quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O evolucionismo e a complexidade do olho

Phillip Yancey e o Dr. Paul Brand explicam a complexidade do olho em seu livro Feito de Modo Especial e Admirável, SP, Vida, 2006. "Uma ameba tem uma percepção visual grosseira", explicam: ela se move para a luz, nada mais. Ela tem uma única célula. No interior do meu olho, fixando-se nela, há 107.000.000 de células." Pense em como o olho se encaixaria com toda a sua complexidade na teoria da evolução. "Sete milhões são cones, cada um carregado e pronto para disparar uma mensagem para o cérebro quando uns poucos fótons de luz cruzam seu caminho. Por causa deles posso distinguir milhares de matizes. Os outros 100 milhões de células são bastonetes, células de apoio usadas em claridade reduzida. Quando há apenas bastonetes em ação, não enxergo a cor, mas posso distinguir um espectro de luz tão vasto que a luz mais acesa que percebo é 1 bilhão de vezes mais brilhante que a mais apagada". Só um projetista teria planejado o olho para que ele pudesse funcionar com toda essa complexidade. Só um cego não enchergaria isso. Leia Pv 20.12 e Sl 94.9 e veja quem fez o olho.

Fonte:Edino Melo. 100 Respostas Bíblicas para o Evolucionismo: Transcultural Editora.SP

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