quarta-feira, 30 de novembro de 2011

EM DEFESA DOS CRISTÃOS PERSEGUIDOS - Carta de uma cristã do Afeganistão destinada à Igreja Livre




São Paulo, novembro de 2011


Querido irmão da Igreja Livre,

Pare por um instante e dê um singelo olhar para dentro do nosso mundo:

Em regiões dominadas pelo Talibã, há muita pressão sobre as mulheres. Exceto para gerar filhos, satisfazer as necessidades sexuais dos homens ou fazer o trabalho enfadonho da casa, as mulheres não têm nenhuma importância aos olhos de seus maridos ou da sociedade.

É absolutamente proibido às mulheres andar nas ruas sem a companhia de um mahram, que pode ser um pai, irmão ou marido.

É permitido chicotear, bater ou agredir verbalmente as mulheres que não estiverem usando as roupas adequadas, a burca, ou que estejam agindo em discordância com o que o marido desejar, com o que profeta Maomé ensinou, ou ainda que esteja sem seu mahram.

Até perante nossos filhos homens somos desconsideradas ; dizem que temos menos inteligência, por sermos mulheres, Se o meu filho disser para o pai que não fez nada de errado, e eu disser que sim, prevalecerá a palavra do menino, porque o testemunho de uma mulher equivale à metade do testemunho de um homem.

Todos os lugares públicos com a palavra "mulher" são mudados, por exemplo: "o jardim da mulher" deve passar a se chamar "jardim da primavera".

Mulheres são proibidas de usar os banheiros públicos (a maioria de nós não tem banheiro em casa). ônibus públicos são divididos em dois tipos, para homens e mulheres.

É proibido às mulheres cantar. São tantas as proibições, mas ...

Conheça também a nossa fé em Cristo Jesus.

Saiba de nossa alegria ao bordar cada marca página com a Cruz que nos traz libertação.

Partilhe da alegria de sabermos que, com nossas mãos, pudemos realizar e ir além do que esperam de nós. De chegarmos até você ai do Brasil e agradecermmos por suas orações e doações.

Enfrentamos mais dificuldades do que as outras mulheres devido à fé que escolhemos , mas temos perseverado por causa da sua ajuda!

Receba o nosso amor. E, por favor, ore por nós, mulheres do Afeganistão, para que milagres continuem acontecendo.

Em nome dos cristãos perseguidos, muito obrigada.


Fonte: www.portasabertas.org.br
falecom@portasabertas.org.br
(11) 2348 3330

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

CETESH: OS MANDAMENTOS DO CASAL - SEMISFAM - Seminário sob...

CETESH: OS MANDAMENTOS DO CASAL - SEMISFAM - Seminário sob...: 1- Os dois nunca devem irritar-se ao mesmo tempo. Isto significa evitar a explosão, pois quanto mais a situação for complicada, mais a calm...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Estudo Comprova resgate da sexualidade

Pesquisa atesta que 62% dos gays mudam após tratamento com cristãos

Terapeutas que apóiam a homossexualidade dizem que é impossível mudar a orientação sexual, e que a tentativa de mudar a orientação sexual, é inerentemente prejudicial. Porém, sabemos que o Evangelho é o poder de Deus para a transformação de todo aquele que crê, inclusive homossexuais, como afirma o apóstolo Paulo (Rm 1.16; 1 Co 6.9-11). Só que , além disso, os resultados finais de um estudo de longo período publicado na Revista de Terapia Sexual e Conjugal (revisada por outros especialistas) concluiu que tal terapia é tanto possível quanto bem indicada para muitas pessoas.

Os psicólogos Stanton L. Jones, da Faculdade Wheaton, e Mark A. Yarhouse, da Universidade Regent, são os autores do estudo que rastreou pessoas que buscaram mudança de orientação sexual por meio do envolvimento com uma variedade de minsitérios cristãos ligados à instituição cristã norte-americana Exodus International. O estudo avaliou 98 candidatos por um período de seis a sete anos depois que a terapia terminou. Os resultados de Jones e Yarhouse mostram que a maioria dos candidatos teve êxito em sua meta de mudar a orientaçaõ sexual, e que a tentativa não foi prejudicial em média. Após sete anos, dos 98 pacientes originais que participaram do estudo, 61 foram categorizados como casos de êxito na última avaliação (62,5%). Somente 20 se consideraram ainda e plenamente homossexuais. "Os resultados não provam que a mudança categórica na orientação sexual seja possível para toda e qualquer pessoa, mas comprova que reais mudanças são possíveis para alguns", arremata a nota à imprensa que anunciou o estudo.

Os autores afirmam tembém que a mudança não refletiu em aumento de sofrimento psicológico ligado à tentativa de mudar: "Os resultados provam que a tentativa de mudar não parece ser prejudicial em média ou inerentemente prejucial". Uma meta-análise equivalente, realizada após mais de 100 anos de pesquisa em terapias sobre atração indesejada de mesmo sexo, e publicada em junho de 2009, já concluíra que a homossexualidade não era imutável, e que muitos indivíduos que buscavam mudanças conseguiam se beneficiar da terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu 600 relatórios de clínicos, pesquisadores e ex-clientes. Apesar de todos esses dados, as associações de Psicologia do mundo se opõem aos profissionais que oferecem esse tipo de terapia, uma vez que pressões de ativistas gays levaram a homossexualidade a ser retirada, em 1973, da lista de desordem do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM), o padrão universal para a classificação de doenças. (Fonte: Site "Notícias Pró-Família").

(Extraído do Jornal Mensageiro da Paz de Novembro de 2011)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Erros que os pregadores devem evitar: "O nome de Deus é Já"

Embora o Senhor opere milagres durante o culto e especialmente no momento da exposição da Palavra (At 14.8-10), as Escritura não o apresentam com o nome "Já", no sentido de que Ele aja sempre de forma imediata. Tal chavão tem a sua origem em Salmos 68.4: "...o seu nome é JÁ...", texto cujo real significado é ignorado por muitos pregadores.

Na tradução espanhola de Casiodoro de Reina, está escrito: "... JAH és su nombre". A versão da Bíblia Rei Tiago, em inglês, apresenta: "... his name JAH". Em espanhol, "Já", no sentido de "agora", deveria ser: "Ya" e não "JAH". Em inglês, seria "Now" .

Em português, na versão Almeida Revista Corrigida (IBB, 1981), ainda muito utilizada no Brasil, está escrito no texto em apreço que o nome de Deus é Já - com duas letras maiúsculas. Porém, nas versões mais modernas, este problema já foi resolvido, pois aparecem os vocábulos "Senhor" (ARA) e "Jeová" (ARC) ao invés de "JÁ". Esta palavra é uma forma resumida de "JAVÉ" (Yahwer), nome pessoal de Deus derivado do tetragrama hebraico YHWH.

Fonte: Ciro Sanches Zibordi, Erros que os pregadores devem evitar. CPAD/2ª ediçao/2005

Visão que David Wilkerson teve em 1974 muito perto de se cumprir




Em 1974, quando publicou um livro chamado A Visão, Wilkerson relata que Deus o mostrou que os EUA precisavam de arrependimento e advertia sobre o futuro julgamento de Deus sobre todo o mundo.



Durante muitos anos o pastor pentecostal David Wilkerson foi um dos maiores críticos da igreja evangélica norte-americana. Ele ficou famoso em todo o mundo por seu livro A Cruz e o Punhal, onde relata como ajudou a converter violentos membros de gangues de Nova Iorque. Sua vida pessoal e ministerial íntegras o qualificaram para ser um porta-voz divino com autoridade reconhecida até mesmo fora dos meios evangélicos.


Um dos momentos em que ele foi mais perseguido e caluniado foi em 1974, quando publicou um livro chamado A Visão. Wilkerson relata que Deus o mostrou que os EUA precisavam de arrependimento e advertia sobre o futuro julgamento de Deus sobre todo o mundo.

Imediatamente, o pastor passou a ser chamado por algumas igrejas de “profeta da destruição”. Líderes eclesiásticos que ensinavam apenas mensagens positivas decidiram naquela época retirar os livros de Wilkerson das livrarias de suas igrejas. Para muitos ele havia tido alguma alucinação e suas palavras não faziam sentido.

Muitos afirmaram alguns anos depois que suas visões proféticas não se cumpriram e que não havia necessidade de uma palavra profética fora da Bíblia. Chegaram a chama-lo de um ?falso profeta?.

Parecem ter esquecido que vários profetas bíblicos não viram suas palavras se cumprir enquanto estavam vivos. Isaías, por exemplo só veria o que falou sobre a Babilônia se cumprir cerca de 150 anos depois da sua morte. O que ele falou sobre Jesus, demorou cerca de 700 anos para se tornar realidade. Muitas outras profecias bíblicas ainda esperam pelo seu cumprimento mesmo dois mil anos depois.

A Bíblia anuncia que nos últimos dias, Deus daria visões e sonhos, para homens, mulheres, jovens e velhos (cf Joel 2:28-29). As visões que Deus deu ao pastor Wilkerson têm quase 40 anos. Ele morreu sem ver muitas delas se cumprirem na totalidade.

É importante ressaltar que muitas das coisas que vemos hoje nos jornais ou na TV e para nós podem parecer normais, seriam impensáveis na década de 1970.

O livro A visão foi lançado apenas em inglês (1974) e espanhol (1975), mas existe uma versão resumida já traduzida para o português.

Ele fala de cinco calamidades terríveis que viriam sobre todo o mundo:

1) Uma confusão econômica que afetará o mundo todo.

Os economistas mundiais não poderão explicar o que está acontecendo. Corporações grandes, sérias, bem conhecidas, desmoronarão, irão à falência no mundo todo.



2) A natureza com dores de parto.

Uma crise que envolve a natureza. Sinais e mudanças sobrenaturais inexplicáveis para o homem. Os desastres mundiais serão mais frequentes. Vi terremotos nos Estados Unidos. Fome no mundo inteiro, a provisão alimentícia do mundo esgotada, provocando a morte de milhares de pessoas.



3) Um batismo de imundícia nos EUA

Os programas de TV serão da pior espécie. As bancas de revistas estarão saturadas de revistas imundas. A educação sexual nas escolas será reanimada com filmes demonstrando detalhes do ato matrimonial.





4) A quarta coisa é a rebelião no lar.

O problema número 1 no mundo com respeito á juventude é o ódio que nutrem pelos pais.




5) A quinta coisa é uma onda de perseguição a um grau que a humanidade jamais experimentou.


Revela-se em um tempo quando a liberdade de religião aparenta ter chegado ao seu auge. Se estenderá pelos Estados Unidos, Canadá, o mundo inteiro e por fim será como uma espécie de loucura.

Vejo que se avizinha o tempo quando a maioria dos projetos missionários, programas de rádio e televisão, as sociedades missionárias, serão admoestadas e vigiadas tão severamente por agências do governo que terão temor de prosseguir em suas atividades.




Wilkerson termina seu relato com a seguinte exortação:

Muitos querem continuar sentados diante de uma televisão, ir a alguns cultos para aplaudir cantar sobre as boas coisas de Deus. Porém, amados, é tempo de reconhecer que o fim do mundo está às portas.

Esta é a hora sobre a qual tens ouvido pregar. Muitos estão acomodados não sabendo nem o que está se passando. Amados, Jesus já vem. Jesus Cristo já vem, e está pondo sua casa em ordem.





Read more: http://rochaferida.blogspot.com/2011/11/visao-que-david-wilkerson-teve-em-1974.html#ixzz1eMCFnag2


Fonte: Blog Rocha Ferida

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O Evangelho - Grupo Logos

Eu sinto verdadeiro espanto no meu coração
Em constatar que o evangelho já mudou.
Quem ontem era servo agora acha-se Senhor
E diz a Deus como Ele tem que ser …
Mas o verdadeiro evangelho exalta a Deus
Ele é tão claro como a água que eu bebi
E não se negocia sua essência e poder
Se camuflado a excelência perderá!
O evangelho é que desvenda os nossos olhos
E desamarra todo nó que já se fez
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.
O evangelho mostra o homem morto em seu pecar
Sem condições de levantar-se por si só …
A menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está
E o justifique, e o apresente ao Pai.
Mostra ainda a justiça de um Deus
Que é bem maior que qualquer força ou ficção
Que não seria injusto se me deixasse perecer
Mas soberano em graça me escolheu
É por isso que não posso me esquecer
Sendo seu servo, não Lhe digo o que fazer
Determinando ou marcando hora para acontecer
O que Sua vontade mostrará.
O evangelho é que desvenda os nossos olhos
E desamarra todo nó que já se fez
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.

Por Paulo Cezar do Grupo Logos

Vencendo a Inveja (II) Reflexão - Por Adriano Moreira

A inveja, como todo o sentimento pecaminoso, é um fruto do pecado. Somos invejosos, porque estamos separados de Jesus, e separado dEle nunca estamos completos; carregamos um estranho vaxio interior que nos faz sentir inferiores aos outros. A inveja leva o ser humano a querer tirar do outro, porque não está satisfeito com o que tem.

No texto acima Salomão fala da ira e do furor, que são frutos pecaminosos exteriores. Todo mundo pode detectar o irascível pelas loucuras que faz quando perde o controle da situação. Todo mundo pode detectar o homem furioso pelas tolices. Mas quem detecta o invejo? Por isso, Salomão pergunta: "Quem pode resistir a inveja?".

Do homem furioso, irascível, você pode fugir, se esconder ou se defender, porque você pode vê-lo no momento do ataque. O coitado fica com o rosto vermelho, treme, fala impropérios e até pode jogar espuma pela boca, mas do invejoso ninguém corre, porque ninguém o vê. Está perto de você disfarçado de amigo, mas você não conhece o veneno que seu coração destila. Ele coloca muitas vezes seu braço no ombro da vítima; e, geralmente acaba, na traição. Por favor, não tente apontar o invejoso que você pensa conhecer. Olhe-se no espelho da vida e no espelho da Palavra. Tente correr aos braços de Jesus e saiba que você pode ser feliz nEle e alegrar-se com a felicidade e o êxito de outras pessoas.

Fonte. Meditações que Edificam. Edição do Autor.

domingo, 13 de novembro de 2011

Nem, ex- chefe do tráfico de drogas da Rocinha declarou: "A igreja não pode desistir nunca de recuperar alguém"



Chefe do tráfico de drogas da Rocinha Nem, conversa com pastor e o incentiva: "A igreja não pode desistir nunca de recuperar alguém"


A jornalista Ruth de Aquino narra na revista Época desta semana seu encontro com o ex-chefe do tráfico de drogas da Rocinha, Antonio Francisco Lopes, mais conhecido como "Nem", dias antes da prisão; ele também disse incentivar que jovens larguem o tráfico: \"o crime não compensa\"



O encontro aconteceu no dia 4 de novembro, em um campo de futebol na favela da Rocinha, antes que o traficante entrasse em campo. Nem foi preso na noite da quarta-feira, 9.

De acordo com ela, quando chegou no campo, o traficante conversava com um pastor e falava para que ele não desistisse de um rapaz viciado. "A igreja não pode desistir nunca de recuperar alguém", afirmou. A reportagem conta ainda que Nem é pai de sete filhos. “Dois me adotaram; me chamam de pai e me pedem bênção”, diz ele. "Não sou o bandido mais perigoso do Rio”, afirmou ainda. Nem não quis gravar entrevista e nem tirar fotos. A repórter afirma ter mantido silêncio até a prisão.De acordo com a repórter, Nem é tratado de “presidente” por quem convive com ele. Acrescenta ainda que o criminoso comprou várias casas nos últimos tempos e havia boatos fortes de que se entregaria em breve. Conta também que precisou aguardar por por três horas, tendo sidolevada a diferentes lugares antes de ser levada ao encontro de Nem.

UPPs

Nem diz acreditar que a a maconha será liberada em menos de 20 anos. "Já pensou quanto as empresas iam lucrar?" O traficante defende também o trabalhos das UPPs. “O Rio precisava de um projeto assim. A sociedade tem razão em não suportar bandidos descendo armados do morro para assaltar no asfalto e depois voltar. Aqui na Rocinha não tem roubo de carro, ninguém rouba nada, às vezes uma moto ou outra. Não gosto de ver bandido com um monte de arma pendurada, fantasiado. A UPP é um projeto excelente, mas tem problemas. Imagina os policiais mal remunerados, mesmo os novos, controlando todos os becos de uma favela. Quantos não vão aceitar R$ 100 para ignorar a boca de fumo?”, questionou.

Mas, segundo ele, "UPP não adianta se for só ocupação policial. Tem de botar ginásios de esporte, escolas, dar oportunidade. Como pode Cuba ter mais medalhas que a gente em Olimpíada? Se um filho de pobre fizesse prova do Enem com a mesma chance de um filho de rico, ele não ia para o tráfico. Ia para a faculdade”.


Beltrame e Lula

Define o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, como “um dos caras mais inteligentes que já vi". E acrescenta: "Se tivesse mais caras assim, tudo seria melhor".

Nem afirma que ele e outros querem largar a vida do crime. "Bom é poder ir à praia, ao cinema, passear com a família sem medo de ser perseguido ou morto. Queria dormir em paz. Levar meu filho ao zoológico. Tenho medo de faltar a meus filhos", diz. "Quero pagar minha dívida com a sociedade”, afirma ainda. "Eu digo a todos os meus que estão no tráfico: a hora é agora. Quem quiser se recuperar vai para a igreja e se entrega para pagar o que deve e se salvar.”

Ele diz ainda não negociar crack, porque destrói as pessoas, as famílias e a comunidade inteira. "Conheço gente que usa cocaína há 30 anos e que funciona. Mas com o crack as pessoas assaltam e roubam tudo na frente”, relata.

O traficante diz que seu ídolo é o Lula, que, segundo ele, é quem mais combateu o crime, por causa do PAC. "Cinquenta dos meus homens saíram do tráfico para trabalhar nas obras. Sabe quantos voltaram para o crime? Nenhum. Porque viram que tinham trabalho e futuro na construção civil”, conta.

Conta que quando entrou para o tráfico, sua filha tinha 10 meses e uma doença raríssima e precisava colocar um cateter. "O Lulu (ex-chefe) me emprestou o dinheiro. Mas prefiro dizer que entrei no tráfico porque entrei. E não compensa.”

Fonte: Blog Rocha Ferida

Pastor Sandro Gomes, no serviço do Mestre

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O 11 na restauração de Israel

O banquete que José deu a seus irmãos (Gn 43.33) é tipo do reino glorioso de Israel. Ali José reconheceu os ll irmãos e colocou-os em ordem por idade. Na restauração, o Messias reconhecerá cada tribo e estabelecerá o seu reino, que será a harmonia dos planos de Deus como ilustração de nossa união com Ele.

No tabernáculo, a parte de cima da cobertura era de 11 cortinas de pêlos de cabras (Êx 26.7;36.14).

Os judeus conheciam os 10 mandamentos, mas Jesus disse: "Um novo mandamento vos dou:
Que vos ameis uns aos outros" (Jo 13.34a). Este tem sido chamado o 11º mandamento.

Ezequiel teve uma visão dum templo que tinha de largura 11 côvados (Ez 40.49a). Esta visão se refere ao futuro de Israel. 11 representa o amor fraternal que resume toda a lei, porque o 11º mandamento é o mandamento do amor. "...De sorte que o cumprimento da lei é o amor" (Rm 13.10b).

Fonte: Melo, Joel Leitão de - Sombras,tipos e mistérios da Bíblia. RJ, CPAD,1989.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O "evangelho" triunfalista - Por Sandro Gomes

Vivemos numa época em que o "o evangelho do triunfalismo" tem se propagado de maneira
devastadora. Este evangelho não se coaduna com o evangelho genuinamente bíblico. O evangelho triunfalista só enfatiza sucesso, conquista de bens materiais, e o cristão em última análise, como um super homem. É o falso evangelho da confissão positiva. Onde o homem é o centro das atenções e o culto à personalidade é caracterizado por um exacerbado antropocentrismo. Os adeptos desse evangelho cita alguns textos bíblicos sem aplicá-los à luz do seu contexto.

O que é ser mais do que vencedor à luz da Bíblia?

Paulo na carta endereçada aos cristãos de Roma afirma: "Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou". Ele ainda diz: "Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida,...nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!" (Rm 8.37-39). Paulo no texto em apreço declara que ele era vencedor independente das circunstâncias. Lucas no capítulo 12 de Atos dos Apóstolos relata um episódio que ilustra bem o que Paulo declara no texto supra citado. O autor de Atos registra a morte de Tiago , o irmão do apóstolo João, e a seguir escreve que de forma sobrenatural Pedro é liberto por um anjo da prisão de segurança máxima. Pergunto aos adeptos do triunfalismo: Quem dos dois é mais do que vencedor? Tiago ou Pedro? À luz da Bíblia ambos são mais do que vencedores! O que foi martirizado e aquele que sobreviveu a perseguição promovida por Agripa I. Ser mais do que vencedor é ser levado todos os dias para o martírio e mesmo assim não negar a fé. O autor da carta destinada aos cristãos hebreus complementa o nosso argumento quando diz:

"Os quais, pela fé, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fugida os exércitos dos estranhos. E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos a fio de espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra" (Hebreus 11.33,34,36-38). Não precisamos de grandes recursos hermenêuticos para entendermos que a soberania de Deus está acima de nosso triunfalismo equivocado. Usamos chavões do tipo "É SÓ VITÓRIA!" , "VAI DAR TUDO CERTO!" e nem sempre dar certo conforme o nosso conceito de crente MAIS DO QUE VENCEDOR. A Teologia da Prosperidade com os seus sofismas tem conduzido muitos incautos a valorizar mais o ter do que o ser. Observe que o texto é claro, uns pela fé venceram reinos, já outros também pela fé experimentaram grandes perdas por não se comprometerem com o sistema perverso que permeia a sociedade desde os primórdios da vida humana. O Eterno continua sendo fiel para com os Seus filhos, tanto na vida como na morte. O julgamento de Deus é justo e perfeito! Para Jesus o líder da igreja em Esmirna era rico, mesmo sendo pobre financeiramente. Já o líder da igreja que estava em Laodicéia se considerava rico, contudo, na ótica de Cristo, era um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.

Confira esta verdade bíblica:

"Eu sei as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu é rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus e não o são, mas são a sinagoga de Satanás"(Apocalipse 2.9).

"Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu" (Apocalipse 3.17).

Quero ainda ressaltar que pela graça de Deus já estive duas vezes no continente africano. Conheço uma família que já suportou a malária por mais de 70 vezes, entretanto, nenhum membro da família do missionário Itamar Fernandes morreu. Mas, tomei conhecimento de casos em que alguns servos de Deus numa única vez que pisaram em Moçambique, foram mortos pelo impacto da malária. Na concepção triunfalista, mais do que vencedor é quem sobrevive , porém, creio sem sombra de dúvida, que aqueles que morreram em pleno solo missionário, também são mais do que vencedores.

Em última análise, concluo esta minha sucinta defesa da fé protestando contra todo ensino herético que procura perverter o genuíno Evangelho de Cristo Jesus.

Pastor Sandro Gomes, no serviço do Mestre. www.prsandrogomes.com.br

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Julio Severo: Bachmann: Obama está violando a Constituição e o D...

Julio Severo: Bachmann: Obama está violando a Constituição e o D...: Bachmann: Obama está violando a Constituição e o Décimo Mandamento Caroline May Michele Bachmann, candidata à presidência dos Estados Unidos...

domingo, 6 de novembro de 2011

Pensamentos e frases impactantes

"A humanidade deve dar fim à guerra ou a guerra dará fim à humanidade". - Jonh F. Kennedy

"A Bíblia revela o coração ímpio do homem e o coração perdoador de Deus." - Thomas Watson

"Muitos livros foram publicados para a nossa informação; a Bíblia, contudo, nos foi dada para a nossa transformação." - Will H. Houghton

"A Bíblia é a geografia da alma." - A. B. Langston

"Tenho lido muitos livros sagrados, mas este livro (a Bíblia) me lê." - Goethe

"Creio que a Bíblia é inspirada porque ela me inspira." - D. L. Moody

"Há sermões que são semelhantes a cartuchos de festim; são disparados ao ar apenas para fazer barulho." - Charles E. Spurgeon

"O tempo é a coisa que mais aspiramos, mas, infelizmente é o instrumento de que mais fazemos uso inadequado." - William Penn

"O anacronismo homilético é extremamente prejudicial à prédica moderna." - Roberto de Carvalho

"O gabinete do pregador precisa ser um lugar secreto, um betel, um altar, uma visão, uma escada, para que cada pensamento suba na direção do céu, antes de se dirigir para o homem." - Charles H. spurgeon

"Eu sou semelhante a uma vasilha furada; preciso estar sempre debaixo da torneira." - D.L. Moody

"A Bíblia vale a soma de todos os livros que já se imprimiram." - Patrich Henry

"As grandes batalhas são ganhas nas vésperas." - Marechal Foch


Pastor Sandro Gomes, no serviço do Mestre.

sábado, 5 de novembro de 2011

Citação Bíblica da Semana

"Esta é a mensagem que dele ouvimos e transmitimos a vocês: Deus é luz; nele não há treva alguma" (I João 1.5). Nova Versão Internacional

"This is the menssage we have heard from him and declare to you: God is light; in him there is no darkness at all" (I John 1.5).

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Fuja dos Falsos Evangelhos! Ainda há tempo...

Assisti, há algum tempo, a uma pregação de Carter Conlon (um pregador de mensagens vibrantes, da mesma linha do saudoso David Wilkerson), pela qual enfatizou: “Corra”. De maneira contundente, ele asseverou que os servos de Deus devem correr, fugir, escapar dos falsos evangelhos propagados pelos enganadores do nosso tempo.
No Novo Testamento há vários mandamentos relativos à fuga do mal. A Palavra de Deus nos ordena a fugirmos — a nos desviarmos, a escaparmos — dos pecados, pois a única coisa que pode nos afastar do amor de Deus, endurecendo o nosso coração, é a permanência no pecado (Hb 3.12-14). Por isso, o apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, afirmou: “Fugi da prostituição” (1 Co 6.18); “fugi da idolatria” (1 Co 10.14); “saí do meio deles” (2 Co 6.17); “foge destas coisas” (1 Tm 6.11); “Foge também dos desejos da mocidade” (2 Tm 2.22), etc.
Precisamos correr, fugir, escapar dos falsos ensinamentos propagados pelos enganadores que estão “entre nós” (At 20.28-30; 2 Pe 2.1). Os falsos evangelhos são as falsas boas novas; as verdades misturadas com mentiras; os acertos e erros mesclados; é leite contaminado (1 Pe 2.1,2).
Você só não deve fugir do Diabo, e sim resisti-lo. Mas, para fazer isso, deve se sujeitar a Deus (Tg 4.7). Quem se submete ao Senhor, foge dos falsos evangelhos, contrários ao Evangelho de Cristo.
Fuja do evangelho experiencialista, baseado em experiências exóticas, em revelações obtidas depois de pretensas visitas ao Céu e ao Inferno e em técnicas psicológicas, como a regressão até o ventre materno (Dt 13.1-4; Jo 10.41).
Fuja do evangelho antropocêntrico, pelo qual o ser humano é tacitamente endeusado e estimulado a confiar mais na autoajuda do que na Ajuda do Alto (1 Pe 5.6; Fp 4.11-13).
Fuja do evangelho da prosperidade, pelo qual enganadores, webenganadores e telenganadores, abrindo mão do tesouro celestial (Mt 6.19-21), enriquecem e levam cativas pessoas enganadas, webenganadas e telenganadas, as quais deixam de usufruir do grande tesouro da salvação (2 Co 4.7).
Fuja do evangelho ecumênico, que valoriza um falso amor, mal direcionado, centrado em interesses próprios, abrindo mão da Verdade (Jo 14.23).
Fuja do evangelho cessacionista, pelo qual se afirma que a multiforme manifestação do Espírito Santo cessou, desprezando as profecias e extinguindo o Espírito (At 2.39; 1 Ts 5.19-21).
Fuja do evangelho neopentecostal, que banaliza os dons, ministérios e operações do Espírito Santo, levando incautos a pensarem que podem profetizar a qualquer hora, como bem entendem, e manipular a manifestação sobrenatural do Espírito (1 Co 14).
Fuja do evangelho farisaico, legalista, propagado e seguido por muitos líderes que “coam mosquitos”, mas “engolem camelos”, verberando contra efemeridades, sem ver “traves de madeira” enormes em seus próprios olhos (Mt 23).
Fuja do evangelho do entretenimento, que oferece toda a diversidade mundana num contexto “evangélico”, como apresentações de vale-tudo, shows de hip-hop, street dance, etc. (Rm 12.1,2; Tg 4.4).
Se você quer verdadeiramente ser vencedor até o fim, fuja de todos os falsos evangelhos e atente para o que está escrito em 1 Coríntios 15.1,2: “Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado, o qual também recebestes e no qual permaneceis; pelo qual também sois salvos, se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado, se não é que crestes em vão”.

Ciro Sanches Zibordi

Fonte: Blog SOLA SCRIPTURA

AS SETE LEIS DO ENSINO

Nesta lição verificaremos as “Sete Leis do Ensino” citadas pelo escrito D.V. Hurst no seu livro “E Ele Concedeu Uns para Mestres”, publicado pela editora Vida, no qual, ele apresenta as leis em apreço originalmente declaradas por Dr. J. M. Gregory. Estas leis têm sido estudadas por professores de Escola Dominical em todos os continentes do mundo, as quais são relevantes no processo do ensino-aprendizagem. Eis uma síntese destas leis em foco:

1. A lei do professor: O professor precisa aprender aquilo que quer ensinar. Nenhuma outra qualificação é tão fundamental e essencial. Não há nenhuma possibilidade de o professor ensinar aquilo que não sabe. Isto é especialmente verdadeiro no caso do professor cristão que deseja ensinar assuntos espirituais. Sem dúvida, era este um dos princípios que Jesus tinha em mente, quando deu ordem aos discípulos para ficarem em Jerusalém até viesse o Espírito Santo. Declarou que o Espírito Santo lhes ensinaria e lhes guiaria em toda a verdade. Sabia que não haveria a mínima possibilidade de eles ensinarem as coisas do Espírito sem possuírem delas real conhecimento.

O conhecimento de um assunto inclui: (1) a capacidade de reconhecer um fato; (2) a capacidade de recordá-lo por nós mesmos; (3) a capacidade de explicá-lo e ilustrá-lo; (4) a capacidade de demonstrar seu significado à luz de outros fatos. Tal completo domínio do conhecimento capacitará o professor a se sentir confiante dentro da classe e permitirá que reconheça quando o aluno está recebendo os raios da verdade, sabendo, então, esclarecer as dificuldades que talvez venham a surgir, e encorajar o desenvolvimento daquela verdade.

2. A lei do aluno: O aluno deve prestar atenção, com interesse, à matéria aprendida. A atenção é a capacidade de concentração, o poder da mente de focalizar-se num objeto, preceito ou verdade. Há dois tipos de atenção: voluntária e involuntária. Na atenção voluntária, a mente se focaliza em seu próprio esforço, na atenção involuntária, a mente se focaliza sem esforço ou pelo menos concorda em prestar atenção. Conforme já vimos, a atenção se associa estreitamente com a disposição ou prontidão, e é a responsabilidade do professor despertar esta disposição e garantir que haja atenção.
Os dois obstáculos à atenção são a distração e a falta de interesse. O professor deve fazer tudo ao seu alcance para eliminar as distrações e empregar todos os meios possíveis para despertar e manter o máximo possível de interesse.

3. A lei da linguagem: A linguagem empregada no ensino deve ser comum entre o professor e o aluno. A linguagem tem sido chamada de “veículo do pensamento”. O professor deve se ocupar não somente com os pensamentos que tem na sua própria mente e com as palavras que emprega para expressá-los; deve se preocupar também com os pensamentos que tais palavras produzirão na mente dos seus alunos.
O professor a fim de observar esta lei, deve: (1) conhecer a linguagem do aluno; (2) cultivar o emprego desta linguagem; (3) evitar palavras com duplo sentido, a não ser que seja dada uma explicação; (4) evitar palavras altissonantes e o emprego de palavras que visam impressionar; (5) variar o emprego da linguagem, mas dentro do alcance do aluno; (6) explicar e ilustrar novas palavras que se empregam, havendo, porém, o princípio de “ir devagarzinho” em ensinar novas palavras a alunos mais jovens. Deve haver certeza que entenderam a primeira palavra, antes de tentar ensinar-lhes a segunda.
4. A lei da aula. A verdade que se ensina ao aluno terá que ser aprendida mediante a verdade já conhecida. Esta lei se baseia no princípio da associação, princípio este que já foi analisado neste livro. O professor, para aplicar esta lei, deve: (1) descobrir aquilo que os alunos já sabem; (2) começar com fatos e idéias que são familiares aos alunos; (3) organizar a matéria de tal modo que cada passo leve ao passo seguinte, preceito sobre preceito.
Dois erros comuns com respeito a esta lei são: (1) O emprego de ilustrações que estão fora do alcance do aluno e que precisarão ser explicadas antes que o aluno possa assimilar seu significado. (2) O ensino de uma aula invés de uma série de aulas. A série de aulas, por sua vez, deve ser relacionada a totalidade da verdade revelada. Quando o conhecimento se relaciona à totalidade compreensiva, fica sendo mais significativo e tenderá a influenciar a totalidade da vida.
5. A lei do processo do ensino: Desperte e dirija as próprias atividades do aluno, no estudo por conta própria, e, regra geral, não lhe ensine coisas que ele poderá aprender por si só. O alvo desta lei é fazer do aluno um descobridor da verdade, levando-o a “descobrir por si só”. Baseia-se na premissa de que o próprio aluno quem faz a aprendizagem.
O professor, para observar esta lei, deve (1) estabelecer claramente na sua própria mente o que ele deseja que o aluno aprenda; (2) estabelecer um ponto de contato; (3) despertar o interesse do aluno; (4) reprimir sua própria impaciência e o desejo de contar tudo quanto sabe; (5) dar ao aluno tempo para pensar; (6) reformular perguntas que antes não receberam respostas; (7) Ensinar o aluno a pensar refletidamente, mediante as perguntas o quê? Por quê? E como? E também onde? Quando? E por quem?
Dois erros comuns com respeito a esta lei são: (1) A tentativa de forçar as lições mediante o simples repetir. Tais professores tendem a dizer, exasperados: “Quantas vezes preciso dizer-lhes isto?” (2) A exigência de que as recitações sejam feitas nas “palavras do livro”. Isto caracteriza o ensino de natureza disciplinaria, e apenas resulta em memorização. Seria muito melhor pedir: “Diga-o nas suas próprias palavras”.
6. A lei do processo da aprendizagem: O aluno deve reproduzir na sua própria mente a verdade aprendida. A lei do processo do ensino diz respeito aos meios empregados pelo professor para despertar as atividades que o aluno empreende por conta própria; a lei do processo da aprendizagem trata da maneira pela qual o aluno deve empreender tais atividades.

Dr. Gregory diz que os cinco passos para a aquisição do conhecimento incluem: (1) Aprender aquilo que foi ensinado, em forma de repetição palavra por palavra. (2) Entender aquilo que foi ensinado; (3) Procurar evidências e provas para apoiar a declaração (uma boa llustração disto era a atividade dos cristãos da era apostólica, “examinando as escrituras”), (4) Aplicar a verdade à vida de todos os dias e relacioná-la a outras verdades. Assim, o conhecimento se transforma em sabedoria prática. Os passos (1), (2) e (3) normalmente ocorrerão mais ou menos simultaneamente. N a realidade, o primeiro passo não deve ser separado do segundo e do terceiro.
O aluno, ao observar esta lei enquanto orienta sua própria aprendizagem, deve (1) formar uma idéia clara daquilo que está sendo estudado; (2) procurar expressá-la com suas próprias palavras; (3) continuamente fazer a pergunta: “por quê?” (4) cultivar o hábito da pesquisa; (5) cultivar o amor à verdade; (6) procurar sempre aplicar o amor.

7. A lei da revisão. Para completar, testar e confirmar a obra de ensino deve haver revisão e aplicação. O tríplice propósito desta lei é: (1) aperfeiçoar o conhecimento, (2) confirmar ou fixar o conhecimento, (3) tornar útil este conhecimento. Dificilmente se pode dar ênfase demais a posição ocupada pela revisão no ensinamento, embora muitos professores a negligenciem totalmente. A revisão é como a moldura de um quadro ou os retoques finais de uma aquarela que representa uma paisagem.

As seguintes regras ajudarão na aplicação desta lei: (1) Tenha sempre em mente que a revisão não é a simples repetição. Re-exprime a verdade em outras palavras ou com um ponto de vista totalmente diferente, promoverá reflexão renovada acerca do assunto inteiro, que, por sua vez, testará a compreensão do aluno e fixará em sua mente a verdade. (2) Faça revisão periodicamente durante toda a lição, e sempre na sua conclusão. Outrossim, passe em revista a série de lições de tempos em tempos, mostrando o significado de cada lição à luz da totalidade delas. (3) Empregue perguntas para dar variações à revisão. (4) Ocasionalmente, uma ilustração bem aplicável pode ser usada para formar uma pequena revisão “instantânea”. (5) Os próprios alunos às vezes podem ser chamados para fazer a revisão. (6) A revisão final não deve omitir a aplicação, mas sim, deve mostrar com clareza qual a utilidade da verdade aprendida.



Pr Sandro Gomes, no serviço do Mestre.