sexta-feira, 23 de março de 2012

A doutrina do Novo Nascimento (A regeneração)

Hoje na trajetória de uma ministração perante uma das turmas de nosso Instituto Bíblico, brotou em meu coração um tema que faz parte de uma das doutrinas mais relevantes do Evangelho - o Novo Nascimento . À luz das Escrituras Sagradas este nascer de novo não é obra humana, mas é produzido pelo Espírito de Deus. Precisamos resgatar esta doutrina que fez parte do grande reavivamento que eclodiu na Nova Inglaterra na época de Jônatas Edwards. Este piedoso pregador em um dos seus sermões, foi usado pelo Espírito do Eterno Deus de Missões de forma extraordinária . "Pecadores nas mãos de um Deus irado" foi um dos títulos de seus sermões.

Fico estarrecido com a declaração sincera de John Wesley
após ter pregado a Palavra de Deus em algumas viagens internacionais, chegou a seguinte conclusão: Ainda não nasci de novo!" Sugiro uma análise radical de nós pregadores numa época de grande decadência moral. Concluo esta sucinta reflexão com a seguinta pergunta: Será que nós verdadeiramente nascemos de novo em Cristo Jesus, pelo poder de Sua Palavra na confiirmação do Seu Espírito? Textos bíblicos sugeridos: (João 1.11-13; 3.1-7;Romanos 8.1-14;Efésios 2.1-6; 3.14-17;Colossenses 3.1-10; I João 3 .1-10).

Hoje prega-se vários temas de autoajuda, mas esquecem-se de anunciar as doutrinas básicas da fé cristã. Voltemos ao Evangelho genuino, preguemos a Palavra com honestidade, e vivamos e pregamos como o nosso amado Salvador Jesus.


No serviço do Mestre, Sandro Gomes. www.prsandrogomes.com.br


domingo, 18 de março de 2012

Governo de Israel elogia organização evangélica por apoio

Jeremy Sharon

“Obrigado por defenderem Israel”, Netanyahu diz sob fortes aplausos ao falar para grupo evangélico em hotel de Jerusalém.

O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu louvou o movimento evangélico como um todo, e em particular uma missão de aproximadamente 800 membros da organização Cristãos Unidos por Israel do Pr. John Hagee, em Jerusalém domingo a noite.
“Obrigado por defenderem Israel”, Netanyahu diz sob fortes aplausos. “Estamos testemunhando uma transformação dramática no relacionamento entre cristãos e judeus, que estão focando agora nos valores e futuro em comum que temos”.
O primeiro-ministro também atraiu a atenção para o que ele descreveu como ameaças à comunidade cristã no Oriente Médio, dizendo que ele “tem orgulho de que Israel é o único lugar no Oriente Médio onde os cristãos são livres para praticar sua fé em completa liberdade”.
A missão de Cristãos Unidos por Israel (CUI), em sua terceira visita a Israel, deu a Netanyahu boas vindas eufóricas, acompanhadas pelos sons suaves de um quarteto gospel e um tributo resplandecente do próprio Pr. John Hagee.
Hagee também anunciou que a organização alcançou agora um milhão de membros, tornando-a a maior organização pró-Israel dos EUA.
Os participantes da atual missão pagaram quase 4.400 dólares cada um para ir na excursão.
Fundada em 2006, CUI é uma entidade evangélica pró-Israel que, de acordo com a organização, tem como objetivo fornecer uma associação nacional nos EUA para igrejas pró-Israel em apoio a Israel.
A organização usa seus membros para mobilizar apoio e fazer pressão em autoridades públicas e parlamentares para avançarem políticas públicas e sentimentos públicos favoráveis a Israel.
Referindo-se ao programa nuclear do Israel, David Brog, diretor-executivo de CUI, disse que apoiar Israel é de importância particular para os cristãos neste momento.
“Em tal momento crítico para Israel e para o Ocidente, estamos orgulhosos de que agora temos um milhão de membros trabalhando diligentemente em prol de um forte relacionamento EUA-Israel, e somos gratos de poder demonstrar nosso apoio sólido ao primeiro-ministro Netanyahu nesta noite”.
Brog também procurou dissipar preocupações sobre as motivações teológicas negativas atribuídas a alguns evangélicos.
Ele classificou a afirmação de que os evangélicos apoiam Israel a fim de anunciar a volta de Jesus e a conversão dos judeus como “completo e total absurdo”, e disse que tais afirmações são baseadas em “ignorância”.
Os cristãos, disse ele, não creem que tudo na terra pode influenciar a vinda do Messias e que a chegada dele será num tempo pré-ordenado.
Em vez disso, os evangélicos, disse ele, apoiam Israel por causa de uma interpretação literal da Bíblia que vê as promessas feitas ao povo de Israel como ainda intactas, em oposição à teologia amplamente aceita entre muitas outras denominações evangélicas da “Teologia da Substituição”, que defende que a Igreja Cristã herdou as promessas bíblicas ao povo judeu.
Brog acrescentou que esse sentimento é combinado com uma crença de que a causa de Israel é justa, e um sentimento de dívida pelo histórico antissemitismo e perseguição cristã.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Jerusalem Post: Netanyahu lauds Evangelical group for support
Fonte:www.juliosevero.com

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O Concilio de Nicéia - Ano 325 d.C

Embora Tertuliano tivesse outorgado à igreja a idéia de que Deus é uma única substância e três pessoas, de maneira alguma isso serviu para que o mundo tivesse compreensão adequada da Trindade. O fato é que essa doutrina confundia até os maiores teólogos.


Logo no início do século IV, Ario, pastor de Alexandria, no Egito, afirmava ser cristão, porém, também aceitava a teologia grega, que ensinava que Deus é um só e não pode ser conhecido. De acordo com esse pensamento, Deus é tão radicalmente singular que não pode partilhar sua substância com qualquer outra coisa: somente Deus pode ser Deus. Na obra intitulada Thalia, Ario proclamou que Jesus era divino, mas não era Deus. De acordo com Ario, somente Deus, o Pai, poderia ser imortal, de modo que o Filho era, necessariamente, um ser criado. Ele era como o Pai, mas não era verdadeiramente Deus.

Muitos ex-pagãos se sentiam confortáveis com a opinião de Ario, pois, assim, podiam preservar a idéia familiar do Deus que não podia ser conhecido e podiam ver Jesus como um tipo de super-herói divino, não muito diferente dos heróis humanos-divinos da mitologia grega.

Por ser um eloqüente pregador, Ario sabia extrair o máximo de sua capacidade de persuação e até mesmo chegou a colocar algumas de suas idéias em canções populares, que o povo costumava cantar.

"Por que alguém faria tanto estardalhaço com relação às idéias de Ario?", muitas pessoas ponderavam. Porém, Alexandre, bispo de Ario, entendia que para que Jesus pudesse salvar a humanidade pecaminosa, ele precisava ser verdadeiramente Deus. Alexandre conseguiu que Ario fosse condenado por um sínodo, mas esse pastor, muito popular, tinha muitos adeptos. Logo surgiram vários distúrbios em Alexandria devido a essa melindrosa disputa teológica, e outros clérigos começaram a se posicionar em favor de Ario.

Em função desses distúrbios, o imperador Constantino não podia se dar ao luxo de ver o episódio simplesmente como uma "questão religiosa". Essa "questão religiosa" ameaçava a segurança de seu império. Assim, para lidar com o problema, Constantino convocou um concilio que abrangia todo o império, a ser realizado na cidade de Nicéia, na Ásia Menor.

Vestido com roupas cheias de pedras incrustadas e multicoloridas, Constantino abriu o concilio. Ele disse aos mais de trezentos bispos que compareceram àquela reunião que deveriam resolver o impasse. A divisão da igreja, disse, era pior do que uma guerra, porque esse assunto envolvia a alma eterna.

O imperador deixou que os bispos debatessem. Convocado diante dos bispos, Ario proclamou abertamente que o Filho de Deus era um ser criado e, por ser diferente do Pai, passível de mudança.

A assembléia denunciou e condenou a afirmação de Ario, mas eles precisavam ir além disso. Era necessário elaborar um credo que proclamasse sua própria visão.

Assim, formularam algumas afirmações sobre Deus Pai e Deus Filho. Nessas declarações, descreviam o Filho como "Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstanciai com o Pai".

A palavra "consubstancial" era muito importante. A palavra grega usada pelos conciliares foi homoousios. Homo quer dizer "igual"; ousios significa "substância". O partido de Ario queria acrescentar uma letra a mais àquela palavra: homoiousios, cujo significado passaria a ser "de substância similar".

Com exceção de dois bispos, todos os outros assinaram a declaração de fé. Esses dois, com Ario, foram expulsos. Constantino parecia satisfeito com o resultado de sua obra, mas isso não durou muito tempo.

Embora Ário tivesse ficado temporariamente fora do cenário, sua teologia permaneceria por décadas. Um diácono de Alexandria chamado Atanásio tornou-se um dos maiores opositores do arianismo. Em 328, Atanásio tornou-se bispo de Alexandria e continuou a lutar contra aquela facção.

No entanto, a guerra continuou na igreja do Oriente até que outro concílio, realizado em Constantinopla, no ano 381, reafirmou o Concilio de Nicéia. Ainda assim, traços dos pensamentos de Ario permaneceram na igreja.

O Concilio de Nicéia foi convocado tanto para estabelecer uma questão teológica quanto para servir de precedente para questões da igreja e do Estado. A sabedoria coletiva dos bispos foi consultada nos anos que se seguiram, quando questões espinhosas surgiram na igreja. Constantino deu início à prática de unir o império e a igreja no processo decisorio. Muitas conseqüências perniciosas seriam colhidas nos séculos futuros dessa união.


Fonte: Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo. Editora Vida:SP- SP - Autores: A Kenneth Curtis - J. Stephen Lang e Randy Petersen

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quinta-feira, 15 de março de 2012

Pastor é acusado de "crime contra a humanidade"

Pastor é acusado de “Crime contra a Humanidade”

Scott Lively virou alvo de um complô homossexualista internacional

Julio Severo
Dois anos atrás, Scott Lively, autor do famoso livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa), fez um discurso para membros do Parlamento de Uganda, que estava considerando um projeto de lei que criminalizava a homossexualidade. Lively exortou uma ênfase na terapia em vez de castigo, e, depois que o projeto foi liberado, ele se opôs à cláusula de pena de morte.
Rev. Scott Lively: acusado de “Crime contra a Humanidade”
Agora, em 14 de março, uma ação judicial foi apresentada num tribunal dos EUA alegando que Lively cometeu “Crime contra a Humanidade”, ao falar contra a homossexualidade em Uganda. Os acusadores dizem que o discurso dele em Uganda é prova suficiente para uma ação conforme o direito internacional. Os acusadores são a organização homossexualista Minorias Sexuais de Uganda (MSU), e o escritório de advocacia que apresentou a ação judicial, o Centro de Direitos Constitucionais, uma organização marxista financiada por George Soros.
Se o Rev. Lively fosse um cidadão russo vivendo em São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, ele estaria seguro. Recentemente, São Petersburgo aprovou uma lei pró-família proibindo propaganda homossexual. Mas Lively é um cidadão americano, vivendo numa sociedade em que mensagens cristãs e anti-homossexualistas estão cada vez mais sendo proibidas. Quando uma lei antipreconceito é aprovada, tudo é possível, e os EUA têm tal lei, que foi usada especificamente para tornar possível a ação judicial contra Lively.
O Rev. Lively nunca defendeu violência contra os homossexuais. Mesmo assim, a ação legal faz parecer que a pregação dele contra a homossexualidade em Uganda tem sido a única causa de perseguição aos homossexuais nesse país. De acordo com Lively, “O centro da atenção da prova da MSU de que homossexuais têm sido perseguidos em Uganda é o assassinato de seu líder, David Kato, em 2011. A queixa judicial omite descaradamente o fato (muito bem conhecido para MSU) de que Kato foi morto por um prostituto gay a quem Kato tinha tirado da cadeia, pagando-lhe a fiança, a fim de morar com ele e ser seu amante. Esse homem confessou esmagar a cabeça de Kato com um martelo depois que Kato não lhe pagou conforme havia prometido. O criminoso foi levado a juízo pelo crime”.
Ativistas gays vivem vidas perigosas com seus amantes e prostitutos, e deveriam os pastores cristãos levar a culpa pelas escolhas imorais deles?
Suponho que se Lively fosse um clérigo muçulmano visitando Uganda e pregando morte a todos os homossexuais, ele seria deixado em paz pelos grupos homossexualistas, pelas organizações financiadas por George Soros e até pelas leis antipreconceito dos EUA.
A pena de morte é frequentemente usada contra homossexuais em nações muçulmanas, até mesmo quando esses homossexuais não cometeram nenhum estupro de crianças ou outro grande crime. Contudo, grupos internacionais nunca acusam essas nações de “Crimes contra a Humanidade”. Certamente, há muçulmanos pregando morte aos homossexuais. Onde estão os grupos ocidentais de “direitos humanos” para dizer que esses muçulmanos cometeram “Crimes contra a Humanidade”?
A ação judicial contra o Rev. Scott Lively é um precedente muito perigoso para todos os cristãos que estão lutando contra a agenda gay. Uma orquestração poderosa de indivíduos e grupos homossexualistas e socialistas está usando um grupo gay de Uganda para que Lively seja levado a juízo como “Criminoso contra a Humanidade”! Se os esforços deles tiverem êxito, nenhum cristão pró-família no Ocidente ficará seguro.
Você não estará seguro. Eu não estarei seguro.
No meu caso, fugi do meu país, o Brasil, a fim de escapar de pressões, perseguições e ações legais do MPF incitado pela ABGLT, a maior organização homossexual no Brasil que, com a assistência da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton, recebeu oficial credenciamento no sistema da ONU em 2009.
Minha saída do Brasil, com minha esposa grávida e crianças pequenas, deveria ser suficiente para fazer com que a ABGLT me esquecesse, mas esse não é o caso. Mensagens interceptadas da ABGLT mostram que ela instruiu grupos gays do Brasil a acharem minha localização.
Por causa da enorme e poderosa influência do governo americano pró-sodomia, os grupos gays estão com uma “estação de caça” aos cristãos pró-família.
Enquanto os russos de São Petersburgo estão sob a proteção de uma lei que proíbe a propaganda homossexualista, os cristãos ocidentais enfrentam ameaças por sua mensagem pró-família.
Os EUA e a Europa pró-sodomia têm transformado o Ocidente num lugar traiçoeiro, onde os cristãos pró-família têm de viver sob opressivas e enganosas leis antipreconceito. E o Brasil e outras nações latino-americanas estão imitando bovinamente essas leis.
“Crime contra a Humanidade” é uma ameaça legal muito grave. Se tal acusação ridícula e sem fundamento pode ser feita contra Lively como um cristão pró-família americano, o que acontecerá com os cristãos pró-família brasileiros?
Fique de olhos abertos: novos campos de concentração para cristãos americanos e brasileiros estão vindo, mas não da Rússia.
Fonte: www.juliosevero.com

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terça-feira, 13 de março de 2012

O Eterno Deus da Igreja Perseguida tem o controle de tudo

Yosef Nadarkhani está vivo março 2012


A Frente Parlamentar Evangélica, Gleisi Hoffman, ministra da Casa Civil, e Antônio Patriota, ministro das relações exteriores, procuraram e trouxeram informações aos evangélicos brasileiros sobre o caso do Pr. Yosef Nadarkani. Isso ocorreu no início deste mês.

Segundo Carlos Bezerra, evangélico, deputado estadual por São Paulo na chapa PSDB, o governo federal tem feito pressão diplomática sobre o Irã e surte efeito. Em seu Twitter, ele publicou: “Ótima notícia! Autoridades diplomáticas iranianas responderam ao governo brasileiro afirmando que o Pr. #Nadarkhani não será condenado à morte. A pressão diplomática brasileira tem surtido efeito no caso do Pr Nadarkhani, q envolve grave violação do Direitos Humanos. #intolerânciaNão”.

Marcelo Aguiar, deputado federal, e cantor gospel de Me dá Poder de Filho, respondendo entrevista à TV Record, revelou que os diplomatas iraniano garantem às autoridades brasileiras que Nadarkhani vive. “Ficamos esperançosos e confiantes na gestão do governo brasileiro em favor desse cristão que nada mais fez do que professar sua fé em Jesus Cristo”, disse Aguiar. "

A Frente Parlamentar reunida com o ministro Antonio Patriota estava composta dos seguintes nomes: Anderson Ferreira, João Campos, Marcelo Aguiar, Marco Feliciano, entre outros.

Acompanhe a evolução deste caso: UBE Blogs.

Consulta: Gospel +

E.A.G.


domingo, 11 de março de 2012

Em defesa do matrimônio permanente - Até que a vida os separe

Casar é fácil. Difícil é permanecer casado e viver feliz em meio à rotina do casamento. Nossas atitudes devem revigorar a chama da felicidade, trazendo luz e calor nos momentos de frieza e nas horas escuras das dificuldades. Mas, na prática, acontece o inverso.

Muitos se casam por motivações erradas: ter direito de usufruir do sexo lícito, fugir dos problemas familiares, sair da tutela e vigilância de pais opressores, ter uma pessoa com quem compartilhar despesas, dar nome a um filho indesejado, satisfazer as exigências da sociedade, ser dono do próprio nariz, encontrar a felicidade.

No entanto, ainda que sua escolha tenha acontecido por razões incompatíveis com o amor, separar-se nunca é a melhor solução. Não desista! Erros passados não anulam o direito de ser e de fazer o outro feliz. E serão os dois uma só carne e, assim, já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem (Marcos 10.8,9).

Separação nunca foi e jamais será o plano de Deus. Divórcio só acontece por causa da dureza do coração do homem. Disse-lhes ele (Jesus): Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, no princípio, não foi assim (Mateus 19.8).

É a dureza do coração irreconciliável que aventa a possibilidade da separação. O divórcio sempre promete mais do que produz. Em vez de estimulada com palavras e atos irracionais, a separação deve ser banida do relacionamento a partir do perdão e da tolerância.

Antes do divórcio, o Altíssimo ensina acerca do perdão, da reconciliação, do amor e da paz. Por causa da dureza do coração, a misericórdia de Deus tolera a separação. No entanto, a vontade absoluta do Senhor é frustrada com o divórcio. Jesus gostaria que o casamento jamais chegasse ao fim.

A separação quebra a união feita na presença do Senhor. O rompimento desse pacto traz resultados drásticos, tanto para o casal como para os filhos e os parentes. As feridas abertas enfrentam uma longa e dolorosa jornada para a cura.

O casamento é um pacto de fidelidade pelo qual ambos os cônjuges prometem viver lado a lado na alegria e na tristeza, na fartura e na pobreza, na saúde e na doença, na juventude e na velhice; fiéis um ao outro nos melhores e nos piores momentos.O que diz a Palavra do Senhor? Não quebrarei o meu concerto, não alterarei o que saiu dos meus lábios (Salmo 89.34).

Lute pelo seu casamento, independente da pessoa com a qual voc ê se uniu. Não perca a esperança! Nada é impossível para Deus. Ele é o Todo-poderoso fque pode curar a sua dor, sarar as suas feridas e arrancar o veneno de seu coração. Se Ele quiser, pode operar algo inesperado, e trazer a solução.

Não queira operar o milagre que somente Deus pode fazer. Não há nada que Ele não possa executar. O Criador tem poder para tirar você de um lugar de infelicidade e colocá-lo num palácio maravilhoso, onde reinam o amor, a paz, a alegria de um coração feliz, amável, perdoado e perdoador.

Fonte: Por Silmar Coelho - Revista Fiel - Maio de 2008 , p.6

No serviço do Mestre, Sandro Gomes
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domingo, 4 de março de 2012

Vinte perguntas que as Testemunhas de Jeová precisam responder

1. Em nome de quem devemos nos reunir? (Mt 18.20; I Co 5.4)
2. Os demônios são submetidos em nome de quem? (Lc 10.17; At 16.18)
3. Arrependimento e remissão dos pecados devem ser pregados em nome de quem? (Lc 24.47)
4. Em nome de quem devemos crer e receber o perdão dos pecados? (Jo 1.12; 3,16 ; At 10.43 ; I Jo 3.23; 5.13)

5. Por que nome - e nenhum outro- podemos obter salvação? (At 4.12)
6. Que nome que , invocado, traz resposta à nossa oração? (Jo 14.13,14; 15.16; 16.23,24)
7. Em nome de quem o Espírito Santo é enviado? (Jo 14.26)
8. Que nome e autoridade foram invocados pelos discípulos na cura de doentes e paralíticos? (At 3. 16; 4.7-10,30)

9. Que nome deve ser invocado, na palavra de Paulo? (1 Co 1.2)
10. Que nome está acima de qualquer outro nome? (Ef 1.21; Fp 2.9-11)
11. De acordo com At 1.8, de quem devemos ser testemunhas?
12. Com ênfase colocada sobre Jeová, podem as Testemunhas dizer honestamente que são obedientes a At 1.8?
13. Desde que as Testemunhas de Jeová concluem que Jesus representa um papel secundário no criar o universo, porque é dito da criação que 'por intermédio (dia, no grego) de Cristo (Jo 1.3) passou ela a existir'. Temos então de concluir acerca de Jeová, quando Rm 11.36 ; Hb 2.10 diz que a criação veio por intermédio dele, (Jeová) que também Ele é a primeira criação?
(Ap 21.6)

14.Se a mesma palavra usada para descrever o trabalho de Jeová na criação é usada pra descrever o mesmo trabalho de Cristo na criação, tal situação não é contra o argumento da Torre de Vigia, ao afirmar que Cristo teve uma participação secundária?
15. Jeová diz em Is 44.24, (TNM) 'Eu, Jeová, faço tudo, estendendo os céus por mim mesmo, estirando a terra. Quem estava comigo? Como pode você conciliar essa declaração com o ensino da Torre de Vigia, que declara ter Jeová primeiro criado Cristo que criou todas as demais coisas?
16. Os eruditos gregos, unanimamente concordam com a declaração de que Cl 2.9 ensina a deidade absoluta de Jesus. Pode você indicar o nome de um erudito grego ao lado de J.H. Thayer que concorde com a forma da Tradução do Novo Mundo neste versículo?
17.O que você pensa que isto significa sobre a natureza de Cristo, quando se declara que a 'plena medida', 'completamente', 'totalmente' e 'absoluta' deidade habita nele (Cl 2.9)?
18. Você admite que é importante usar os mais confiáveis manuscritos quando se traduz a Bíblia?
19. Por que a Tradução do Novo Mundo se coloca contra a maioria dos melhores e confiáveis manuscritos hebraicos para sustentar sua tradução de Zc 12.10?
20. De acordo com os mais respeitáveis manuscritos hebraicos, quem é Jesus em Zc 10?

Fonte: Revista Defesa da Fé - p. 109

No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes