segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Lutero como Teólogo

Martinho Lutero nasceu em 10 de novembro de 1483, em Eisleben, filho de um minerador de prata de classe média. Destinado para o estudo de Direito, voltou-se para o mosteiro, no qual, após muitas lutas, desenvolveu uma nova compreensão de Deus , da fé e da igreja. Isso o envolveu num conflito com o papado, seguido de sua excomunhão e da fundação da Igreja Luterana, a qual presidiu até morrer, em 1546.

Essas três frases resumem a vida de Lutero. Contudo, alguém que acredite que um resumo desses ou mesmo uma extensa biografia que apresente sua obra durante toda a vida sob o aspecto dos acontecimentos externos possa realmente explicar Lutero, mal penetrou a superfície da matéria. Certa vez, Paul Althaus referiu-se à Lutero como um "oceano". Essa imagem aplica-se não somente à enorme produção literária de Lutero, mais de cem fólios na grande edição de Weimar, mas também à sua poderosa originalidade e enervante profundidade. Apenas dois outros teólogos na história da igreja, Agostinho e Aquino, aproximam-se da estatura de Lutero; apenas outro conjunto de escritos, os próprios documentos do Novo de Wittenberg. Não é difícil afogar-se num oceano assim.
Foram feitas diversas tentativas de interpretar Lutero sob o aspecto de sua influência mais tarde na história. A historiografia católica tradicional retrata um monge louco, um psicótico demoníaco derrubando os pilares da Igreja Mãe. Para os protestantes ortodoxos, Lutero foi o cavaleiro divino, um Moisés, um Sansão (demolindo o templo dos filisteus!), um Elias, até mesmo o Quinto Evangelista e o Anjo do Senhor. Para os pietistas, foi o bondoso apóstolo da conversão. Os nacionalistas alemães celebravam-no como herói do povo e "pai de seu país"; os teólogos nazistas fizeram dele um proto-ariano e o precursor do Führer. Significativamente, os textos de Lutero podem ser citados em defesa de cada uma dessas caricaturas. nenhuma delas, entretanto, considera seriamente a própria auto-compreensão de Lutero, que é onde uma avaliação satisfatória de sua teologia deve começar.
Longe de tentar fundar uma nova denominação, Lutero sempre viu a si mesmo como um fiel e obediente servo da igreja. Daí seu profundo desgosto pelo fato de os primeiros protestantes, na Inglaterra e na França, assim como na Alemanha, terem sido chamados "luteranos":

"A primeira coisa que peço é que as pessoas não façam uso de meu nome e não se chamem luteranas, mas cristãs. Que é Lutero? O ensino não é meu. Nem fui crucificado por ninguém. {...} Como eu, miserável saco fétido de larvas que sou, cheguei ao ponto em que as pessoas chamam os filhos de Cristo por meu perverso nome?"

Essa renúncia, escrita em 1522, não era o protesto de uma falsa humildade, mas, sim, um real esforço de reduzir um "culto a personalidade", já em surgimento, e dirigir a atenção à fonte do pensamento do reformador. "O ensino não é meu." Compreender o que Lutero quis dizer com essa afirmação é apreender o impulso central de sua teologia da Reforma.

Fonte: George, Timothy/ Teologia dos Reformadores- São Paulo: Vida Nova, 1993.

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31 de outubro - Dia da Reforma





O Que Foi Mesmo a Reforma?



Esta pergunta exige o máximo da nossa atenção. Para tratar desse assunto é preciso zelo e sinceridade. Quando nos referimos à Reforma estamos falando do evento mais importante da Igreja após a vinda de Cristo evidentemente. Estamos descobrindo um véu negro e robusto que encobria a beleza e singeleza da noiva do cordeiro de Deus e a ofuscava. Foram homens corajosos os que retiraram esse véu. Sim, foram aqueles desprovidos de suas próprias vaidades que abandonaram o conforto do qual poderiam ter partilhado para se entremearem por uma via tão dolorosa e incerta, confiando apenas na provisão e na garantia de que não seriam abandonados por aquele ao qual dedicaram suas vidas até o fim. A Reforma foi feita por homens com estes predicados.

Quando o apóstolo Paulo escreve a Timóteo ele diz:

“Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada, proibindo o casamento...” (1ª Timóteo 4.1-3a).

Esta apostasia ao qual o principal dos pecadores se refere é precisamente o período no qual a Igreja, estando destituída dos seus apóstolos e profetas, passou a dar ouvidos a muitos espíritos diferentes e a receber uma mensagem totalmente contrária a que havia recebido antes. Foram espíritos enganadores e doutrinas de demônios que adentraram o corpo de Cristo na Terra. Perceba que a descrição feita pelo apóstolo acerca dessa tal apostasia se encaixa perfeitamente com o sistema Romano que corrompeu a Igreja após o ano 325 D.C. Sendo um sistema antibíblico, mentiroso e herético o que hoje conhecemos como Catolicismo Romano, não precisamos pensar muito para juntar as peças e comprovar que de fato o romanismo é um emaranhado de enganação e de doutrinas demoníacas.

Jesus não veio criar um governo político, entretanto os católicos possuem um país, o vaticano em Roma. Veneram um homem que consideram ser o vicarius christ (substituto de Cristo) sendo que é o Espírito Santo que veio assumir o seu lugar como consolador. Também não veio fornecer meio de enriquecimento aos que pregam o evangelho, porém o Vaticano está coberto de ouro e luxo, da entrada à saída, sem contar as regalias das quais desfrutam os bispos, cardeais e o próprio papa, os integrantes de uma escala hierárquica que não encontra respaldo bíblico algum. Cristo também não veio conceder autoridade que vá além a dele mesmo, como por exemplo, a de conceder o poder de intercessão a outrem, uma vez que somente ele é o mediador e intercessor entre o homem e Deus. Cristo não rendeu honras e glória a ninguém mais senão seu Pai (e nosso também), os católicos, por sua vez, não só cultuam a virgem Maria como criaram todo um panteão de pseudas divindades a quem fazem pedidos e esperam mediação. Afora todas estas aberrações, no período medieval o poder subjulgador da “Igreja” regeu nações como mão de ferro, impondo suas vontades e explorando os pobres e símplices, tanto na esfera física com impostos e arrecadações, como na espiritual, tirando-lhes o direito de conhecerem a Deus e sua Palavra, proibindo a leitura e tradução da Bíblia, impedindo assim o seu acesso a quem desejasse conhecê-la e estudá-la.

No século XVI com o argumento de se construir a basílica de São Pedro o papa ordena que se façam indulgências com o fim de arrecadar o máximo possível em dinheiro. Ora, com o tanto de terras que possuía a “Igreja” e impostos e bens, qual era a necessidade de mais dinheiro? Esse foi o ponto no qual a Reforma explodiu. Nesse instante Deus, que há muito já vinha brilhando sua luz na mente de homens notáveis e de coração sincero como Huss e Wyclife, agora desperta um jovem monge agostiniano para as atrocidades que estavam demolindo aquela que antes foi chamada de “esposa sem mancha e nem ruga”, mas que no momento se encontrava desprovida de beleza e castidade. A “Igreja” estava violentamente prostituída pelo pecado, pela ganância dos homens, pela sede de poder. Não se pode conseguir tudo isso sem falsas doutrinas, sem mandamentos humanos e sem a tradição supersticiosa que diz não ser suficiente as Escrituras e sua autoridade. Martinho Luthero enxergou com olhos iluminados todo o desvirtuamento daqueles que se auto-intitulavam os representantes de Cristo no mundo. E esta iluminação não o permitiu continuar indiferente.

A Reforma, ao contrário do que alguns dizem, não foi a construção de uma nova “igreja”. Quando fazemos uma reforma em nossa casa podemos proceder de dois modos diferentes. 1) Restaurar aquilo que com o passar o tempo e a exposição aos elementos da natureza acabaram se deteriorando, por exemplo, a pintura que desbotou, as paredes que racharam, o piso que perdeu o brilho, e etc. 2) Derrubando o que já existia e construindo algo totalmente diferente. A Reforma que celebramos tem tudo a ver com a primeira opção. Luthero não queria edificar uma nova “igreja” Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo (1ª Coríntios 3.11). Ele queria que este fundamento voltasse a ser pregado como no princípio. Houve uma restauração, isto é, lançou-se fora aquilo que era meramente humano e corrosivo e se trouxe de volta o que é imprescindível e urgente. Não pensemos que esse rompimento tenha sido da noite para o dia ou que tenha sido fácil. Imagine você de uma hora para outra descobrir que tudo aquilo em que acredita não passa de uma grande mentira. E isso ficou ainda mais notório para o pobre e devoto monge quando de viajem à Roma. Aqueles que ele acreditava serem símbolos de pureza e castidade tinham até mesmo prostituas especializadas em clero ao seu dispor. Imaginar que não poderia ver uma das “sagradas relíquias” sem antes depositar uma generosa contribuição. O comércio de imagens que corria solto nos arredores da cidade cristã e a hipocrisia com que o alto escalão tratava os fiéis. Creio que ele se sentiu revivendo a época em que Jesus confrontava os fariseus. Sua alma se revoltou contra tudo isso, e agora comemoramos 494 anos desde então.

Hoje vivemos em dias de apostasia ainda maiores. Maiores porque não estamos falando mais da igreja romana (apóstata por natureza) e sim daquela que no começo sustentou o estandarte da Reforma. A única e perfeita Igreja de Cristo na terra, a qual são todos aqueles que sustentam a fé protestante e reformada. Muitos desistiram de continuar se reformando. Saíram dos arraiais santos e se foram criar novidades, não satisfeitos com simplicidade e pureza devidas a Cristo. Criaram novas revelações, escreveram novas “Bíblias”, nomearam homens como profetas e apóstolos mesmo não tendo autoridade alguma para fazerem isso, destruíram a harmonia e a racionalidade do culto, tornando uma verdadeira bagunça de algaravias, gritos, pulos e catarse. Voltaram às práticas de indulgências do período medieval, só que de maneira sofisticada, passaram a negligenciar a pregação do Evangelho pela busca de prosperidade e ascensão pessoal. Fala-se em “VITÓRIA EM CRISTO” e não mais na “VITÓRIA DE CRISTO”. Passou-se a exigir das pessoas contribuições exorbitantes em troca de bênçãos e com a única finalidade de custear os gastos supérfluos de líderes que se consideram “dignos do seu salário”. Voltou a se construir “templos suntuosos” de causar admiração pela arquitetura e pelo luxo, nem parece que ali se fala de um tal carpinteiro que nem tinha onde reclinar a cabeça. Precisamos de uma Nova Reforma.

A Reforma foi o momento de Deus no qual ele mesmo através de seu Santo Espírito guiou homens e mulheres para atentaram as coisas que estavam escritas e para aplicá-las corretamente ao viver humano. Isso não parou ainda. Do mesmo modo que precisamos todos os dias nos alimentar, assim também precisamos todos os dias nos reformar. A Reforma agora é mais um dos alimentos da Igreja. Sem Reforma, ela se desvirtua, se desgarra do caminho, dá ouvidos aos Lobos e ladrões.

Há um pequeno rebanho incumbido de continuar essa Reforma. Estão espalhados em vários lugares da terra. São das mais diversas línguas, raças e condições sociais. Alguns muito cultos e eruditos, outros simples e até analfabetos, mas todos tem algo em comum: Acreditam numa Reforma! Acreditam que do modo que está não pode continuar. Que a bagunça feita por certos indivíduos tem que ser arrumada, mas não sem antes denunciar os responsáveis. Não sem antes apontar o dedo na cara dos hereges que não cessam de perverter o caminho do Senhor e impedir que os pecadores recebam sua Graça. Talvez alguns digam que é inútil uma Nova Reforma agora, que já está tudo muito deteriorado, que não vai adiantar começar a “pregar certo” de agora em diante. Errado! Devemos voltar o quanto antes para os princípios Reformadores. Devemos abandonar o mais rápido possível as heresias destruidoras e abraçar o evangelho. É verdade que não vamos acabar com as seitas, com os exploradores, é importante que eles continuem para que no final recebam por suas obras. Mas a pregação pura e sadia tem que existir, para que possamos fazer a diferença entre o que é santo e o que é maligno, entre os que são Igreja e entre os que são sinagoga de satanás, entre os eleitos e os réprobos.

Graças a Deus o número de pessoas iluminadas está crescendo. Agora mesmo enquanto escrevo esse texto há pessoas ao redor do mundo que estão despertando do sono da ignorância e enxergando a verdade cristalina das Escrituras. Podemos ser poucos, estamos em lugares isolados, às vezes sem nem conhecermos uns aos outros, porém a verdade que nos une ultrapassa todas as limitações e barreiras geográficas ou linguísticas. Um reformado brasileiro ou um alemão ou mesmo um suíço estão ligados à mesma mensagem protestante que ecoa pelo mundo rejeitando as mentiras do catolicismo e os sofismas dos que estiverem em nosso meio e saíram para sua própria perdição. Uma Igreja Reformada, e constantemente se reformando. Uma Igreja bíblica e cristocêntrica, firmada nos valores espirituais do Cristianismo do primeiro século e que se esvazia de si mesma para se preencher de JESUS, que glorifica a Deus e humilha ao homem, que tem na Bíblia a sua única regra de Fé, que se prostra diante da soberania ao invés de se auto-inflar com livre arbítrio, que reconhece o preço que já foi pago e não fica tentando pagá-lo de novo com esforços humanos e dinheiro, uma igreja que é de fato católica (universal), apostólica (fundamentada no ensino dos apóstolos) e humana.

Sola Gratia, Sola Fide, Sola Scriptura, Solu Christus, Soli Deo Gloria!
Feliz Dia da Reforma

Pr. Samuel Balbino

Fonte: Extraído do Blog Reformadores do Século XXI

sábado, 29 de outubro de 2011

ELEMENTOS PRÁTICOS PARA UMA LIDERANÇA EFICAZ

Conhecer e entender as pessoas

O grande problema de alguns líderes é fazer do ministério um fim em si mesmo. Os líderes eficientes conhecem a arte de se entender com as pessoas que lideram ou esperam liderar. É incrível como alguns líderes cristãos destroem suas igrejas por falta de tato, amor, compaixão, paciência e sensibilidade no cuidado com o rebanho.

Inspiração para as pessoas

O bom líder inspira pessoas desanimadas e desmoralizadas e dá nova vida a uma organização agonizante. Sandesr afirma: "O poder de isnpirar os outros para o serviço e o sacrifício é a marca do líder de Deus. Sua chama acende os que ficam à sua volta". Não basta estar a frente do rebanho, é preciso inspirá-lo com disposição e entusiasmo.

Eficiência na comunicação

O simples fato de uma pessoa falar ou escrever não significa que ela comunica. Comunicação é "o processo a que nos submetemos para transmitir um entendimento de uma pessoa, ou grupo, a outra". A chave para ser um bom comunicador é, acima de tudo, compreender as pessoas. Depois, é preciso conhecer plenamente o assunto. Então é preciso captar ou criar o clima correto, e, por fim, ouvir a reação para saber se ha compreensão.

Fonte: Texto adaptado da obra Ministério Pastoral. Alcançando a excelência no ministério Cristão, CPAD, 2004/ Citado na p. 13 da Revista Lições Bíblicas do 4º trimestre de 2011.

Citação Bíblica da Semana

"Sabemos também que o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é o Veradeiro. E nós estamos naquele que é o Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (I João 5.20). Nova Versão Internacional

"We know also that the Son of God has come ande has given us understanding, so that we may know him who is true. And we are in him who is true-even in his Son Jesus Christ. He is the true God and eternal life " (2 John 5.20). New International Version

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Equilíbrio Doutrinário - Por Sandro Gomes

O leitor terá a oportunidade de ler abaixo um artigo de minha autoria publicado numa revista de propósitos missionários. Nessa época encontrava-me como professor no Instituto Bíblico Filadélfia, e ministrei algumas palestras que serviram para combater um movimento herético importado do estrangeiro. Infelizmente, alguns líderes aqui no estado do Rio de Janeiro, aderiram o supra citado movimento. Hoje, o líder mundial dessa seita se autodenomina "O Cristo em carne", e declara que o número 666 representa a prosperidade para os seus seguidores. Concordo com o escritor Antonio Gilberto, quando enfatiza acerca da falsa aplicação do texto bíblico nos seus variados aspectos: "Tanto é réu o corruptor da sã doutrina, como o omisso nela." Quero ainda ressaltar que este artigo foi também publicado no Mensageiro da Paz no ano de 1999 . Desejo, portanto, boa leitura para o dileto leitor.





A palavra evangelho provém do grego "Evanguélion", e literalmente significa "boas novas", isto é, a história da vida, morte, ressurreição e ascensão de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo; entretanto, o Apóstolo Paulo concedeu-nos o seu significado espiritual: "Pois não me envergonho do Evangelho, porque é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego! (Rm 1.16). A Bíblia nos fala do Evangelho da graça, At 20.24; do Reino, Mt 4.23; da vossa salvação, Ef 1.13; da Paz, Ef 6.15; da Glória de Cristo, II Co 4.4. O leitor deve observar que em sua essência o Evangelho do Senhor Jesus Cristo é um só, todavia estas expressões relacionadas com o Evangelho mencionadas acima fazem parte das manifestações do caráter de Cristo.

As Escrituras nos falam dos sete espíritos de Deus, que são na verdade os diversos ministérios do Espírito, pois como sabemos, Deus só possui um Espírito, que é o Espírito Santo (ver Ap 4.5; Is 11.2; II Co 2.10,11). Quando Paulo nos diz que o Evangelho de Cristo é o da Graça, vemos que está em harmonia com sua exposição em Tito 2.11: "A graça de Deus foi manifestada trazendo salvação a todos os homens"; logo, concluímos que Cristo é a própria graça encarnada (ver Jo 1.14).
Entaõ surge a pergunta: Qual será a o Evangelho segundo os "mestres em graça"? É o Evangelho do desequilíbrio doutrinário. Satanás está sempre nos pontos extremos. Paulo afirma categoricamente que o líder evangélico deve ser moderado. A moderação faz parte do equilíbrio doutrinário, haja vista que toda heresia surge da intemperança de líderes que se acham o dono da verdade, os reformadores do século em evidência; os quais na verdade são verdadeiros inovadores ambiciosos por popularidade em detrimento da sã doutrina. Eis o alerta do Espírito Santo em I Tm 4.1,2; II Tm 4.3,4;: "Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensino de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras, e que têm cauterizada a própria consciência. Pois haverá tempo, em que não suportarão a sã doutrina, pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas." Interessante é que todo o herético se acha o dono da verdade.

Um exemplo contundente de desequilíbrio doutrinário é o esboçado por um certo líder de uma igreja localizada na cidade do Rio de Janeiro, o qual após abandonar muitos princípios doutrinários que fazem parte da Dispensação da Graça, passou a ensinar de forma desequilibrada a doutrina da predestinação. Segundo ele, a igreja que lidera na qualidade de apóstolo, é a única reforma protestante. No programa radiofônico do dia 03 de maio de 1993, foi reproduzida uma de suas mensagens pela rádio Metropolitana, na qual afirmou o que se segue: "Deus me disse que a Sua reputação só está com esta igreja(se referindo a sua denominação), e é dela que procede a verdade do Evangelho para o Brasil".

Vimos nas declarações citadas acima, o quanto o líder em foco é sectarista e proselitista.

É coerente frisarmos que os grandes reformadores como Calvino e Lutero jamais pregaram contra o batismo em águas, a Ceia do Senhor, a oração prolongada de joelhos, o jejum bíblico, a integridade do ministério do apóstolo Pedro, a disciplina executada pela Igreja com amor seguindo as diretrizes do Espírito Santo; traje decente usado pelas santas mulheres que esperam em Deus; a doutrina da Trindade; e muitos outros princípios cristãos que têm sido mutilados por esses mestres em graça entre aspas (ver At 8.12,36-39); I Co 11.26; At 13.2,3; 14.23; Ef 3.14; At 21.5; Gl 2.7,8 I Co 5.1,2; Mt 3.16,17; Jo 17.1-3; II Co 13.14; I Tm 2.9; I Pe 3.3-5.
A graça de Cristo nunca foi e jamais será sinônimo de antinomianismo (doutrina que ensinava que o crente não está sob lei alguma). A adesão a esta doutrina herética muitas vezes causava a destruição da fé e da pureza cristã nos primórdios do cristianismo.


As Igrejas da Galácia estavam enfrentando uma dupla ameaça, na ocasião em que Paulo as escrevia, a primeira partia dos legalistas que entraram no seio do rebanho arbitrariamente; os quais conseguiram levar os gálatas à servidão das observâncias da lei. A segunda ameaça surgiu duma má interpretação da liberdade cristã, conduzindo o apóstolo dos gentios a escrever a contundente exortação: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém, não useis da liberdade para dar lugar a carne; sede antes, servos dos outros, pelo amor." (Gl 5.13). Em outras palavras, não devemos confundir a verdadeira liberdade cristã com libertinagem (ver Gl 5.19-21).

Pelo Equilíbrio da sã doutrina, deixemos registrado o nosso protesto por meio deste artigo contra todo movimento sectarista e proselitista que pretenda perverter o Evangelho de Cristo.


Publicado na Revista Ide e Segai no ano de 1996.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

ARGUMENTOS NATURALISTAS PARA A EXISTÊNCIA DE DEUS

1. Cosmológico. Da palavra grega kosmos, "mundo". O universo é um efeito que exige uma causa adequada, e só existe uma causa suficiente, que é Deus (Sl 19:1).

2. Teleológico. Da palavra grega telos, "fim". O universo não apenas prova a existência de um criador, mas indica a existência de um Arquiteto (Rm 1:18-20). Pode-se observar um propósito no universo que indica a existência de Deus como aquele que o planejou.

3. Antropológico. Da palavra grega anthropos, "homem". Uma vez que o homem é um ser moral e intelectual, deve ter um Criador que também é moral e inteligente (At 17:29). A natureza moral, os instintos religiosos, a consciência e a natureza emocional do homem argumentam em favor da existência de Deus.

4. Ontológico. Da palavra grega on, "ser". O ser humano é dotado da ideia inerente de um Ser Perfeito. Esta ideia inclui naturalmente o conceito de existência, uma vez que um ser, em tudo o mais perfeito, que não existisse, não seria tão perfeito quanto um ser perfeito que existisse. Portanto, tendo em vista que a ideia de existência está contida na ideia de um Ser Mais Perfeito, esse Ser Mais Perfeito deve necessariamente existir.

Fonte: Bíblia Anotada de Charles C. Ryrie - Moody Institute of Chicago.

Nota do pastor Sandro Gomes: Podemos ainda acrescentar o argumento Histórico. Indubitavelmente vemos a mão de Deus na história da raça humana. O Eterno é absoluto em seus propósitos. Nada escapa de Sua soberania e onisciência. A Sua vontade direta ou permissiva expressa o controle que Ele tem sobre o universo. Creio que ainda hoje Ele realiza milagres e relaciona-se com os Seus fieis. Entretanto, é importante ressaltar que a fé é uma questão moral e não intelectual. Apresentamos e estudamos estes argumentos porque já cremos em Deus . Eles não são analisados para crermos no Deus Vivo e Verdadeiro. Em última análise, esperamos que os eleitos segundo a presciência do Eterno creiam que Ele Existe.

No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes
Site:www. prsandrogomes.com.br

Defeito de Mulher - Reflexão

Quando Deus fez a mulher, já estava nas horas extras de seu sexto dia de
trabalho.

Um anjo apareceu e perguntou:
- Senhor, por que gastas tanto tempo com esta criatura?

E o Senhor respondeu:
- Você viu a 'Folha de Especificações' para ela?
- Ela deve ser completamente flexível, porém não será de plástico, deve
ter mais de 200 partes móveis, todas arredondadas e macias e deve ser
capaz de funcionar com uma dieta rígida, ter um colo que possa acomodar
quatro crianças ao mesmo tempo, ter um beijo que possa curar desde um
joelho raspado até um coração ferido'

O anjo se maravilhou com os requisitos e indagou curioso:
- E este é somente o modelo Standard?

E ponderou:
- Senhor, é muito trabalho para um só dia, espere até amanhã para
terminá-la.

E o senhor retrucou:
Não. Estou muito perto de terminar e esta criação é a favorita de Meu
próprio coração. Ela se cura sozinha, quando está doente; e pode trabalhar
18 horas por dia.

O anjo se aproximou mais e tocou a mulher.
- Porém a fizeste tão suave Senhor!

E Deus disse:
- É suave, porém, a fiz também forte. Não tens idéia do que pode agüentar
ou conseguir.

- Será capaz de pensar? - perguntou o anjo.

Deus respondeu:
- Não somente será capaz de pensar, mas também de raciocinar e negociar,
mesmo que pareça ser desligada ela prestará atenção em tudo o que for
importante.

Então, notando algo, o anjo estendeu a mão e tocou a pálpebra da mulher...
- Senhor, parece que este modelo tem um vazamento... Eu Te disse que
estavas colocando muitas coisas nela.

- Isso não é nenhum vazamento... . É uma lágrima - corrigiu o Senhor.
- Para que serve a lágrima?' - perguntou o anjo.

E Deus disse:
- As lágrimas são sua maneira de expressar seu amor, sua alegria, sua
sorte, suas penas, seu desengano, sua solidão, seu sofrimento e seu
orgulho.

Isto impressionou muito ao anjo.
- És um gênio, Senhor. Pensaste em tudo. A mulher é verdadeiramente
maravilhosa.

- Sim, ela é!

- A mulher tem forças que maravilham os homens.
- Agüentam dificuldades, carregam grandes cargas físicas e emocionais,
porém, têm amor e sorte.
- Sorriem, quando querem gritar.
- Cantam, quando querem chorar.
- Choram, quando estão felizes e riem, quando estão nervosas.
- Lutam pelo que acreditam.
- Enfrentam a injustiça.
- Não aceitam 'não' como resposta, quando elas acreditam que haja uma
solução melhor.
- Privam-se, para que sua família possa ter algo.
- Vão ao médico com uma amiga que tem medo de ir sozinha.
- Amam incondicionalmente.
- Choram quando seus filhos não triunfam e se alegram quando suas amizades
conseguem prêmios.
- São felizes, quando ouvem falar de um nascimento ou casamento.
- Seu coração se despedaça, quando morre uma amiga.
- Sofrem com a perda de um ser querido, mas são ainda mais fortes quando
pensam que já não há mais forças.
-Sabem que um beijo e um abraço podem ajudar a curar um coração ferido.


Porém, há um defeito que não consegui corrigir:..

-É que às vezes elas se esquecem o quanto valem!

Fonte: blog do pastor Melqui

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Citação Bíblica da Semana

"Ó Senhor, Deus que me salva, a ti clamo dia e noite" (Salmo 88.1). Nova Versão Internacional

"O Lord, the God who saves me, day end night I Cry out before you" (Psalm 88.1) New International Version

DIA DE FINADOS - “O que eu mais temo na vida é a morte”

Esta estarrecedora declaração saiu dos lábios de uma das mais famosas atrizes do
mundo: Marlene Dietrich, quando a mesma fora interrogada a cerca daquilo que ela mais temia.

Alguém já disse que o ponto positivo do dia de finados, a comemorar-se no dia 2 de novembro, parece ficar mesmo apenas para os comerciantes de flores e velas, que vêem nesta data um bom motivo para o aumento de suas vendas. Em contrapartida, para milhões de pessoas em muitas partes do mundo, esse dia representa momentos de profunda tristeza e de grande reflexão sobre o enigma que se esconde por detrás da morte. Só compreendemos o que é morte depois que ela põe a mão sobre um ser que amamos.

“O homem não tem poder sobre nada enquanto tem medo da morte. E quem não tem medo da morte possui tudo”, disse Tolstoi. E Dwight Lyman Moody, um dos mais notáveis evangelistas de todos os tempos, disse as seguintes palavras nos últimos segundo de vida: “Se isto é morte? É uma doçura! Tais palavras saíram dos lábios de um verdadeiro cristão, que entregara a sua vida inteiramente nas mãos daquele que venceu a morte – a saber, Jesus Cristo, que é a ressurreição e a vida.

“Quando vi, cai a seus pés com morto. Porém ele pôs sobre mim a sua mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o ultimo, e aquele que vive, estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos, e tenho as chaves da morte e do inferno(Apocalipse 1.17,18).

São Paulo diz que o salário do pecado é a morte. Por essa razão o homem teme a morte. Mas o que levou o Evangelista D.L.Moody preferir as palavras imortais citadas acima? Foi sem sombra de dúvida a sua convicção de vida eterna após a morte física mediante a fé em Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

William Shakespeare, provavelmente o maior gênio literário de todos os tempos, escreveu em seu testamento: “Eu encomendo minha alma nas mãos de Deus, meu criador, esperando e crendo sem vacilar, pelos méritos de Jesus Cristo, meu Salvador, ser feito participante da vida eterna”.
Alguém já disse que a diferença entre o crente e o incrédulo é esta: “o crente não tem medo da morte, mas tem medo do pecado, enquanto o último não tem medo do pecado, mas tem medo da morte”.

Sir Thomas Scott, chanceller da Inglaterra, declarou, em seu leito de morte: “Até este momento, pensei que não havia Deus, nem inferno. Agora sei e sinto que existem ambos, e estou condenado à perdição pelo juízo do Todo-Poderoso. Logo, o homem deve descartar a falsa ideia de aperfeiçoamento do espírito através duma suposta reencarnação.

“Se com tua boca confessares a Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”. (Romanos 10:9).

Graças a Deus que o seu filho Jesus nunca oficiou um funeral, mas sempre esteve presente à ressurreição.

Por tudo isso, o verdadeiro salvo em Cristo possui esperança na vida e certeza na morte; pois aguarda tão somente o dia glorioso em que à semelhança do Filho de Deus, os mortos no senhor, ressurreição em glória, sendo revestidos finalmente da imortalidade.

“Porque é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista de imortabilidade." (I Corintios 15:53).

Amigo leitor ao chegarmos ao término deste sério alerta, convicto de que o amigo já chegou à conclusão de que o único que venceu a tão temida morte, chama-se Jesus Cristo, o qual te convida neste momento para o aceitares como o teu único e suficiente Salvador.

No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vencendo a Inveja ( I ) Reflexão

"Ninguém busque o próprio interesse; e, sim, o de outrem" (1 Co 10.24)

Ao chegar da escola, a garota entrou correndo na cozinha, agitando uma folha de papel na mão.

- Olhe esta borboleta a mais linda do mundo e é para você. Enquanto a mãe terminava os detalhes do almoço, a garota não parava de falar um minuto e queria que a mãe visse a borboleta. A senhora enxugou as mãos num pano e abaixou-se para observar o desenho:

- Está linda! - admitiu; mais para satisfazer a filhinha do que expressando realmente o que sentia.

- Onde você aprendeu a desenhar desse jeito? - Perguntou.

- Não fui eu, mamãe, foi a minha coleguinha. Ela é a melhor desenhista do mundo. Pedi para ela fazer uma borboleta para você.

Tendo dito isso, a garota saiu para o pátio para brincar, deixando a mãe sem saber o que dizer nem como reagir.

Você e eu seríamos capazes de alegrar-nos com o sucesso dos outros. A minha pergunta é: Como deveríamos reagir diante do sucesso dos outros? Todos sabemos como o cristão deve reagir.

A inveja, popularmente chamada "dor de cotovelo", tem a propriedade de deformar a realidade e o poder de envenenar a alma.

Tem Deus o remédio para esse tipo de mal?

Claro que tem. A resposta é Cristo.

Vença a inveja buscando o interesse de outrem!

Fonte: Por Pastor Adriano Moreira - Meditações que Edificam.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Vencendo o Fracasso - Reflexão

"Diga o fraco: Eu sou forte" (Jl 3.10b)

Às vezes, nos deixamos vencer pelos fracassos da vida. Quero nesta oportunidade contar-lhe uma história verídica de alguém que venceu o fracasso.

Por volta de 1790, o brilhante professor de música John Albrechtsberg, na Alemanha, ficou irado porque um de seus alunos não conseguia seguir as regras da composição musical.

Poucos anos depois, ele disse a respeito desse aluno: "Aquele homem nunca aprendeu nada e, o que é pior, nunca comporá nada digno de nota".

Mas o jovem Ludwig von Beethoven não se deixou derrotar, e continuou compondo coisas como a segunda, a quinta e a nona sinfonia, além de escrever muitas outras composições que ainda emocionam os corações dos homens. Aprendamos com este homem que não deixo-se vencer pelo fracasso.

Fonte: MOREIRA, Adriano. Meditações que Edificam - Edição do Autor.

sábado, 15 de outubro de 2011

Citação Bíblica da Semana

"Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção. Meus ossos não estavam escondidos de ti quando em secreto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir" (Salmo 139.13-16). Nova Versão Internacional

"For you created my inmost being; you knit me together in my mother's womb. I praise you because I am fearfully and wonderfully mader; your works are wonderful, I know that full well. My frame was not hidden from you when I was made in the secret place. When I was woven together in the depths of the earth , your eyes saw my unformed body. All the days ordained for me were written in your book before one of them came to be" (Psalm 139.13-16). New International Version

No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes. E-mail: prsandrogomes@ig.com.br

Oito Regras para um Ministério Cristocêntrico

1. Não se una a pessoas que buscam fama e sucesso ministerial a todo e qualquer custo, nem que para isso tenham que infamar publicamente os supostos concorrentes.

2. Não aceite todo convite para não sacrificar a família, o trabalho, e o estudo acadêmico.

3. Não faça do ministério um “pé de meia” para o futuro, quando tudo o mais der errado.

4. Não busque o sucesso, a fama e honra para si, fazendo da piedade uma autoafirmação da sua personalidade e talentos naturais.

5. Jamais use a simplicidade e acriticidade do povo de Deus como esteio para popularidade e sucesso pessoal.

6. Não fique teologicamente em cima do muro para agradar gregos e troianos, mas expresse o que a Bíblia diz sem vacilação.

7. Não use a linguagem da piedade para incensar os próprios feitos.

8. Seja amigo daqueles que compartilham da mesma visão.

Esdras Costa Bentho - Extraído do Blog do Pastor Geremias do Couto

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

DEUS DETEVE O SOL

Você sabia que os cientistas provaram ser verdade o que se tem chamado de um "mito" bíblico?

Algo muito assombroso aconteceu recentemente a nossos astronautas e cientista do espaço em Green Belt, Mayland, Estados Unidos. Eles estavam checando a posição do sol, da lua e dos planetas no espaço e onde estariam eles dentro de cem mil anos a partir de agora.

Operavam o cérebro eletrônico para o passado e para o futuro, computando os séculos passados e futuros. Repentinamente, o cérebro eletrônico parou, mostrou um sinal vermelho, indicando que havia algo errado, seja com a informação fornecida ao cérebro eletrônico ou nos resultados comparados com as normas estabelecidas. Chamaram o departamento de serviços para checar o aparelho e o acharam em perfeito estado. Logo o chefe das operações perguntou: "Qual é o problema?"

"Bem, eles descobriram que há um dia perdido no tempo passado".
Apertaram suas cabeças e puxaram seus cabelos sem busca de uma resposta. Não havia resposta! Um companheiro de trabalho versado na Bíblia: "Sabem, uma vez estive na Escola Dominical e ali se falou de quando Deus deteve o sol". Seus companheiros de trabalho não acreditaram nele, mas não tinham nenhuma resposta. Assim, lhe disseram: "mostre-nos". E conseguiu uma Bíblia e abriu no livro de Josué, onde encontraram uma declaração bastante ridícula para quem seguia pelo senso comum". Ali leram o pedido que Josué fez a Deus. Ele pediu a Deus que detivesse o sol em Gibeon e a lua no vale de Aijalon! E assin aconteceu: "O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se quase um dia inteiro". (Josué 10.7-14).

Os conquistadores do espaço disseram: "Aqui está o dia que falta!" Checaram o cérebro eletrônico até aquele tempo se acharam que estavam próximos da solução do problema. O tempo que se perdeu nos dias de Josué foi de 23 horas e 20 minutos; não foi o dia inteiro. Leram a Bíblia e ali dizia quase um dia inteiro... Estas palavras simples são muito importantes.

Todavia, continuavam com o problema. Faltavam 40 minutos e estes teriam de ser encontrados, pois o erro se multiplicaria muitas vezes nos cálculos das órbitas, através dos séculos. Aquele companheiro religioso também lembrou de outra passagem na Bíblia onde se diz que o sol retrocedeu. Os conquistadores do espaço lhe disseram que estava louco. Porém outra vez consultaram a Bíblia e leram este relato em II Reis 20.9-11. O profeta Isaías disse ao Rei Ezequias: "Ser-te-a isto da parte do Senhor como sinal de que Ele cumprira a palavra que disse: Adinatar-se à sombra de dez graus, o retrocedera?" Ezequias disse: É fácil que a sombra adiante dez graus; tal, porém, não aconteça, antes retroceda dez graus. "Então o profeta isaías clamou ao Senhor que fez retroceder dez graus à sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz..."
Dez graus são exatamente 40 minutos? O resto, quer dizer, 23 horas e 20 minutos no caso de Josué, mais 40 minutos no caso de Ezequias somam as 24 horas perdidas que os astronautas tiveram que pôr no seu livro de cálculo como o dia perdido no universo! Não é assombroso?

É maravilhoso pensar nestes casos singulares, quando Deus mudou a ordem do universo pela petição de seres humanos e que a ciência moderna o tenha confirmado. Estas demonstrações da veracidade da Bíblia me dão uma segurança nos maravilhosos oferecimentos que na palavras de Deus há para mim...
Tradução de WILSON VILLANOVA

Extraído do informativo da Sociedade Bíblica do Equador, Ano I, nº 4, pag 32.



No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes. E-mail:prsandrogomes@ig.com.br

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Pastor Sandro recebe e-mail acerca da pena de morte do pastor Youcef Nadarkhani

Caros amigos e caras amigas,



Acabo de tomar conhecimento da anulação da decisão sobre a pena de morte do pastor Youcef Nadarkhani pelo Supremo Tribunal do Irã. Ele havia sido condenado por conta da sua fé cristã. Nesta oportunidade, não posso deixar de destacar, mais uma vez, o esforço para sensibilizar o governo daquele país, feito pelo senador Marcelo Crivella, que foi missionário na África, para que não permitisse tal condenação fatal apenas por conta da fé cristã do pastor. Este apelo ao governo iraniano, feito no Senado Federal pelo senador Crivella, foi publicado no site da missão Portas Abertas e está transcrito abaixo.



Em nome de cristãos, religiosos de um modo geral, e dos brasileiros que defendem a liberdade religiosa, independente de terem ou não religião, agradeço o senador Crivella por mais esta postura em defesa dos direitos humanos e da liberdade religiosa. Não é a primeira vez que o vejo lutar bravamente em defesa de missionários presos, e sob riscos naquela região, por conta da fé que professam. Compartilhe isso com amigos e amigas para encorajar outros políticos com mandato a fazerem o mesmo.





Vejam a matéria:







http://www.portasabertas.org.br/noticias/2011/09/senadocrivellapedeapoioyousef/



Senador Crivella pede apoio a pastor ameaçado por pena de morte no Irã





30 set 2011 - IRÃ

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) pediu ontem ( 29) ao Senado Federal que faça um apelo para que o pastor Yousef Nadarkhani não seja condenado à morte.





O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) pediu ontem (29) ao Senado Federal que faça um apelo para que o pastor Yousef Nadarkhani não seja condenado à morte. O pastor foi acusado de apostasia (abandono da fé): de acordo com o parlamentar, a lei islâmica, a sharia, condena à morte os iranianos que vêm de uma família muçulmana e deixam de professar o islamismo por outra fé.

Em aparte, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), comprometeu-se a entregar um documento ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para que seja enviado à Embaixada do Irã, em apoio ao pastor.

Além de Paim, os senadores Ana Amélia (PP-RS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Jayme Campos (DEM-MT) e Geovani Borges (PMDB-AP) se solidarizaram com a causa de Marcelo Crivella.

Após realizar contato com a Portas Abertas Brasil, o senador Crivella informou ao público que já transcorreu a terceira audiência na qual o pastor deveria negar sua fé no cristianismo, mas ele se recusou a fazê-lo. De acordo com o senador, o pastor também se negou a dizer qual a religião de seus antepassados.

Marcelo Crivella informou que Yousef Nadarkhani não teve a pena de morte decretada, mas continua preso. Recentemente conseguiu rever seus filhos, o que não fazia desde março. O senador informou que os advogados do pastor tentam reverter sua pena para prisão perpétua, mas isso também não interessa, uma vez que o pastor é "apenas um homem que exerce o direito de expressar sua consciência e sua liberdade religiosa".

Assista ao vídeo em que Crivella faz um apelo em favor de Nadarkhani:

http://www.youtube.com/watch?v=C2crUJBEY6I

FonteAgência Senado

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A QUESTÃO GAY

A revista Ultimato há mais de vinte anos (1987) recebeu do Grupo Gay da Bahia, fundado e dirigido pelo professor Luiz Mott, do Instituto de Antropologia da Universidade Federal da Bahia, uma defesa do homossexualismo sob o título O Que Todo Crente Deve Saber Sobre o Homossexualismo. Sendo assim, os redatores registraram a seguinte observação: Como o texto contém vários deslises de exegese bíblica, a redação achou por bem fazer as necessárias correções, a bem do próprio grupo e do público em geral. Nesta matéria não pode haver nem dúvida nem imprecisão salientou a redação. Em virtude, da iminente possibilidade de ser aprovada a PL 122; como professor de teologia também há mais de vinte anos, sinto-me no direito de transcrever o texto em apreço amparado pelo artigo 5º, incisos IV,VI,VIII,IX da Constituição Federal. Quero ressaltar, no entanto, que considero a Bíblia Sagrada a maior autoridade em assuntos de fé e conduta. Concordo plenamente com a correção do texto que os redatores da Ultimato fez após receberem o documento enviado pelo Grupo Gay da Bahia.

1.

O texto diz que “não há na Bíblia nenhuma só vez a palavra homossexual nem homossexualidade” e que estes vocábulos surgiram na Alemanha só em 1869.

Ora. Isto não tem a menor importância. O importante é que a Bíblia se pronuncia sobre o assunto com absoluta clareza. As palavras usadas no original grego, por exemplo, em 1 Co 6.9 – “Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” – são até mais fortes e mais técnicas. A palavra geralmente traduzida para efeminado é malakós. Que define o elemento passivo numa relação homossexual. Já sodomita é arsenokoítes, que define o homem que tem relação com outro homem. Versões mais recentes da Bíblia estão usando a palavra homossexual neste texto de Paulo e em outros : New American Standard Bible, The New King James Bible, Living Bible edition . A Bíblia na Linguagem de Hoje e a Bíblia Viva.

Só nesta última, o vocábulo em questão aparece pelo menos seis vezes: Lv 18.22; Dt 23.18; 1 Rs 14.24;15.12; 1 Co 6.9 e 1 Tm 1.10. A maior parte das traduções portuguesas usa a palavra sodomita. Em 1 Tm 1.10, A Bíblia de Jerusalém profere a palavra pederasta. Mas a Bíblia Novo Mundo (das Testemunhas de Jeová) usa a expressão ”homens que se deitam com homens”, tanto em 1 Co 6.9 como em 1 Tm 1.10. Em todos os casos, porém, o sentido é o mesmo.

2.

O texto diz que “a prática do amor entre pessoas do mesmo sexo é mais antiga que a própria Bíblia” e que “há documentos egípcios datados de 500 anos antes de Abraão, que revelam a prática do homo-erotismo não só entre homens, mas entre os deuses Seth e Horus “.

Isto não é novidade para o leitor da Bíblia. Ele sabe muito bem que as nações de Canaã praticavam o homossexualismo e por esta razão contaminaram a terra, da qual foram vomitados por Deus (Lv 18.24-27; 1 Rs 14.24). Israel deveria ser diferente: “com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação“ (Lv 18.22). Mais tarde, porém, na época de Roboão, “Por toda a parte havia homossexuais e o povo de Judá ficou tão corrompido, como as nações que adoravam deuses falsos, aquelas nações que o senhor expulsou para dar lugar ao seu povo (1 Rs 14.24 em A Bíblia Viva). As casas de prostituição de homens só foram fechadas cerca de 50 anos depois, no reinado de Josafá, bisneto de Roboão (1 Rs 22.47).

3.

O texto diz que Deus “condenou apenas o homossexualismo masculino, pois não há nenhuma referência no Velho Testamento a mulheres que dormissem com outras mulheres”. E pergunta: “Teria Deus se esquecido, como aconteceu com a rainha Vitória, de incluir na condenação as mulheres?”

Deus não faz distinção entre homens e mulheres. As normas que ele dita são Endereçadas ao gênero humano, ao homem e à mulher. O “Não adulterarás“ (Êx 20.7), pro exemplo, se destina não só a mulher, mas também ao homem. O que se condena em Lv 18.22 é o intercurso sexual entre pessoas do mesmo sexo. Se o Grupo Gay da Bahia quer um pronunciamento do tipo “com outra mulher não te deitarás, como se fosse homem”, vai encontrar algo parecido em Rm 1.26 – “Suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza“ (A Bíblia de Jerusalém).

4.

O texto diz que “a abominação do Levítico devem ser entendidas e reinterpretadas historicamente“. A prova disso é que na relação das uniões abomináveis De Lv 18.19-30, encontra-se também a proibição da relação sexual com mulher menstruada (verso 19), que não tem hodiernamente o mesmo peso das outras abominações.

Embora em Levítico a proibição da relação sexual com mulher em dias de menstruação esteja lado a lado com a proibição do homossexualismo, não é possível interpretar apenas historicamente a pratica homossexual. Primeiro porque em toda a Escritura ensina-se que o sexo deve expressar-se dentro da proteção do vínculo matrimonial (heterossexual). Segundo, porque, fora do Levítico, não há nenhuma outra referência às relações com mulher menstruada, enquanto que a Bíblia volta a insistir na condenação do homossexualismo em vários outros textos e em varais ocasiões. A prática homossexual

está sempre relacionada com o juízo de Deus (Gn 19 .1-29, Lv 18.25, Rm 1.18-22,1 Co 6.9-10 e 1 Tm 1.10). Não se nega, no entanto, a inconviniência de uma relação quando a esposa esta menstruada, por razões de higiene e saúde, especialmente para um povo em trânsito, como era o caso de Israel.

5.

O texto diz que a prática homossexual foi proibida porque é uma relação não reprodutiva. Pela mesma razão proibia-se a masturbação, o bestialismo e o Coitus interruptus (o pecado de Onã). Se Deus prometeu a Abraão que sua descendência seria mais numerosa que as estrelas do céu, “toda relação sexual que não fosse procriativa estava assim impedindo o crescimento do povo eletivo“.

Não é verdade. O homem e a mulher têm o direito de manter relações sexuais dentro do matrimonio não só para procriar. Basta examinar o texto de 1 Co 7.5- “ Não vos priveis um ao outro, salvo, talvez, por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e novamente vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência “. Havia outras relações sexuais proibidas que era procriativa: Os casamento consangüíneos (Lv 18.6-17), a bigamia (Lv 18.18) e o homem e a mulher têm o direito de manter relações dentro do matrimonio não só para procriar.

Adultério (Lv 18.20). Porque suas esposas foram estéreis, durante um longo período de tempo, Abraão, Isaque e Jacó, os pais da nação judaica, e outros personagens da Bíblia mantiveram relações sexuais não reprodutivas normalmente.

6.

O texto diz que “se o homossexualismo é uma prática tão condenável, como explicar a relação homossexual existente entre o rei Davi e Jonatas e como entender a sugestão do Eclesiastes: “É melhor viverem dois homens juntos do que separados; se os dois dormirem juntos na mesma cama se aquecerão melhor”.

O Grupo Gay da Bahia não está sendo honesto no uso das Sagradas Escrituras. Nunca houve relação homossexual entre Davi e seu cunhado Jônatas. É grave deturpação ver indícios de homossexualismo na parte do poema Hino ao Arco, composto por Davi logo após a morte de Saul e Jonatas, que diz: “Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; tu eras amabilíssimo para comigo! Excepcional era o teu amor, ultrapassando o amor de mulheres” (2 Sm1.26). Ambos eram casados e estavam sob circunstâncias muito difíceis criadas pelo rei Saul, pai de Jônatas e sogro de Davi. Jônatas se portou admiravelmente com referência a Davi, aquele que ele entendeu ser o ungido de Deus para ocupar o trono do pai, não obstante a sua posição de herdeiro. O filho de Saul protegeu a vida de Davi em várias ocasiões contra o próprio pai. Daí a admiração de Davi por Jônatas. O caráter de Davi era obviamente heterossexual. O erros que ele cometeu foi nesta direção: além de ter se casado com mais de uma mulher(Mical, Ainoã, Abigail, Maaca, Hagite, Abital, Eglá e Bate-Seba), ainda cometeu adultério com a mulher de Urias (1 Sm 18.20-30 , 2 Sm 3.2-5 e 11.1-27). Quanto ao belíssimo trecho de Eclesiastes contra a solidão e a favor da solidariedade (Ec 4.9-12), é uma vergonha o trato que o Grupo Gay da Bahia dispensa à passagem bíblica. Houve uma clamorosa e imperdoável manipulação do texto, na busca frenética de algum alicerce ou de alguma licença para a prática homossexual. A passagem tem sido muito usada em cerimônias de casamento, para mostrar a beleza e as vantagens de uma vida a dois: “Melhor é serem dois do que um”. Enxergar nestas palavras de Salomão uma sugestão de prática homossexual é coisa descabida. (Sobre Davi e Jônatas ver ainda Gay Coisíssima Nenhuma, no Ultimato de março de 1986, pág. 5.)

7.

O texto diz que “foi apenas a partir do I século depois de Cristo que se começou a interpretar a destruição de Sodoma e Gomorra como conseqüência da fornicação”. “O próprio Cristo nunca se referiu a estas cidades como antro de imoralidade – pelo contrário, disse que no final dos tempos Sodoma e Gomorra seriam tratadas com mais benevolência do que Jerusalém, por ter recusado a mensagem de amor que o Mestre pregava. E o homossexualismo, o que é senão o amor entre pessoas que nasceram com esta preferência existencial?”

Antes de mais nada é preciso constatar sem sombra de dúvida que as cidades da planície próxima ao Mar Morto, das quais Sodoma e Gomorra são as mais importantes, foram mesmo destruídas por Deus, “na sua ira e no seu furor” (Dt 29.23). As seguintes passagens o comprovam: Gn 19.24-25, Is 13.19, Jr 50.40, Ez 16.49-50, Am 4.11,2Pe 2.6 e Jd 7. Outro detalhe a observar é a severidade do castigo: a subversão de Sodoma e Gomorra alterou por completo a região toda, antes “bem regada, como o jardim de Senhor (O Éden), como a terra do Egito (os aluviões do rio Nilo), como quem vai para Zoar” (Gn 13.10). Pedro declara que as cidades foram reduzidas a cinzas e ordenadas “à ruína completa” (2 Pe2.6). Agora resta saber qual foi o pecado principal de Sodoma e Gomorra. A primeira referência ao comportamento moral das cidades situa-se na ocasião quando Ló se separou de Abraão e se dirigiu para as campinas: registra-se então que “os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o Senhor” (Gn 13.13). Pouco depois, o próprio Deus explica a Abraão que “o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado e o seu pecado se tem agravado muito” (Gn 18.20). Os dois enviados de Deus vão pessoalmente a Sodoma para ver o que está realmente acontecendo na cidade (Gn 18.21 e 19.1). Eles não só vêm, mas experimentam na própria pele a devassidão de Sodoma: os homens, “assim os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados” (Gn 19.5). Ló tenta engabelá-los e lhes oferece as duas filhas virgens que nenhuma atração exercem sobre a turba tresloucada. O que eles querem mesmo são os estranhos visitantes que entraram em Sodoma à noitinha e que Ló constrangeu a se hospedar em sua casa. A residência de Ló provoca uma série ameaça: ”A ti faremos pior do que a eles” (Gn 19.9). Não é só ameaça: a multidão se arremete contra Ló e se chega para arrombar a porta de sua casa. O estrupo masculino só não se realiza porque há um livramento sobrenatural. Então, qual era o pecado principal de Sodoma? Judas afirma que Deus destruiu “Sodoma, Gomorra e as cidades vizinhas por se terem prostituído, procurando unir-se a seres de uma natureza diferente” (Jd 7 em a Bíblia de Jerusalém). É tão certo que pecado principal de Sodoma era a completa perversão sexual que se criou o vocábulo sodomita, sinônimo de homossexualismo e, às vezes, até de bestialismo. Naturalmente um pecado nunca sobrevive sozinho – um abismo chama outro abismo (Sl 42.7). Sodoma sem dúvida era um caos moral, inclusive na área da justiça social, como salienta o profeta Ezequiel – “Eis em que consistia a iniqüidade de Sodoma, tua irmã: na voracidade com que comia o seu pão, na despreocupação tranqüila com que ela e suas filhas usufruíam os seus bens, enquanto não davam nenhum amparo ao pobre e ao indigente” (Ez 16.49 em A Bíblia de Jerusalém). Jesus, por sua vez, chama a atenção para a preocupação exclusiva e excessiva com os valores terrenos e seculares de Sodoma – “O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, e destruiu a todos” (Lc 17.28-29).

8.

O texto diz que Paulo não quis se referir explicitamente aos homossexuais nas conhecidas passagens de Rm 1.26-27; 1 Co 6.9 e 1 Tm 1.10. O apóstolo condenava apenas a depravação e a decadência moral do Império Romano “e não o amor inocente tal qual Davi praticava com Jônatas”.

Esta é mais uma tentativa de continuar no homossexualismo sem perder o direito de herdar o reino de Deus. A tese não resiste a qualquer análise, não tem suporte. Quando, em Rm 1.26-27, Paulo fala de homens que deixam a relação natural com a mulher e ardem em desejo uns para com os outros, praticando torpezas homens com homens, de que está falando? Quando fala de mulheres que mudam as relações naturais por relações contra a natureza, de que está falando? Sem dúvida o apóstolo está falando de depravação e de decadência moral, porém especificamente em homossexualismo masculino e feminino. Nas outras duas passagens – 1 Co 6.9 e 1 Tm 1.10 -, Paulo ainda está-se referindo aos que se dão às práticas homossexuais, tanto ao malakós (efeminado) como ao arsenokoítes (homem que tem relações com outro homem). Não vamos dar ao homossexualismo o bonito nome de “amor inocente”, nem jogar Davi e Jônatas em áreas de torpeza e aberração moral.

9.

O texto diz que Jesus nunca falou sobre homossexualismo nem o condenou, embora condenado a “dureza do coração, a intolerância dos fariseus, o formalismo daqueles que se apegam à lei e esquecem a caridade e o amor”. Mais ainda, “Jesus demonstrou grande abertura para a homossociabilidade, tendo predileção por um de seus discípulos, o adolescente João, ‘o discípulo que Jesus amava’, que, na última ceia, estava delicadamente recostado no peito do divino Mestre”.

De fato, os Evangelhos não registram nenhuma referência direta de Jesus ao homossexualismo. Muito provavelmente porque não se tornou necessário. Seu ministério se realizou entre os judeus, que não admitiam tal prática (ver a reação de todo o povo contra o pecado de Gibeá, nos três últimos capítulos de Juízes). Esta anomalia sexual era mais comum entre os gentios (Rm 1.18-32). Mas, Jesus falou de “relações sexuais ilícitas” (Mt 5.32 ou fornicação (porneia, no original grego). Além do mais, Ele elevou a moral sexual ao mais alto nível: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela” (Mt 5.28). Se Jesus considerava adultério mental o olhar impuro de uma pessoa para outra de sexo diferente, o que Ele diria de uma relação homossexual? A chamada “grande abertura de Jesus para a homossociabilidade” é pura invencionice, acompanhada de uma boa dose de malícia. Jesus foi amigo de todos: de homens e mulheres igualmente. Era chamado pela crítica de “ amigo de publicanos e pecadores” (Mt 11.19), por se aproximar de pecadores para trazê-los de volta ao caminho da vida, entre eles a mulher samaritana (Jo 4.1-42), a mulher adúltera (Jo 8.1-11) e a mulher pecadora (Lc 7.36-50). Várias mulheres da Galiléia acompanhavam Jesus e os seus discípulos em suas viagens e ainda o serviam com os seus bens (Lc 8.1-3). Ele “amava a Marta, e a sua irmã (Maria) e a Lázaro” (Jo 11.5). Ele curou e ressuscitou homens e mulheres. E, depois de ressurreto, apareceu primeiro a Maria Madalena(Jo 20.11-18). Jesus não praticou a homossociabilidade, nem a heterossociabilidade, mas a “polissociabilidade”. Era amigo inclusive das crianças (Mc 10.13-16).

10.

O texto diz que “a Bíblia é um livro antigo e que interpretar tudo ao pé da letra é ignorância e farisaísmo”. Além da Bíblia, “há também a Ciência, que diz claramente que o homossexualismo não é doença, nem pecado, nem crime”.

Embora seja um livro antigo, a Bíblia é a Palavra de Deus e a única regra de fé e prática, além de ser notavelmente atual. De fato, exige uma interpretação cuidadosa e correta. É ela o principal sustentáculo da ordem e da conduta moral, a “candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em nossos corações” (2 Pe 1.19). A ciência não se mete em moral, não faz julgamentos. Não é ela que vai dizer se isto ou aquilo é ou não é pecado. A palavra pecado é um termo da Teologia e define qualquer comportamento contrário à vontade do Criador e Senhor de tudo e de todos.

Mas, a Ciência não parece tão aliada ao homossexualismo quanto o Grupo Gay da Bahia dá a entender: o Dicionário de Psicologia, da Melhoramentos, diz que “o comportamento homossexual é considerado anormal porque contraria a regra da natureza” (E. Dorin).


Fonte de Consulta: Revista Ultimato Nº 183 – abril de 1987

No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes. E-mail: prsandrogomes@ig.com.br

domingo, 9 de outubro de 2011

Citação Bíblica da Semana

"Sem fé é impossível agradar a Deus, pois antes dele se aproxima precisa crer que agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aquele que o buscam." (Hebreus 11.6). Nova Versão Internacional


"And withot faith it is impossible to please God, because anyone who comes to him must believe that he exists and that he rewards those those who earnestly seek him." (Hebrews 11.6). New International Version

No serviço do Mestre, Pastor Sandro Gomes - E-mail: prsandrogomes@ig.com.br

sábado, 8 de outubro de 2011

O Galileu Sem Igual

Para o astrônomo - Ele é a Brilhante Estrela da Manhã.
Para o arquiteto - Ele é a Pedra Angular.
Para o autor _ Ele é o Personagem Ideal.
Para o Padeiro - Ele é o Pão da Vida.
Para o banqueiro - Ele é o Tesouro Escondido.
Para o biologista - Ele é a Fonte da Vida.
Para o botânico - Ele é a Rosa de Saron.
Para o construtor - Ele é o Alicerce Seguro.
Para o carpinteiro - Ele é a Porta de Entrada.
Para o doutor - Ele é o Grande Médico.
Para o educador - Ele é o Mestre Incomparável.
Para o engenheiro - Ele é o Novo e Alto Caminho.
Para o agricultor - Ele é o Semeador e Senhor da Colheita.
Para o o florista - Ele é o Lírio dos Vales.
Para o geólogo - Ele é a Rocha Eterna.
Para o horticultor - Ele é a Videira Verdadeira.
Para o jurisconsulto - Ele é o Juiz Justiceiro
Para o jurado - Ele é a Testemunha Fiel e Verdadeira.
Para o joalheiro - Ele é a Pérola de Grande Preço.
Para o advogado - Ele é o Conselheiro e Advogado Justo.
Para o músico - Ele é a Verdadeira Harmonia.
Para o escritor - Ele é Boas Novas de Grande Alegria.
Para o filantropo - Ele é o Dom Inegável.
Para o filósofo - Ele é a Sabedoria Divina.
Para o pregador - Ele é a Palavra de Deus.
Para o escultor - Ele é a Pedra Viva.
Para o servo - Ele é o Bom Senhor.
Para o estadista - Ele é Desejado das Nações.
Para o estudante - Ele é a Verdade Encarnada.
Para o teólogo - Ele é o Autor e Consumador da Fé.
Para o operário - Ele é o Doador do Descanso.
Para o viajante - Ele é o Caminho.
Para o pecador - Ele é o Salvador.
Para o cristão - Ele é o Consolador.

JESUS representa a expressão mais alta de toda a vocação.
Ele é o Amigo dos Pobres, O Curador do Doente, O Mestre Perfeito, o Filósofo Incomparável, o Ideal dos Ideais, o Rei dos Reis. Mas - além de tudo isto, Ele é O Glorioso Salvador e o Magnificente Redentor, O Filho de Deus!

Fonte: Por Russell V. DeLong - Evangelista nazareno. Revista Arauto da Santidade - Edição Especial , p.7.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O evolucionismo e a complexidade do olho

Phillip Yancey e o Dr. Paul Brand explicam a complexidade do olho em seu livro Feito de Modo Especial e Admirável, SP, Vida, 2006. "Uma ameba tem uma percepção visual grosseira", explicam: ela se move para a luz, nada mais. Ela tem uma única célula. No interior do meu olho, fixando-se nela, há 107.000.000 de células." Pense em como o olho se encaixaria com toda a sua complexidade na teoria da evolução. "Sete milhões são cones, cada um carregado e pronto para disparar uma mensagem para o cérebro quando uns poucos fótons de luz cruzam seu caminho. Por causa deles posso distinguir milhares de matizes. Os outros 100 milhões de células são bastonetes, células de apoio usadas em claridade reduzida. Quando há apenas bastonetes em ação, não enxergo a cor, mas posso distinguir um espectro de luz tão vasto que a luz mais acesa que percebo é 1 bilhão de vezes mais brilhante que a mais apagada". Só um projetista teria planejado o olho para que ele pudesse funcionar com toda essa complexidade. Só um cego não enchergaria isso. Leia Pv 20.12 e Sl 94.9 e veja quem fez o olho.

Fonte:Edino Melo. 100 Respostas Bíblicas para o Evolucionismo: Transcultural Editora.SP

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Jesus ou Yeshua" ? Tradução Bíblica

As explicações da Comissão de Tradução, Revisão e Consulta da SBB sobre o nome de Jesus, tema que vem despertando dúvidas em vários leitores

Pergunta:
Tem fundamento afirmação de que o nome Jesus é de origem grega e não hebraica?
Resposta:
Não, não tem. Esse nome, transliterado para o grego com Iesus, é hebraico e vem de Yeshua" (as aspas representam a letra hebraica ayin). A forma plena da palavra é yehoshua", que, a partir do Cativeiro, passou a dar lugar, geralmente, à forma abreviada Yeshua".

Até o começo de segundo século d.C. Iesous (Yeshua") era um nome muito comum entre os judeus. Na Septuaginta, versão do Antigo Testamento que os judeus fizeram entre os anos 285 e 150 a.C., do hebraico para o grego, o nome Iesous aparece para referir-se tanto a Josué (quatro indivíduos) como aos oito Jesua mencionados em Esdras e Neemias.

Iesous não é nome de nenhum deus da mitologia grega, tanto que não aparece em nenhum clássico grego. Ver, por exemplo, o Dictionaire Grec-Français (Dicionário Grego-Francês), de C. Alexandre, que, no apêndice de nomes históricos, mitológicos e geográficos, traz no verbete Iesous apenas o seguinte: "Jesus, nome hebraico."

Pergunta:
Como o nome Yehoshua" se tornou Jesus?
Resposta:
Já vimos que o vocábulo Jesus não se deriva diretamente de Yehoshua", mas da forma abreviada Yeshua", através do grego e do latim. A letra j inicial se explica da seguinte forma: os judeus da Dispersão, empenhados em traduzir as Escrituras do hebraico para o grego (a Septuaginta) , não encontraram nessa lingua uma consoante correspondente no hebraico. A solução, então, foi recorrer à vogal grega iota, que corresponde ao nosso i. Então escreveram Ieremias, começando com i, e assim por diante, inclusive Iesous.

Mas como foi que esse i se tornou j? Foi através do latim, que deu origem às línguas neolatinas, entre as quais está o português. No latim posterior à Idade Média, começou a aparecer na escrita a distinção que já existia na pronúncia entre o i vogal e o i consoante, o qual passou a ser grafado j. Por isso, o Dicionário Latino-Português, de Santos Saraiva, traz verbetes como estes: Iesous ou Jesus, Ieremias ver Jeremias.

Agora, a explicação para o s médio em Jesus. No vocábulo hebraico Jeshua" o grupo sh representa a consoante shin. Por não haver em grego som correspondente a essa consoante fricativa palatal (que soa como a letra x em "eixo"), os judeus a substituíram por sigma, também fricativa mas linguodental (que em grego, mesmo entre vogais, soa como o nosso ss). O ditongo grego ou soa u.

O aparecimento do s final no nome Jesus se explica pela necessidade de tornar esse nome declinável: os judeus substituíram a letra ayin final pela letra sigma (o s do grego) do caso a palavra se declina assim: Iesou (genitivo), Iesoi (dativo), Iesoun (acusativo) e Iesou (vocativo). Com isso, foram resolvidos dois problemas de uma só vez: o nome ficou declinável, e o ayin final, que não tem equivalente em grego, foi substituído por um sigma (letra s)

Fato semelhante se deu com Judas, que reflete a forma grega Ioudas, que em hebraico é Yehudah (Judá). Outros nomes hebraicos que terminam com a gutural he têm em grego, em latim e em português o som s: Isaías, Jeremias, Josias, Sofonias. Outro exemplo é o vocábulo Mashiach, que termina com a gutural sonora cheth (ch), a qual em grego, em latim e em português deu lugar ao som de s: Messias.

A evolução do termo de uma língua para outra é a seguinte: Yeshua" (hebraico) > Iesous (grego) > Jesus (latim) > Jesus (português).

Nota: As respostas aqui apresentadas foram formuladas por um dos membros da Comissão de Tradução, Revisão e Consulta da Sociedade Bíblica do Brasil, tendo sido lidas e aprovadas em reunião plenária, em 30 de maio de 1995. Por motivo de espaço, o texto original foi resumido.

Fonte:A BÍBLIA NO BRASIL - JULHO A DEZEMBRO DE 1995 - SBB p.27.

No serviço do Mestre, Pastor Sandro Gomes - E-mail: prsandrogomes@ig.com.br

domingo, 2 de outubro de 2011

Que Pensam as Missões Estrangeiras Sobre a Evangelização no Brasil

Após uma reunião na qual estiveram presentes cerca de dezenove agências missionárias mundiais, foi produzido um documento sobre a Evangelização Global, em que o Brasil aparece como "povo não evangelizado", em que "a maioria nunca ouviu o Evangelho com relevância cultural e individual que resultasse em um entendimento suficiente para aceitar Cristo como um crente ou para rejeitá-lo".

Que hoje, com projeção um tanto otimista, o número total de cristãos evangélicos no Brasil é de 19,5 milhões (11%) e não 30 ou 45 milhões como costuma afirmar.
Que a cada hora, dois presos aumenta a população carcerária do Brasil, que já tem cerca de 180 mil detentos.

Que no Brasil passam mais pessoas pelos hospitais do que pelos templos das igrejas. Que muitas vezes, essas pessoas estão mais receptivas ao evangelho do que os que frequentam os cultos. E que a população dos hospitais constitui a maior internação coletiva superando a das escolas, dos quartéis ou dos hotéis.

Que se calculam serem mais de 16 milhões de alcoólatras crônicos no Brasil.

Que nos últimos dez anos, o número de menores de rua aumentou 37%.

Que se pudéssemos reunir em um só lugar as pessoas que frequentam as principais romanrias do país, teríamos de 3 milhões e quinhentos mil romeiros. Apenas entre os devotos de padre Cícero, calcula-se existirem mais de 40 milhões de seguidores.

Que apesar da falta de dados que comprovem, estima-se em 700 mil a 2 milhões, o número de muçulmanos no Brasil.

Que a maior colônia japonesa fora do Japão se localiza no Brasil. E que do total de 1 milhão e 400 mil japoneses vivendo no Brasil, 60% são católicos e menos de 1% são evangélicos.

Que o Brasil é o segundo país no mundo em prostituição infantil.

Que de acordo com a Unicef, 8 milões de crianças lutam desesperadamente para sobreviver nas ruas das grandes cidades do Brasil. Que, sem teto, comida ou proteção, milhares delas sequer chegam à idade adulta.

Que no Brasil existem 121 tribos indígenas que ainda não foram alcançadas pelo evangelho, nem existe nenhuma porção da Palavra de Deus em sua própria língua.

Que milhares de pessoas estão sendo alcançadas pelo evangelho através do evangelismo durante as noites de carnaval, em várias partes do Brasil.

Que, ao contrário do que se imagina, a igreja evangélica não é o grupo que mais cresce no Brasil, mas sim o número de pessoas que se apresentam "sem religião". Em 1980 eram 2 milhões e em 1991, 7 milhões (acréscimo de 350% em 11 anos.

Que o número de espíritas confessos e todos aqueles que aceitam a doutrina da reencarnação ou das vidas sucessórias é mais de 62 milhões de brasileiros, cerca de 40% da população.

Estima-se que 10 milhões de famílias estão sem um lugar decente para morar em todo o Brasil.

Que apesar da região Norte possuir a maior porcentagem de evangélicos no país (quase 17%), estima-se que ainda existem mais de 35 mil comunidades ribeirinhas com população de 50 a 500 pessoas e que não tem sequer uma igreja evangélica.

Que aproximadamente, 10 milhões de brasileiros são dependentes de drogas, sem contar que os dependentes de álcool e de outras drogas denominadas lícitas. E que a maioria dos dependentes de drogas começam a utilizá-las na época em que estão entre a 1ª e a 8 ª série escolar, ou seja, entre os 7 e 14 anos de idade.

Que nos últimos anos tem-se constatado um grande aumento no número de seguidores de seitas. Um exemplo disso são as Testemunhas de Jeová, que tinham em 1980, 113 mil adeptos, e em 1999 chegou a 528 mil.

Que mais de 16 milhões de jovens com mais de 14 anos são analfabetos o equivalente às populações de Portugal e Suíça somadas.

Que 54 milhões de brasileiros estão abaixo da linha de pobreza, dentre os quais 24 milhões vivem na indigência.

É possível que essas informações sejam conhecidas no todo ou em parte por você, mas o nosso objetivo em enumerá-las não é apenas fornecer dados para suas ilustrações. Mas queremos que você considere cada item desta lista como instrumento de Deus para motivá-lo e impulsioná-lo a agir , nossa oração deve ser que Deus nos toque a tal ponto que consigamos vencer a indiferença ou a simples curiosidade. TRANSCRITO.

No serviço do Mestre, Pastor Sandro Gomes. E-mail:prsandrogomes@ig.com.br

Citação Bíblica da Semana

"Tendo sido, pois, justificados pela fé , temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus" (Romanos 5.1e 2). Nova Versão Internacional

"Therefore, since we have been justified, through faith, we have peace with God through our Lord Jesus Christ, throuth whom we have gained access by faith into this grace in which we now stend. And we rejoice in the hope of the glory of God." ( Romans 5.1 e 2). New International Version