quinta-feira, 31 de março de 2011

Alexandre , o grande - Reflexão

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2) Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3) Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3) Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos. (Extraído do Informativo do IAVM - 2008).

Obs.: Amigo leitor, peço por gentileza que deixe o seu comentário sobre a reflexão citada acima. Desde já, muito obrigado. No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes.

quarta-feira, 30 de março de 2011

A FIDELIDADE DE UM HOMENZINHO DA RUA GEORGE

Alguma vez já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:
"É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: "Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho"? Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: "Você tem três minutos!" O homem logo começou com sua história:
"Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: 'Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?' - Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo".
Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunho desse tipo.
Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:
"Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: 'Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?' - Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente".
Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade , perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:
"Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócio e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso - propaganda barata - e me fez a pergunta: 'Descupe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?' - Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo".
Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembleia Keswickno Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.
Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.
Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.
"Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntado: 'Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu? ' - O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente. Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui
procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo.".
Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.
"Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático de Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: 'Descupe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu? - Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo".
Oitos meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor batista que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: "Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco". Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história.
"Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que eu melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu folheto".
Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos que do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.
Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossas visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr.Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepçao que ele teve quando entrou por suas portas. (extraído de http://www.worldmissions.com -redação final: Werner Gitt)
Fonte: Chamada da Meia -Noite, abril de 2005

quinta-feira, 24 de março de 2011

O Estado Intermediário dos Mortos

IX. DEFINIÇÃO DO ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS JUSTOS E DOS ÍMPIOS

A palavra de Deus nos mostra a existência de um lugar intermediário para os mortos.
Os salvos e os perdidos seguiam para o mesmo lugar chamado, no hebraico de Sheol, e no grego de Hades, tudo antes e até o Calvário, com uma diferença, ficavam os justos na parte boa, também chamado Seio de Abraão (Lc 16.22,23), e os ímpios ficavam na parte má denominada de lugar de tormento (Lc 16.23b ).
Após a ressurreição e ascensão , Jesus levou cativo o cativeiro, (Ver I Pe 3.19;Ef 4.8). Segui-se então a transferência da parte boa do Hades onde estavam os salvos, para as regiões celestiais no 3º Ceú (2 Co 12.2-4).
O ilustre escritor Antônio Gilberto faz o seguinte comentário acerca da passagem de Lucas 16.19-31: " É oportuno dizer aqui que essa passagem não é uma parábola, vem dos editores da Bíblia, mas não consta do original. Parábola é uma modalidade de narração em que não aparecem nomes de pessoas. Além disso, o verbo haver, como está empregado no versículo 19 denota por sua vez um fato real."
Vejamos o que diz ainda o saudoso missionário N. Lawrence Olson:
" Em Mateus 16.18 Jesus mencionou 'as portas do inferno' (Hades no grego), lugar que merece um estudo profundo dentro das Escrituras. Este lugar vamos chamar de o 'mundo invisível'.
Tanto o Antigo como o Novo Testamento falam deste inferno, sendo em hebraico "Sheol" e em grego "Hades". Ambas as palavras significam o "mundo invisível", o lugar para onde vão os espíritos dos falecidos. Nunca são usadas estas palavras em referência ao lugar final de detenção desses espíritos, e nem para significar a sepultura do corpo, cujo termo hebraico é "queber".
A razão da grande confusão reinante sobre este assunto e mesmo entre as heresias é porque às vezes as palavras gregas e hebraicas referente ao assunnto foram mal traduzidas, por exemplo, "Hades", que às vezes é confundida como Lago de Fogo, "Queber" que somente tem haver com cadáver, confundem com "inferno", que é lugar de espírito, "abusos", que é tradução de hebraico "abaddon", é o "Abismo, mas este lugar é diferente do "Hades".
Em resumo, a Bíblia apresenta o Estado Intermediário dos Justos como:
a)Paraíso - Lc 23.43; 2 Co 12.4
b)Seio de Abraão - Lc 16.22,23
c)3º Céu - 2 Co 12.2-4
d) Lugar de descanso - Ap 14.13
e) Lugar de espera - Ap 6.9,10

No serviço do Mestre, Pastor Sandro Gomes

Obs.: Amigo leitor, peço por gentileza que deixe o seu comentário sobre o estudo abordado acima. Desde já, muito obrigado. No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes.

terça-feira, 15 de março de 2011

APOCALIPSE - Reflexão

O Apocalipse é o último livro da Bíblia. Contém 22 capítulos, 404 versículos e 12 mil palavras. O termo significa "revelação". Revelação não de Buda, Confúcio, Maomé,Zoroastro ou Nostradamus, mas do Senhor e Salvador Jesus Cristo. Quando a imprensa quer destacar um episódio estarrecedor, imediatamente recorre ao termo apocalipse, que por sinal é bíblico. Vejamos algumas frases registradas pelo jornal Extra do dia 12 de março de 2011, as quais se referem ao último tsunami ocorrido recentemente:


"E O HOMEM AINDA ACHA QUE ESTÁ NO COMANDO.Terremoto com força de 15 bombas atômicas mostra impotência humana diante da natureza."

"APOCALIPSE. Terremoto provoca tsunami gigante e arrasador, levando pânico e morte ao Japão."

Em última análise, entendo que a multiplicação do número de terremotos através dos séculos, é um sinal inquestionável da iminente Volta do Senhor Jesus para arrebatar os fiéis; e logo a seguir iniciar-se-á a Grande Tribulação prevista no Apocalipse. Maranata! Ora vem Senhor Jesus. No serviço do Mestre, Pastor Sandro Gomes

Obs.: Amigo leitor, peço por gentileza que deixe o seu comentário sobre a reflexão citada acima. Desde já, muito obrigado. No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes.

TERREMOTOS - Sinal da Volta de Jesus

"e haverá, em vários lugares, grandes terremotos". Lucas 21.11

O escritor Antônio Mesquita registra a incidência de terremotos no mundo:

Século I - 15 terremotos
Século II - 11.
Século III- 18.
Século IV - 14.
Século V - 15.
Século VI - 13.
Século VII- 17.
Século VIII-35.
Século IX - 59.
Século X - 32.
Século XI - 53.
Século XII- 84.
Século XIII-115.
Século XIV -137.
Século XV -174.
Século XVI -253.
Século XVII-378.
Século XVIII-640.
Século XIX -2.139.
Século XX -Em 76 anos ocorreram 5.200 terremotos.

"BRAMIDO DO MAR E DAS ONDAS"

"E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas". Lucas 21.25

"Nós vimos isso se cumprir por meio da catástrofe provocada por ondas gigantes - o tsunami - em 26 de dezembro de 2004, no Oceano Índico. As ondas gigantes, provocadas por um terremoto registrado no fundo do mar, varreram cidades inteiras, atingiram inúmeros países e mataram cerca de trezentas mil pessoas.

"Observe que a Bíblia fala em mar e ondas. O texto bíblico é bem especifico. E mais: indica ainda a "angustia das nações", pois mais de uma nação foi atingida.

"O tsunami atravessou o final de ano de 2004 e continuou provocando a morte de pessoas até o início de 2005. Milhares de pessoas ficaram desabrigadas. Dentre elas muitas perderam tudo o que tinham, até mesmo familiares.
"Enquanto os terremotos duram em media um segundo ou até menos, e outro, de intensidade moderada, podem durar alguns segundos, o que provocou as ondas gigantes na Ásia durou um tempo bem maior, sendo capaz de devastar várias cidades e alterar a rotação da Terra." Fonte: Do livro Pontos difíceis de entender - Antônio Mesquita -CPAD