estados-chave de Ohio, Virgínia e Flórida) e apenas 2 pontos percentuais de diferença na votação nacional (50,2% contra 48,2% – 59,6 milhões de votos contra 57 milhões de seu adversário). Esse resultado, como já está sendo dito e escrito hoje por muita gente, mostra um país profundamente dividido, é verdade. Dividido como nunca antes em sua história. Mas, mostra também muito mais do que isso. Talvez seja finalmente a chegada do que há alguns anos era chamado de “o mui próximo último suspiro de uma América para a ascendência de outra América”. Sim, talvez seja “o último suspiro” do que foi chamado nos anos 80 de “maioria moral” nos EUA. Essa “maioria moral”, pela primeira vez, mostrou que não é mais maioria. Tomara que estejamos errados, mas parece que finalmente deu-se o primeiro passo para o cumprimento daquela antiga previsão da Europa sobre os EUA: “Eu sou você amanhã”. Nesta eleição, não apenas o mais liberal presidente da história dos EUA foi reeleito – um homem que apóia abertamente o aborto até o nono mês e em qualquer caso, bem como seu financiamento pelo Estado; que é o primeiro presidente a apoiar o “casamento” gay e o menos pró-Israel da história do país; que decretou, como primeiro ato como presidente, em 20 de janeiro de 2008, a destruição de embriões para pesquisas; que apóia a criação em seu país das tais leis contra a “homofobia”, que defende a maior dependência do cidadão em relação ao Estado etc. Não, nesta eleição aconteceu muito mais do que isso: simultaneamente, o “casamento” gay foi aprovado em plebiscito em quatro Estados (Maine, Minessota, Maryland e Washington) assim como a legalização da maconha para fins recreativos em Washington e Colorado. E não é que os evangélicos não saíram às urnas desta vez, como em 2008, quando 30 milhões ficaram em casa desmotivados com McCain, e Obama terminou vencendo por 10 milhões de votos de diferença. Eles foram às urnas neste ano, talvez não tantos quanto poderia ser, mas foram. Sendo que, agora, seu comparecimento não foi suficiente, diferentemente das eleições de 2004, quando os evangélicos, segundo pesquisas da época, e para raiva dos analistas liberais de então, foram o determinante não só para a reeleição do conservador Bush (que naquele período ainda não amargava as primeiras desilusões do seu país com a guerra no Iraque), mas também para a derrota do “casamento” gay e da liberação da maconha em plebiscitos em vários Estados. Mas, por que, mesmo com os evangélicos mais presentes no pleito presidencial deste ano do que no de 2008, eles não fizeram a diferença? A resposta foi dada um mês antes das eleições. No início de outubro, saiu uma pesquisa que mostrava que, pela primeira vez na história dos EUA, os evangélicos não eram mais maioria no país. Em 2004, eles ainda eram 53% dos norte-americanos e mais da metade do eleitorado. Oito anos depois, são 48% da população e 47% do eleitorado. É por isso que, mesmo estando, por exemplo, fortemente mais presentes nas urnas da Virgínia neste ano, os evangélicos não evitaram a vitória de Obama ali, assim como aconteceu em Ohio e Flórida, onde também compareceram em bom número e a vitória do democrata também ocorreu, embora tenha sido muito apertada. Uma pesquisa de boca de urna da CNN divulgada ontem à noite mostrava que 49% dos eleitores que foram às urnas na Virgínia ontem eram evangélicos. Nas eleições presidenciais de 2008, apenas 21% dos que foram às urnas naquele Estado eram evangélicos. O que estava em jogo culturalmente nestas eleições era tão sério que, pela primeira vez em sua vida, o já idoso evangelista Billy Graham decidiu manifestar abertamente o seu apoio a um candidato a presidente. Ele apoiou publicamente Mitt Romney, inclusive publicando um artigo de página inteira no Wall Street Journal e nos principais jornais do Estado-chave de Ohio conclamando os evangélicos, afirmando que a situação era séria e que talvez essa fosse a última chance dos EUA para tentar reverter um quadro que seria acentuado de vez com mais quatro anos do radical liberal Obama. E quando disse isso, Graham não estava se referindo à economia, mas deixou claro que se referia a valores. Aliás, há algo mais sintomático sobre o que está acontecendo nos EUA do que os conservadores daquele país terem, pela primeira vez, como opção para representá-los, não um evangélico ou católico, mas um mórmon; e não um conservador, mas um conservador moderado, um conservador “mais ou menos”? Como escrevi em minha coluna no CPAD News mais de uma vez, é óbvio que a vitória de Romney não estancaria o processo de decadência de valores dos EUA, mas apenas o tornaria mais lento, razão pela qual os evangélicos dali, mesmo diante do perfil de Romney, ainda se mobilizaram em seu favor. Entre dois males inevitáveis, escolha-se o menor. Diante desse quadro, o que será dos EUA, em termos de valores, nos próximos anos? Não sabemos precisamente, mas os sinais deste pleito não são nada animadores. Os republicanos, majoritariamente conservadores, mantiveram a maioria na Câmara dos Representantes. Os conservadores também são fortes na Internet e nas rádios nos EUA. Mas, o que é isso diante do fato de que os liberais não só detêm o Senado e têm mais quatro anos na Presidência com seu favorito, como também continuam dominando esmagadoramente a indústria cultural e do entretenimento nos EUA, e a maioria na imprensa televisiva e impressa? E os evangélicos – grande base conservadora do país – estão diminuindo, enquanto aumenta a cultura de dependência do Estado entre a população, o que seria um contrasenso para aquele país décadas atrás. Em 1776, ano da Independência dos EUA, 97,6% da população eram evangélicos, sendo 34,2% metodistas, 20,5% batistas, 20,4% congregacionais, 19% presbiterianos e 3,5% episcopais. Os católicos eram 1,8% e 0,6% era a soma de outras religiões e agnósticos. Em 1900, os evangélicos ainda eram 90%. Aí veio a forte imigração para os EUA no início do século 20. Só de 1900 a 1910, foram quase 10 milhões de imigrantes que entraram no país, sobretudo irlandeses e italianos. Vieram, em seguida, também muitos latinos. Isso fez com que a porcentagem de católicos aumentasse consideravelmente, o que não afetou tanto o perfil do país, porque a maioria dos católicos na época era de conservadores. Porém, logo a maioria católica se tornaria liberal e o próprio liberalismo social (e teológico) também ganharia força entre muitos evangélicos. Em 1990, 60% da população eram evangélicos e 26,2%, católicos. Em 2004, eram 53% a 54% de evangélicos e 29% de católicos. Em 2007, 51,3% de evangélicos e 24% de católicos. Em 2008, 50% de evangélicos. Em 2012, 48%. Em 22 anos, uma queda de 12 pontos percentuais. Esse dado é extremamente significativo, e o resultado das urnas neste ano comprovam isso, bem como as pesquisas de meses atrás que mostraram, pela primeira vez, o apoio ao “casamento” homossexual sendo maioria no país também. A intensificação da guerra cultural entre conservadores e liberais, e do confronto entre a cosmovisão cristã e a naturalista, nos últimos anos, não é à toa. É um sintoma. O país, como um corpo, está com febre. O vírus do liberalismo social o infectou de vez e os “anticorpos” conservadores estão tentando resistir a ele, mas o corpo não mostra muita melhora. Os EUA estão mudando. E, infelizmente, em muitos sentidos, não para melhor. Pode até se recuperar financeiramente, o que ainda é muito incerto, mas o que está sendo sedimentado naquele país culturalmente é quase irreversível. Com isso, a referência de valores no Ocidente parece que passará a ser, nos próximos anos, definitivamente, a progressista e super social liberal União Europeia, sintomaticamente eleita neste ano a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz. Há pouco tempo, os EUA ainda mantinham uma boa reserva de conservadorismo social em relação à Europa. Porém, aos poucos, vai se "europeizando", se tornando, como dizem os conservadores nos EUA, mais "francesa": menos filha da Revolução Americana de 1776 e mais imitadora, implicitamente, da tresloucada Revolução Francesa de 1789, tão eufemizada e envernizada ideologicamente pelos historiadores progressistas e estatistas. Obama já havia ganhado o Prêmio Nobel da Paz em 2008 sem ter feito nada ainda como presidente, só por ter sido eleito, ou seja, apenas pelo que representava em termos de valores. E a União Europeia, mesmo tremendamente combalida economicamente, é vista como o grande modelo para o Ocidente. Note: o prêmio não foi para a Europa, mas para a instituição União Europeia, como grande modelo de organização para os outros países. Ao que parece, neste ano, o tabuleiro do final dos tempos experimentou mais um significativo movimento. P.S.: Aproveitando, seguem alguns dados curiosos de pesquisa de boca de urna realizada em todos os EUA pela CNN ontem: Eleitores de 18 a 29 anos: 59% Obama e 37% Romney; Acima de 65 anos: 57% Romney e 42% Obama; Mães: 55% Obama e 45% Romney; Pais: 54% Romney e 43% Obama; Quem vai semanalmente à igreja: 61% Romney e 37% Obama; Quem nunca foi à igreja: 62% Obama e 34% Romney; Conservadores: 84% Romney e 15% Obama; Liberais: 86% Obama e 11% Romney. Fonte: cpadnews

As drogas matam - reflexão

VALE A PENA LER! :) É LAMENTAVEL... MAS FICA UMA ALERTA A TODOS Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais. Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe média alta de Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal, e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar. Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo. Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de "Floripa", Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente. Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 1994. Fui com uma turma de amigos para a OCTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no "Bude", famoso barzinho da Rua XV. À noite fomos ao "PROEB" e no "Pavilhão Galego" tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira". Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP. Que sensação legal curti a noite inteira "doidona", beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os "meganha", porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os "otários" não percebiam. Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré- menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S.Paulo, que alugaram um "ap" no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30h da manhã fomos ao "ap" dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado "Cigarro de Maconha", que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram a gente de "Catarina careta", mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da turma o "Marcos", fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia. Retornamos a "Floripa" mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino "DRUGS". Aos poucos meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó. No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a "branca" a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos". Às vezes a gente conseguia o "extasy", dançávamos nos "Points" a noite inteira e depois farra. O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação. Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família. Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca... Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim. OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e descreve a enfermeira Danelise, que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde que escreveram essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS. Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo de Patrícia.

domingo, 4 de novembro de 2012

Julio Severo: Onde está Deus nos desastres naturais?

Julio Severo: Onde está Deus nos desastres naturais?: Onde está Deus nos desastres naturais? Onde estava Deus quando a Supertempestade Sandy golpeou a costa leste dos EUA, matando e causand...

sábado, 3 de novembro de 2012

A Lição do Jardineiro - Reflexão por David Botelho

Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição em sua frente um lindo gramado e diversos jardineiros autônomos para fazer aparos nestes jardins. Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um destes jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço, mesmo estando indignado com a pouca idade em questão. Quando o garoto já havia terminado o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone da casa, e foi prontamente atendido. Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava: - A senhora está precisando de um jardineiro? - Não. Eu já tenho um - respondeu. - Mas além de aparar, eu também tiro o lixo. - Isso o meu jardineiro também faz. - Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço - disse ele. - Mas o meu jardineiro também faz isso... - Eu faço o atendimento o mais rápido possível. - O meu jardineiro também me atende prontamente! - O meu preço é um dos melhores. - Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom. Desligando o telefone, o executivo disse a ele: - Meu rapaz, você perdeu um cliente. - Não - respondeu o garoto. - Eu sou o jardineiro dela. Estava apenas medindo o quanto ela estava satisfeita. Fonte: Facebook do David Botelho

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O relativismo defendido pelo espírito do Anticristo

Vivemos numa época onde o relativismo defendido pelo espírito do Anticristo procura chamar o errado de certo e o certo de errado. Eis a advertência do Eterno no livro de Isaías capítulo 5 e versículo 20 : "Ai dos ao mal chamam bem e ao bem, mal! Que fazem da escuridade luz, e da luz, escuridade, e fazem do amargo doce, e do doce, amargo!". Concordo com a análise a seguir do escritor americano Donald C. Stamps: " É comum a sociedade exaltar o pecado, chamando a depravação de força varonil, de virtude autêntica e liberdade elogiável. Ao mesmo tempo a sociedade opõe-se à retidão, tachando-a de maléfica. Dois exemplos conhecidos, a respeito do assunto em pauta. (1) A perversão sexual (i.e., do homossexualismo e do lesbianismo), a sociedade considera um modo de vida alternativo legítimo, que deve ter aceitação pública, enquanto os que condenam tal conduta, por observarem as normas bíblicas da moralidade sexual são chamados de intolerantes e defensores de um preconceito opressor. (2) Os defensores do aborto, a sociedade os chama de pessoas "sensíveis", dedicadas com afinco aos direitos da mulher, ao passo que os defensores da vida, a mesma sociedade os chama de "extremistas" ou "fanáticos religiosos". Quanto ao crente, este deve, em todo tempo, manter-se fielmente e de todo coração, dentro dos padrões divinos do bem e do mal, conforme nos revela a Palavra de Deus escrita." (Comentário extraído da BEP, p.998 -CPAD).